União Zoófila

União Zoófila A acolher, recuperar e encaminhar cães e gatos para adopção desde 1951. Ajuda-nos❤️
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O abrigo da União Zoófila estará encerrado ao público nos dias 25 de Dezembro e 1 de Janeiro, mas as rotinas internas com os animais e as atividades voluntárias serão realizadas normalmente.

Dizem que os melhores perfumes vêm nos frascos mais pequenos, e a Nonô é a prova viva disso. Com apenas 30 centímetros d...
20/06/2026

Dizem que os melhores perfumes vêm nos frascos mais pequenos, e a Nonô é a prova viva disso. Com apenas 30 centímetros de altura, esta pequena cadelinha tem personalidade para dar e vender, além de uma enorme vontade de viver.
A Nonô é uma verdadeira "introvertida orgulhosa". Não é do tipo que se atira aos braços de qualquer pessoa. Prefere observar primeiro, perceber quem tem à sua frente, ganhar confiança e só depois revelar o seu lado mais genuíno. E que bonito é assistir a esse processo. Sabem aquela timidez que esconde uma curiosidade enorme? É exatamente isso que define a Nonô. Quando se sente segura e conhece bem as pessoas, adora receber miminhos, embora continue a apreciar o seu espaço e a manter a pose de senhora independente que tão bem a caracteriza.
Mas se há algo que a Nonô adora, são as suas companheiras do abrigo. Nos passeios, parecem um grupo de amigas reunidas para pôr a conversa em dia. Vão de arbusto em arbusto, a cheirar tudo com atenção e a trocar as últimas novidades e cusquices do bairro. É impossível não sorrir ao vê-las. Com a Nonô por perto, a monotonia simplesmente não tem lugar.
A Nonô está no abrigo há seis anos e meio. São mais de 2400 dias à espera de uma oportunidade. Mais de 2400 dias à espera de alguém que respeite o seu ritmo, compreenda a sua forma de estar e queira tornar-se o destinatário oficial de todas as suas pequenas grandes histórias.
Ela procura alguém que entenda que nem todos os cães gostam de estar constantemente ao colo ou de receber abraços apertados a toda a hora. E isso não signif**a que tenham menos amor para dar. Pelo contrário. A Nonô ama à sua maneira especial. A confiança dela conquista-se aos poucos, mas quando acontece, cria-se uma ligação única e verdadeira.
A Nonô promete encher de cor a vida de quem a escolher. Está apenas à espera da pessoa certa, alguém com quem possa ser ela própria e mostrar, todos os dias, porque merece finalmente conhecer o conforto e o amor de uma casa. Depois de seis anos e meio de espera, está mais do que na hora de a sua história ter um final feliz. 🧡

Nonô: http://www.portugalzoofilo.net/minisites/pz/ficha_cao.jsp?inst_id=13&animal_id=14708&origem=pesquisa&navigation=null

Adota: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdPnGkQ2ksr6b7TsC5ph95jWoHor_QBKDIeeS6fWh58Pi17xw/viewform

Hoje queremos falar-vos um pouco da nossa querida Malala.A Malala é uma de tantas mamãs que chegam até nós com os seus b...
16/06/2026

Hoje queremos falar-vos um pouco da nossa querida Malala.

A Malala é uma de tantas mamãs que chegam até nós com os seus bebés e que, pouco tempo depois, os vê partir para as suas novas famílias. Os filhotes são adotados rapidamente. Elas f**am para trás. Infelizmente, é uma história que conhecemos demasiado bem.

A Malala entrou no abrigo em 2021. Nesse mesmo ano, os seus quatro bebés encontraram família. A Malala ficou. Uma mamã tímida, pretinha e FIV+. A combinação perfeita para ver os anos passarem dentro de um gatil.

É uma menina muito querida, mas tudo parece assustá-la: os sons, os movimentos bruscos, a agitação à sua volta. Por isso, passa grande parte do tempo recolhida no seu cantinho, onde se sente mais segura. Dá-se muito bem com os outros gatos e encontra neles o conforto que tantas vezes procura. Com os humanos, também tem feito progressos. Ainda nos brinda com alguns bufos de desconfiança, mas já aceita as nossas festas e começa a perceber que estamos aqui apenas para lhe dar o carinho que merece.

A vida no abrigo não tem sido fácil para a Malala. Ao longo dos anos, tem enfrentado vários períodos de maior fragilidade, que exigem cuidados constantes e longas recuperações numa pequena box de enfermaria. E, a cada episódio, sentimos que regressa um pouco mais cansada.

Ao mesmo tempo, vemos uma gatinha que está finalmente a aprender a confiar, passinho a passinho. Que começa a aceitar a presença humana e a sentir-se mais segura. Mas há algo que não lhe conseguimos dar dentro do abrigo: uma casa.

A Malala precisa de uma família só dela. De um lar tranquilo, longe da confusão do gatil, onde possa descansar e viver com a qualidade de vida que merece. Por isso, procuramos com urgência uma Família de Acolhimento Definitivo para a nossa Malala.

Prometemos que não vai ocupar muito espaço. Mas vai ocupar um lugar enorme no coração de quem lhe der uma oportunidade. 🧡

Malala: http://www.portugalzoofilo.net/minisites/pz/ficha_gato.jsp?inst_id=13&animal_id=15797&origem=pesquisa&navigation=off

Torna-te FAD: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSe7kSFVnheW3VsZVTGaLCasLAesUECXLxj8Jz4AGdvF-ug3_A/viewform

Entre os dias 17 e 30 de junho, o Palácio Baldaya abre as portas à exposição fotográf**a "Ser Velho é Ser Bonito", uma h...
03/06/2026

Entre os dias 17 e 30 de junho, o Palácio Baldaya abre as portas à exposição fotográf**a "Ser Velho é Ser Bonito", uma homenagem à beleza, à dignidade e à autenticidade dos animais séniores que aguardam por uma adoção responsável no abrigo da União Zoófila.

Através da lente de uma das nossas voluntárias, reunimos retratos de alguns dos cães que vivem no nosso abrigo. Um espaço que, para muitos deles, é a única casa que conheceram. A União Zoófila acolhe centenas de animais e alguns dos rostos que encontrará nesta exposição esperam há muitos anos por uma família. Alguns carregam os sinais da idade no focinho, outros caminham mais devagar, mas todos continuam a ter a mesma vontade de dar e receber afeto.

Ao celebrar estes animais, queremos desafiar a ideia de que a idade diminui o valor de quem espera por uma oportunidade. Pelo contrário. Cada um deles tem algo único para oferecer. Uma serenidade conquistada pelos anos e uma enorme capacidade de amar.

Convidamo-lo a passar pelo Palácio Baldaya, a conhecer estas histórias e a deixar-se tocar por estes olhares. O nosso agradecimento ao Palácio Baldaya por nos abrir as portas e acolher esta iniciativa.

Talvez saia com uma nova perspetiva. Talvez encontre um rosto que não esquecerá. E talvez descubra que ser velho é, de facto, ser bonito.

Entrada livre.

Gal, pediram-me para escrever sobre ti.Pediram-me para abrir o coração e fazer um apelo. Pediram-me para encontrar as pa...
28/05/2026

Gal, pediram-me para escrever sobre ti.
Pediram-me para abrir o coração e fazer um apelo. Pediram-me para encontrar as palavras certas, daquelas que fazem alguém parar no meio de dezenas de publicações e pensar “é ela”.
Mas a verdade é que me sinto de mãos atadas. Porque isto não é só um texto. É um peso enorme. É o peso do teu futuro. O peso da tua última oportunidade de conhecer uma casa. O peso da chance de alguém descobrir quem tu realmente és quando não estás apenas a sobreviver num canil.
E isso assusta-me.
Assusta-me porque há tantos apelos todos os dias. Tantos cães, tantas histórias. Tantas fotografias que aparecem por segundos e desaparecem logo a seguir, como se uma vida inteira pudesse ser ignorada num deslizar de dedo. E eu queria tanto que isso não acontecesse contigo.
Porque isto não é um apelo sobre um cão.
É sobre ti, Gal.

E pela Gal, falo para vocês.
A Gal já não tem um olhinho e pouca coisa consegue ainda ver com o outro.
E talvez seja por isto que nos custa tanto ver a diferença no seu corpo quando se sente perdida e desorientada no meio do recreio, e a forma como toda a sua linguagem corporal muda no segundo em que reconhece um cheiro amigo perto de si.
A forma como a vemos ao longe, a avançar com passos cautelosos, como se estivesse sempre a tentar decifrar o mundo à sua volta, a calcular cada movimento porque já não consegue confiar no que os olhos lhe dizem. Sem saber exatamente para onde está a ir, nem o que está prestes a encontrar. Mas depois, basta a nossa voz atravessar o espaço que nos separa… e nesse instante, nada mais é importante. Nem o medo, nem a incerteza, nem a direção, nem o desconhecido. Só o som que reconhece. Só o caminho até nós.
E este apelo é sobre isto.
Sobre salvar uma cadela que, de alguma forma, todos os dias nos salva a nós. Sobre dar-lhe um lar com a garantia de que ela própria será casa para alguém.
Dêem-lhe uma chance. Sejam Família de Acolhimento Definitivo da Gal.
Vejam-na, por favor.

Gal: http://www.portugalzoofilo.net/minisites/pz/ficha_cao.jsp?inst_id=13&animal_id=14318&origem=pesquisa&navigation=null #

Torna-te FAD: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScJxX6dHC3qDmtdYr0BaleI89Ukkr2UYH52Nu0TkRlS8raIZw/viewform

24/05/2026

Gavião. 10 anos a sobreviver na rua. 10 anos exposto ao calor extremo, ao frio, à fome, às tempestades, aos fogos de artifício, a possíveis envenenamentos e à crueldade de pessoas que o enxotavam simplesmente porque a sua presença incomodava. 10 anos a viver como apenas mais um cão de matilha, invisível para quase todos.
O Gavião pertencia à matilha do Taguspark e era um cão extremamente medroso. Durante anos, os cuidadores tentaram apanhá-lo de todas as formas possíveis, mas sem sucesso. A rua ensinou-o a fugir para sobreviver. E sobreviver na rua é isto: acordar todos os dias sem garantia de chegar vivo ao seguinte.
Ao fim de 10 anos, foi finalmente apanhado neste estado. Foi preciso o corpo deixar de aguentar para o medo dos humanos deixar de ser maior. Já sem forças, deixou-se levar.
O nosso propósito é salvar animais vítimas do abandono, mas a realidade é que as associações estão a rebentar pelas costuras. Todos os dias recebemos pedidos de ajuda que não conseguimos aceitar. E isso acontece porque continua a existir uma enorme falta de educação e responsabilidade em relação à causa animal.
Continua a haver quem veja os animais como objetos descartáveis, presentes de Natal, impulsos momentâneos ou ferramentas para preencher vazios emocionais. Continua a haver quem não esterilize, quem abandone à primeira dificuldade, quem deixe animais reproduzirem-se sem qualquer controlo e depois espere que as associações resolvam tudo.
Mas nós não conseguimos salvar todos. Nenhuma associação consegue.
Enquanto a mentalidade não mudar, vão continuar a existir cães como o Gavião: cães que passam uma vida inteira esquecidos, doentes e a sofrer nas ruas, até o corpo deixar de resistir.

Precisamos de ajuda para continuar.

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Há gatinhos que passam pelo abrigo e rapidamente encontram uma família. E depois há todos os outros, aqueles para quem t...
20/05/2026

Há gatinhos que passam pelo abrigo e rapidamente encontram uma família. E depois há todos os outros, aqueles para quem todos os dias são uma luta silenciosa para serem vistos, notados e escolhidos. Este texto é sobre os mais frágeis.
Os que precisam de medicação diária, de paciência e de atenção redobrada. Os que, por vezes, precisam de soro subcutâneo, de consultas frequentes, de alguém que aprenda todos os truques para conseguir dar um comprimido ou misturar a medicação no patê certo. Os que podem ser incontinentes, ter dificuldades motoras ou simplesmente uma saúde mais delicada. Muitos destes gatinhos são também FIV ou FELV positivos. Nos gatis, por terem o sistema imunitário mais fragilizado, acabam por adoecer com facilidade e passam demasiado tempo fechados em boxes de isolamento, à espera de recuperar. E nenhum gato devia crescer (nem viver) assim.
Nico D'Abreu, Malala, Walt e Solero. São os meninos que dão a cara por este pedido.
Precisamos urgentemente de Famílias de Acolhimento Definitivo para eles. Pessoas com um coração enorme, mas também com disponibilidade emocional para cuidar de animais que nem sempre serão fáceis. Pessoas que consigam ver, no meio deste grande desafio, uma luzinha cheia de vida, amor e vontade de viver, que só precisa de uma oportunidade. Prometemos gatinhos incríveis e com muita gratidão (à maneira especial deles).
Também procuramos famílias de acolhimento temporário para bebés órfãos. A época das ninhadas já começou, recebemos constantemente pedidos de ajuda para acolher bebés e precisamos urgentemente de pessoas com experiência em dar biberão.
Toda a assistência veterinária é assegurada pela associação.
Se não tens condições para acolher um dos nossos gatinhos, pedimos apenas que partilhes este apelo. Não queremos mais gatinhos frágeis a viver dentro de uma box pequena. Queremos os nossos gatinhos frágeis felizes, deitados num sofá, ao colo de uma família, onde finalmente possam descansar e sentir-se seguros, para sempre. 🧡

Candidatura a FAD/FAT: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSe7kSFVnheW3VsZVTGaLCasLAesUECXLxj8Jz4AGdvF-ug3_A/viewform

Há animais que, mesmo depois de tudo, continuam a sorrir.O Rider é um deles.Não sabemos como se continua a acreditar dep...
16/05/2026

Há animais que, mesmo depois de tudo, continuam a sorrir.

O Rider é um deles.
Não sabemos como se continua a acreditar depois do abandono. Depois da solidão. Depois de dias demasiado difíceis. E, ainda assim, ele sorri.
Sorri quando nos vê chegar. Sorri quando recebe festas. Sorri como quem olha para o mundo sem guardar rancor. Como quem ainda acredita que o melhor está por vir (e está mesmo).

E talvez seja isso que mais nos desarma neles: a capacidade de recomeçar.
No meio de tanta tristeza, ainda há quem viva cada dia como se fosse o primeiro da vida. Como se finalmente tivesse encontrado um lugar seguro. Como se a felicidade ainda fosse possível.

Todos os dias cuidamos de animais assim. Animais que passaram por tanto, mas que continuam a escolher confiar. Continuam a escolher amar. Continuam a escolher a esperança.

Ao consignares o teu IRS à União Zoófila, estás a ajudar-nos a continuar aqui para eles. Para os que chegam perdidos. Para os que ainda estão a aprender que o mundo pode ser bom. E para os que, como o Rider, nos lembram todos os dias que uma vida feliz pode começar em qualquer momento.

Consigna 1% do teu IRS.
Sem custos para ti. Com um impacto real na vida deles. 🧡

O Alvor foi encontrado numa zona de mato quando ainda era bebé. Chegou ao abrigo há 7 anos atrás, acompanhado pelo seu i...
12/05/2026

O Alvor foi encontrado numa zona de mato quando ainda era bebé. Chegou ao abrigo há 7 anos atrás, acompanhado pelo seu inseparável amigo (e talvez irmão) Luar, e desde então continua à espera de uma família que o veja verdadeiramente. Nunca conheceu outra realidade. Só conheceu o abandono, o medo da rua e uma vida inteira passada atrás das grades.
São 7 anos a ver pessoas entrarem e saírem do abrigo, enquanto ele continua ali, sempre à espera da sua vez.
E como não nos apaixonarmos por ele? O Alvor é um menino especial. Com quem não conhece, mostra-se cauteloso e reservado. À primeira vista pode parecer distante ou até intimidante, mas basta tempo e paciência para descobrirmos o coração enorme que guarda dentro de si. Quando se sente seguro, muda completamente. Aproxima-se devagar, encosta a cabeça em nós, como quem agradece a presença e o carinho de quem lhe dá atenção. Como se soubesse que somos a pouca família que teve até hoje.
Infelizmente, crescer e viver tantos anos num abrigo deixou marcas. O stress constante tornou-o reativo com outros cães. Parte-nos o coração vê-lo esperar ano após ano. Ver os dias passarem, os aniversários acumularem-se, e continuar sem uma oportunidade. Porque a maioria das pessoas não procura um cão grande. Nem um cão reativo com outros cães.
E ele f**a. Ano após ano.
Nós vimos o Alvor crescer. Pegámo-lo ao colo, acompanhámos cada etapa da vida dele, e custa-nos muito não conseguir mudar o destino que teve até agora. Nenhum animal merece passar uma vida inteira num abrigo. Merece passar os próximos invernos numa cama quente, dentro de casa, ao lado da sua família.

O Alvor continua à espera. Talvez esteja à espera de si. Não o deixe morrer no abrigo. 🧡

A Nabiça chegou até nós em Abril de 2024, cheia de medo de tudo e sem confiar nas pessoas. Fazia parte de um grupo de ci...
08/05/2026

A Nabiça chegou até nós em Abril de 2024, cheia de medo de tudo e sem confiar nas pessoas. Fazia parte de um grupo de cinco cães que viviam numa horta, pertencente a um tutor que faleceu. Quando tentámos resgatá-los, a Nabiça conseguiu escapar e só alguns dias depois foi possível apanhá-la. Com o passar do tempo, os outros foram sendo adotados. Primeiro os mais curiosos, depois os mais tímidos. E ela acabou por ser a única a f**ar para trás. Muitas vezes, quem nos visita procura o cão de colo, sociável, que faz festa a toda a gente. Os mais tímidos e frágeis acabam, quase sempre, por f**ar esquecidos. Como a Nabiça.

Por ser muito pequenina e, muitas vezes, preferir esconder-se no interior da sua box quando se sente mais insegura, acaba por passar bastante despercebida no meio de tantos outros cães. Quem pára um pouco para a observar, percebe que ali está uma menina com muito para dar, apenas à espera de alguém que tenha paciência para a conhecer.

Com o tempo e alguma dedicação, a Nabiça já começou a mostrar um pouco mais de si às pessoas em quem confia. Hoje, quando vê alguém aproximar-se, ladra através das grades da box como quem diz: “Estou aqui, por favor, olha para mim.” É a sua forma tímida de pedir atenção e mostrar que também quer ser vista.

A Nabiça precisa de alguém que esteja disposto a dedicar tempo a conquistar a sua confiança. Alguém que compreenda que, antes de um passeio, pode ser preciso simplesmente sentar-se ao seu lado na box. Alguém paciente, que lhe mostre que é seguro confiar, que nem todas as pessoas lhe querem fazer mal e que, aos poucos, a ajude a ultrapassar os seus medos. Com a pessoa certa, sabemos que vai conseguir baixar a guarda e mostrar tudo o que tem dentro daquele corpinho pequeno.

A Nabiça não pede muito. Só alguém que lhe dê tempo, espaço e um bocadinho de carinho. O resto, fará ao seu ritmo. 🧡

Nabiça: http://www.portugalzoofilo.net/minisites/pz/ficha_cao.jsp?inst_id=13&animal_id=17824&origem=pesquisa&navigation=null #

ADOTA: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdPnGkQ2ksr6b7TsC5ph95jWoHor_QBKDIeeS6fWh58Pi17xw/viewform

Celebrou-se ontem o Dia da Mãe e, por isso, queremos que parem um momento, leiam devagar e sintam.Hoje damos-vos a conhe...
04/05/2026

Celebrou-se ontem o Dia da Mãe e, por isso, queremos que parem um momento, leiam devagar e sintam.

Hoje damos-vos a conhecer três mães que ainda vivem no abrigo: Bearnaise, Pokey e Anona. São apenas três entre muitas que nos chegam todos os anos assustadas, cansadas, muitas vezes em silêncio. Há algo que todas têm em comum: nunca deixaram de proteger os seus bebés, em momento algum.

Elas cuidam, aquecem, alimentam e dão tudo, mesmo quando já quase nada têm para dar. Os bebés crescem, tornam-se mais fortes e confiantes e rapidamente são adotados. Ganham novas vidas, novas famílias. E elas f**am para trás, esquecidas.

Porque poucos param para olhar para quem já deu tudo de si, para quem foi o alicerce de cada nova vida. Mas nós vemos. Vemos o amor que ainda carregam.

Porque elas não são o resto da história. São a história inteira.

Neste Dia da Mãe, pedimos apenas isto: olhem para elas com tempo e com o coração aberto.

Talvez não sejam as mais escolhidas, mas são, sem dúvida, das mais especiais.

Adotar uma mãe é dar amor a quem nunca deixou de o dar. 🧡

Bearnaise: http://www.portugalzoofilo.net/minisites/pz/ficha_gato.jsp?inst_id=13&animal_id=14478&origem=pesquisa&navigation=off

Pokey: http://www.portugalzoofilo.net/minisites/pz/ficha_cao.jsp?inst_id=13&animal_id=18237&origem=pesquisa&navigation=null

Anona: http://www.portugalzoofilo.net/minisites/pz/ficha_gato.jsp?inst_id=13&animal_id=18812&origem=pesquisa&navigation=off

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Terça-feira 14:00 - 17:00
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