Guarda Responsável UFU

Guarda Responsável UFU Conteúdo voltado à saúde e ao bem estar dos animais de companhia
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Nosso propósito é trazer à população informações a respeito da guarda responsável de cães e gatos. Nesta página abordaremos assuntos relacionados à saúde e bem estar dos seus animais de companhia, além de esclarecer dúvidas a respeito dos cuidados básicos destinados a eles.

🐾 Se você ama viajar com seu animal de estimação fique atento a essas dicas e informações que nós separamos para que sua...
15/07/2025

🐾 Se você ama viajar com seu animal de estimação fique atento a essas dicas e informações que nós separamos para que sua viagem com seu pet seja tranquila e segura !!!

Prurido é o termo técnico para coceira, não é uma doença em si, mas sim um sinal possível de distúrbio dermatológico.   ...
17/02/2021

Prurido é o termo técnico para coceira, não é uma doença em si, mas sim um sinal possível de distúrbio dermatológico.

Podemos classificar o prurido como agudo ou crônico, sendo o agudo (de modo repentino) uma forma de reação fisiológica a estímulos para remover substancias da pele ou afugentar insetos, assim como em nós humanos. O prurido crônico (que perdura) é capaz de diminuir a qualidade de vida dos animais e geralmente é devido a alguma doença.

O animal pode apresentar prurido de diferentes formas como lambeduras, esfregar em objetos, se esfregar com as patas, balançar de orelhas. A presença de feridas, pele avermelhada, inflamada ou outras alterações também podem ser indicadores de coceira.

Dentre as principais dermatopatias pruriginosas podemos classificá-las em infecciosas, por hipersensibilidade e parasitárias. Porém, devemos nos atentar, pois algumas doenças dermatológicas podem não induzir prurido expressivo, e algumas podem ser secundárias a outra doença de base.

Para o diagnóstico, o Médico Veterinário seguirá um raciocínio clínico para indicar exames complementares e dermatológicos para investigar a causa do prurido e tratar a doença de base caso haja.

Lembre-se de sempre controlar pulgas e carrapatos no ambiente e no animal para evitar doenças transmitidas por eles e também reações alérgicas por suas picadas.

FONTE: DE CARVALHO, A. C. S. P.; SILVA, A. S. A. Medidas terapêuticas para o controle e tratamento de prurido em cães: Revisão bibliográfica. Anais SIMPAC, v. 2, n. 1, 2015.

Alopecia é  um distúrbio caracterizado pela ausência completa ou parcial de pêlo em áreas onde ele costuma estar present...
15/02/2021

Alopecia é um distúrbio caracterizado pela ausência completa ou parcial de pêlo em áreas onde ele costuma estar presente. Pode estar associada a múltiplas causas. Pode ser uma doença própria da pele ou ainda estar relacionada a uma doença sistêmica. Pode acometer tanto gatos como cães, mas que nem sempre é classificada como um problema. Por isso, quando seu animal apresentar alguma falha dos pêlos e/ou lesão na pele, é importante consultar um médico veterinário para um diagnóstico correto é um tratamento adequado.

As falhas da pelagem podem estar localizadas em algum ponto do corpo, vários pontos ou ainda pode acometer todo o corpo do seu animalzinho. As principais doenças que podem causar essa falha de pêlo são afecções cutâneas (dermatites, demodicoses, dermatofitose), doenças endócrinas (hipotireoidismo, hiperadrenocorticismo, hiperestrogenismo), neoplasia (linfoma epiteliotrópico) e Alopecia X.

As causas da alopecia felina patológica são afecções cutâneas (dermatite alérgica, adenite sebácea, queiletielose, demodicoses, dermatofitose), doenças endócrinas (hipertireoidismo, diabetes delito, hiperadrenocorticismo), neoplasia (alopecia paraneoplásica, carcinoma de células escamosas, linfoma epiteliotrópico) e associada a FIV e FeLV. Algumas doencas que acometem a pele e os pêlos dos animais são sim contagiosas, tanto para outros animais, como para os seres humanos!!

Por isso, é importante que ao perceber qualquer alteração na pele do seu animal, procurar rapidamente um médico veterinário, que fará exames para chegar no diagnóstico correto.

Para diagnóstico e tratamento, assim que identificada qualquer alteração na pele do seu animal, o melhor é procurar um médico veterinário de sua confiança para avaliação e, se necessário, o tratamento será prescrito da melhor forma.

TILLEY, L.P.; SMITH JR., F.W.K. Consulta veterinária em 5 minutos espécies canina e felina. 5. ed. Barueri, Manole, 2015. liv, 1495 p.

Durante as festividades de fim de ano, é muito comum o uso de fogos de artifício, mas é importante lembrar que os animai...
28/12/2020

Durante as festividades de fim de ano, é muito comum o uso de fogos de artifício, mas é importante lembrar que os animais têm audição muito melhor que a dos humanos, e para eles é um som muito intenso, por isso muitos animais se assustam com o barulho de tal forma que pode colocar sua segurança em risco.

Sabendo disso, é preciso se atentar aos sinais que seu animal pode mostrar nessa situação, para que fique mais fácil identificar se o estresse e medo aumentarem muito a ponto de precisar de intervenção. Os animais que apresentam medo de fogos de artifício podem acelerar os batimentos cardíacos e ficar ofegantes, se apresentarem ansiosos, e em casos mais graves até terem vômitos e convulsões, em animais doentes esses problemas podem se agravar.

É importante ter em mente que isso também afeta os animais silvestres da região, que também são muito sensíveis aos barulhos dos fogos e podem acabar sofrendo com isso.

Dessa forma, para evitar que seus animais se machuquem é bom mantê-los dentro de casa, em um cômodo mais calmo e com local para se abrigar, isso ajuda a impedir que eles fujam, pulem janelas ou cercas e se machuquem seriamente. Além disso, não os deixe sozinhos no momento da queima dos fogos. Programe- se para gastar bastante energia do seu pet antes do horário da queima de fogos, isso ajuda para que fiquem mais calmos.

Em casos de viagens, certifique-se que haja um local seguro e supervisionado para o animal ficar nessa hora, não exagere nos petiscos e refeições para tentar evitar episódios de vômitos. Se mesmo com todas essas medidas, seu pet ainda sofra por medo, pode ser interessante conversar com o veterinário que o acompanha sobre a possibilidade de uso de medicação para acalmá-lo, como florais ou feromônios e até mesmo medicamentos. Outra forma de ajudar seu animal é buscar ajuda profissional para dessensibilizá-lo gradativamente do barulho dos fogos, fazendo treinos, para que, aos poucos o animal consiga se manter bem com esse tipo de situação, sempre associando a coisas boas.

FONTES
https://amparanimal.org.br/o-impacto-dos-fogos-de-artificio-em-animais-domesticos/
https://www.agazeta.com.br/revista-ag/pet/saiba-quais-os-riscos-dos-fogos-de-artificio-para-os-animais-1119
https://www.ultimosrefugios.org.br/single-post/2017/12/23/impactos-dos-fogos-de-artif%C3%ADcio-sobre-os-animais


É bastante comum ver pessoas dirigindo com o pet no colo ou até mesmo solto pelo carro e, a princípio, você pode achar q...
24/12/2020

É bastante comum ver pessoas dirigindo com o pet no colo ou até mesmo solto pelo carro e, a princípio, você pode achar que não tem nada demais nisso, mas a verdade é que essa atitude representa um risco para sua segurança e a do seu animalzinho. Dirigir com o animal solto no carro aumenta a probabilidade dele distrair o motorista, se mover para um local que atrapalhe a direção e favorecer a ocorrência de um acidente. E no caso de um acidente, o animal pode sofrer traumatismos e vir a óbito caso não esteja protegido de forma adequada.
Os cintos de segurança e as caixinhas de transporte são as opções mais comuns para transportar o seu animalzinho com total segurança. Os cintos de segurança mantêm o seu pet protegido e preso ao banco traseiro. Atualmente há modelos que funcionam como adaptadores presos às coleiras peitorais, mas também há modelos mais completos, de forma que basta fixar no encaixe do cinto do carro ou junto ao cinto de segurança. Já em relação às caixas de transporte é importante observar que elas devem ser resistentes, ventiladas e de acordo com as medidas do animal, você pode inclusive colocar um cobertor dentro dela para ficar macio e confortável. As melhores possuem uma alça (pegador) para transporte, trava para fechamento das portas, grades (fendas) de ventilação, cantos arredondados para limpeza fácil e bastante espaço. Além disso, a caixa deve estar presa ao assento através do cinto de segurança, não deve ficar solta no assento! Vale ressaltar ainda que existem muitas caixas de transporte feitas de tecido, no entanto, estas não são as melhores opões pois não protegem suficientemente o animal em caso de acidente ou freadas mais bruscas.
É extremamente importante que o tutor acostume seu animalzinho usar as caixas transportadoras ou os cintos de segurança, antes da viagem, para que o pet não sofra um estresse desnecessário e que pode comprometer sua saúde. Se você não sabe como realizar essa familiarização do animal com os caixas ou cintos, busque se informar com um veterinário de sua confiança, para garantir que o animal não estabeleça associações negativas com o confinamento e o transporte.
ATENÇÃO: Nunca deixar o animal sozinho no carro, pois a temperatura pode aumentar muito dentro do veículo. Mesmo não estando no verão, em poucos minutos a temperatura pode aumentar muito e trazer diversos problemas, levando até à morte. Sem falar no medo, ansiedade e estresse de ficar sozinho no carro!

Antes de mais nada, procure o médico veterinário o mais rápido possível, levando com você o produto suspeito de ter caus...
19/12/2020

Antes de mais nada, procure o médico veterinário o mais rápido possível, levando com você o produto suspeito de ter causado o problema, ou pelo menos o nome ou a foto do produto.

É importante que você não tente oferecer nada ao animal, como algum alimento ou água. Algumas pessoas acreditam que o leite ou o ovo podem ajudar a reverter o quadro de envenenamento, mas não é verdade. Não tente também resolver o problema com receitas caseiras, pois não dá certo. Algumas substâncias podem até aumentar ainda mais o efeito do veneno em vez de inibi-lo.

Se você tiver em casa carvão ativado (que é vendido em farmácias ou petshops), dilua em água e dê para o animal beber, enquanto o leva para o atendimento veterinário, Só tente dar para o animal se ele estiver consciente e conseguindo engolir, porque caso contrário poderá provocar pneumonia.

Existe um serviço por telefone chamado CEATOX, que orienta o que deve ser feito em cada caso de intoxicação. Ele funciona 24hs por dia e recebe ligações do país todo: 0800 0148 110. Essa orientação será bastante útil para o veterinário que estiver atendendo o seu animal, pois ele poderá realizar os procedimentos e terá as informações veterinárias adequadas, já que este é um serviço para humanos.

Lembre-se que quanto mais rápido chegar ao atendimento veterinário, maiores são as chances de sobrevivência do seu animal.

Muitos alimentos atrativos para o paladar humano podem fazer mal para o pet. Entre eles, o chocolate. O chocolate tem em...
12/12/2020

Muitos alimentos atrativos para o paladar humano podem fazer mal para o pet. Entre eles, o chocolate. O chocolate tem em sua composição a teobromina, que é um componente tóxico tanto para cães quanto para gatos. A dose que faz mal para o seu animal é muito variável, ou seja, ele pode comer apenas um pedacinho e já apresentar sintomas severos. Por isso, não ofereça chocolate para o seu pet.

Se o seu animal comer chocolate, entre outros sintomas, poderá ficar ofegante e apresentar vômitos, diarreia e convulsões. Em casos de intoxicação o seu animal deve ser levado imediatamente para o Médico Veterinário. Apenas esse profissional poderá oferecer o tratamento necessário para ajudar o seu animal.

Existem alternativas ao chocolate para você dar de petisco para o seu pet. Sempre atente-se se é adequado para o animal que você tem em casa. Alguns alimentos podem ser oferecidos para cães mas não são indicados para o gatos, por exemplo. Além disso, cuidado com a quantidade. Afinal, não queremos que o seu pet fique com sobrepeso, não é mesmo? O sobrepeso, assim como em humanos, pode ser desencadeador de várias doenças.

Volte em nossa página e confira o post do dia 25/11, lá falamos mais sobre petiscos.

Fonte:
Toxicologia Aplicada à Medicina Veterinária – SPINOSA, H. S., GÓRNIAK, S. L., PALERMO-NETO, J.
http://revistas.unoeste.br/index.php/ca/article/view/870/1174

Esses são alguns exemplos de medicamentos que são tóxicos para cães e gatos, mas existem vários outros medicamentos que ...
11/12/2020

Esses são alguns exemplos de medicamentos que são tóxicos para cães e gatos, mas existem vários outros medicamentos que podem causar intoxicação nos nossos animais.

O Paracetamol que causa êmese, anorexia, ptialismo, letargia e depressão, sendo os sinais mais graves como cianose, edema de membros, icterícia, taquipnéia e dispneia, nos gatinhos.

O ácido acetilsalicílico intoxica tanto cães quanto gatos, causando anorexia, depressão, êmese, sialorréia intensa progredindo para hipertermia, gastroenterite hemorrágica, acidose metabólica, icterícia, anemia, convulsões e morte.

As Avermectinas e Milbemicinas causam intoxicações apenas em algumas raças de cães como Collie, Sheep dog, Pastores de Shetland, Border Collie e mestiços causando ataxia, depressão, desorientação, sialorréia, midríase, ausência de reflexos pupilares, bradicardia, cegueira transitória, progredindo para agitação, hiperestesia, convulsão, hipertermia e hipermetria.

O medicamento Pyridium® causa nos gatinhos depressão, taquipneia, dispneia, urina e fezes de coloração alaranjada, mucosas pálidas e icterícia.

Os diclofenacos também causam intoxicação nos animais, causando lesões na mucosa gástrica que levam a úlceras e até perfurações estomacais, e por isso os sinais clínicos são hematêmese, melena, anorexia e prostração.

Por isso, nunca ofereça nenhum medicamento para seu animal sem o conhecimento do seu médico veterinário, e caso ele chegue a ingerir por acidente, leve-o imediatamente ao seu veterinário para que ele possa ser atendido.

CRIVELLENTI, L. Z.; CRIVELLENTI, S. B. Casos de rotina em medicina veterinária de pequenos animais. 2ed. São Paulo. Editora Medved Ltda, 2015.

FREITAS, A. P. B. Úlcera gástrica por uso de diclofenaco de potássio em um cão. REVET-FACIPLAT. Brasília - DF, v.3, n. 1, Set 2016.

Você sabia que os felinos adoram comer graminhas?Além de ser um aliado no enriquecimento ambiental do seu gato, a gramin...
07/12/2020

Você sabia que os felinos adoram comer graminhas?

Além de ser um aliado no enriquecimento ambiental do seu gato, a graminha auxilia no trânsito gastrointestinal tornando as fezes mais úmidas, porque as graminhas são compostas de fibras vegetais que atraem água. Com isso, ao facilitar a eliminação das fezes contribui no controle de bolas de pelos.

Nesse post você aprende como fazer uma graminha para seu gato.

Alguns cães também podem gostar de modiscar a grama.

Antes de presentear alguém ou a si mesmo com o animalzinho de estimação atente-se aos cuidados necessários à vida desse ...
01/12/2020

Antes de presentear alguém ou a si mesmo com o animalzinho de estimação atente-se aos cuidados necessários à vida desse pet. Percebemos, a cada dia mais, que cães e gatos são adquiridos por desejos momentâneos ou sem qualquer planejamento financeiro.

A falta de planejamentos familiar e financeiro no momento de aquisição de um animal é um dos principais responsáveis pelo abandono. Despesas com ração, vacinas, vermífugos, banho, tosa, controle de pulgas e cuidados veterinários devem ser consideradas, pois são básicas para os cuidados de qualquer pet.

Grande parcela de proprietários de cães e gatos acredita que os métodos de esterilização cirúrgica são muito radicais para serem utilizados como forma de controle reprodutivo de seus animais. No entanto, o controle populacional deve ser feito principalmente por meio castrações. Além de evitar crias indesejadas, prevenindo o abandono, a castração reduz a probabilidade de certas doenças, como neoplasias mamárias nas fêmeas castradas antes ou logo após primeiro cio.

A castração também diminui a fuga de cães e gatos para se acasalarem, reduzindo o risco de agressão às pessoas, de atropelamentos de animais e de transmissão venérea de doenças entre eles.

Na prática, observa-se, que muitos animais são deixados por seus donos devido ao nascimento de crianças na família, mudanças de casa ou de cidade ou mesmo devido a alguma doença que o animalzinho venha a ter, portanto antes de presentear alguém ou a si mesmo com um pet, entenda que se trata de uma vida. Os animais sentem amor, dor, alegrias e tristezas assim como nós.

Por isso, é fundamental que seja exercida uma guarda responsável. Esta prevê que o proprietário deve proporcionar uma vida sadia, em que estejam inclusas todas as necessidades psicológicas e fisiológicas do animal, zelando pelo seu bem-estar, assistindo-o desde o nascimento até a morte e se preocupando com o controle populacional.

Referências:

OMES, Caroline Cavalcante Maia. Guarda responsável de animais de companhia: um estudo sobre a responsabilidade civil dos proprietários e a entrega de cães e gatos na Diretoria de Vigilância Ambiental do Distrito Federal. 2013. 70 f., il. Monografia (Bacharelado em Medicina Veterinária). Universidade de Brasília, Brasília, 2013.

Pulgas e carrapatos são um problema bem comum em cães e gatos, não tem como erradicar esses parasitas de milhões de anos...
11/11/2020

Pulgas e carrapatos são um problema bem comum em cães e gatos, não tem como erradicar esses parasitas de milhões de anos, porém existe o controle, e é nesse que iremos focar.

Como foi abordado cerca de 95% desses parasitas são encontrados no ambiente. Visto que a maioria está fora do animal, esse será o maior foco dos nossos esforços no controle, sendo a limpeza fundamental! Locais limpos, arejados e com radiação solar, evitam a propagação e aumento dos parasitas. *Muito cuidado com manejo de produtos químicos*, pois estes devem ser sempre indicados por médicos veterinários, e ao adiministrar, não se esqueça dos EPI (equipamentos de proteção individual), respeitando sempre o tempo de ação do produto, e nunca fazer o uso com animais ou pessoas próximas.

Mesmo apresentando 5% de pulgas e/ou carrapatos, o animal deve ser tratado, sempre sob orientação de um médico veterinário, pois uso indiscriminados de produtos antiparasitários pode causar RESISTÊNCIA ao parasita, assim não tendo a efetividade de matá-lo, ou podendo causar INTOXICAÇÃO no seu animal. Então cuidado na hora de dar banhos, sempre respeitar o tempo de ação do produto. Leia a bula, ela irá informar como realizar o banho de forma correta. Uso de sprays, loções, talcos, stop-on e coleiras repelentes ajudam no controle, mas essas apresentações deverão ser usadas de forma correta e sempre respeitando a duração e ação do produto.

O controle deve ser integrado, tanto no ambiente quanto no animal, apenas equilibrando essas duas bases, a eficácia do controle será muito boa, assim protegendo nossos animais de doenças que esses parasitas podem transmitir e de finalmente aliviar aquela coceira, que tanto incomoda.

Fontes:

Zardo I.L.; Pereira M.L. Revisão em clínica médica de pequenos animais segurança, eficácia e praticidade dos ectoparasiticidas para pulgas e carrapatos de cães e gatos. Investigação, 2019.

FREITAS, K. T. S.; BARROS, J. B.; CARVALHO, A. V. Controle e prevenção de pulgas em cães e gatos: análise das ações dos tutores. Agriculturae, v.1, n.1, p.13-20, 2019.
@ Uberlândia

As doenças transmissíveis entre animais e humanos por meio do contato direto ou através de alimentos, água e meio ambien...
06/11/2020

As doenças transmissíveis entre animais e humanos por meio do contato direto ou através de alimentos, água e meio ambiente, são comumente chamadas de "zoonoses".

Zoonose é qualquer doença ou infecção que pode ser naturalmente transmitida entre animais e humanos, sejam eles portadores, reservatórios e/ou vetores. Por esta razão, os animais desempenham um papel essencial na manutenção das infecções zoonóticas na natureza

A relação entre humanos e animais, bem como os ambientes que compartilhamos podem ser uma fonte dessas zoonoses, que afetam a saúde pública e o bem-estar social e econômico da população mundial.

As zoonoses podem ser bacterianas, virais, fúngicas, parasitárias, ou podem envolver agentes não convencionais. Além de ser um problema de saúde pública, trazendo danos não apenas para a saúde dos pets como também das pessoas, muitas das principais doenças zoonóticas impedem a produção eficiente de alimentos de origem animal e criam obstáculos ao comércio internacional de produtos animais.
De maneira geral, a prevenção inclui a adequada higienização do ambiente, dos alimentos e a higiene pessoal, lavando as mãos sempre após entrar em contato com os animais e mantendo os locais habitados por estes em condições adequadas. Além disso, é importante manter a vacinação dos animais em dia e buscar sempre o auxílio do veterinário responsável pelo seu animal quanto às formas de prevenção e tratamento das doenças.
Algumas zoonoses importantes envolvendo os animais de companhia são:
· Leishmaniose;
· Leptospirose;
· Raiva;
· Toxoplasmose.

Referência: https://www.who.int/topics/zoonoses/en/

Endereço

Uberlândia, MG
38400-000

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