29/01/2026
Em versos de cordel, transformo minha dor em grito de justiça. Que a história do Orelha
não seja esquecida e que a lei proteja quem não tem voz.
Aqui venho demonstrar
A minha indignação
Pelo caso do Orelha
Que chocou a região
Foi um ato de maldade
De tamanha crueldade
Que fere o meu coração.
Foi tamanha a covardia
Que o cachorro sofreu
Nas mãos desses marginais
Onde a luz se escondeu
Pois quem maltrata um bicho
Trata a vida como lixo
E o amor ali morreu.
Eu peço aqui justiça
Ação da autoridade
Que a lei seja aplicada
Com toda a severidade
Pois o nome do Orelha
Na memória se assemelha
Ao sol da fraternidade.
A lei do homem é lenta
Mas a de Deus não atrasa
O preço vai ser cobrado
No fogo que o mal abrasa
Orelha, descanse em paz
Pois o céu agora faz
Do teu espírito uma casa.
Autoria: Janaína Rocha