07/01/2022
Existem dois tipos de Leishmaniose: cutânea e visceral. Nos animais, o segundo tipo é a mais comum, já que eles não são os hospedeiros preferenciais da Leishmaniose cutânea.
Os principais sinais clínicos associados à doença são:
Falta de apetite e perda de peso;
Lesões localizadas na face, orelhas e coxins;
Descamação na pele;
Queda de pelo ao redor dos olhos;
Crescimento exagerado das unhas;
Sangramento nasal.
Outros sinais que merecem atenção do tutor são: vômitos, diarreia, febre, uveíte ocular, conjuntivite e icterícia.
Ao identificar qualquer um dos sinais clínicos, procure por um médico veterinário de sua confiança para estabelecer um diagnóstico, que geralmente é obtido por meio de exames de sangue, punção de medula óssea e sorologias, como por exemplo, o PCR.
A melhor forma de prevenir a doença é evitando que o animal seja picado pelo mosquito transmissor, o que pode ser feito com ajuda de repelentes em spray e pipetas, além de coleiras que devem ser orientadas pelo médico-veterinário.
No Brasil, a doença também pode ser prevenida com a vacina “Leish-Tec”, que possui de 92% a 96% de proteção individual.
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Fonte: Geração Pet