31/03/2026
A leishmaniose ainda é vista por muitos tutores como uma doença “distante”.
Mas isso já não é mais verdade.
Hoje, regiões próximas de São Paulo — como Cotia, Atibaia, Diadema e áreas da zona norte — já apresentam casos registrados.
E o risco não está apenas em sítios ou áreas rurais.
O mosquito-palha, responsável pela transmissão, consegue se adaptar ao ambiente urbano, principalmente em locais com matéria orgânica, jardins e quintais.
Além disso, muitos cães se expõem sem que os tutores percebam — em viagens curtas, finais de semana em casas com área verde ou visitas a regiões próximas.
Outro ponto importante:
a leishmaniose é uma zoonose, ou seja, também pode afetar humanos.
Por isso, a prevenção precisa ser levada com seriedade.
E aqui entra um erro comum:
Nem todo antipulgas protegem contra o mosquito-palha.
A prevenção envolve produtos com ação repelente específica, como coleiras e algumas pipetas com indicação adequada — além de cuidados com o ambiente.
Falar sobre leishmaniose não é alarmismo.
É medicina preventiva baseada na realidade atual.
Se o seu pet frequenta áreas externas ou viaja, esse cuidado precisa fazer parte da rotina.
👩⚕️ MV Iara Leles | CRMV-SP 33.393
Dermatologia, Alergologia e Otologia Veterinária
📍 Moema – SP
📞 (11) 98290-4526