Equihealth

Equihealth Medicina Equina EQUIHEALTH conta com um atendimento diferenciado quando o assunto é a SAÚDE do seu CAVALO. M.V. Victor Hugo Avila CRMV:40.615

Assitência a haras e centro de treinamentos, Atendimento 24hrs, Acompanhamento clínico, Odontologia equina.

It was NEVER LUCK, it was ALWAYS GOD! 🙏🏻👊🏻
09/09/2025

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DAY by DAY of a DREAM 👊🏻🙏🏻🔥
30/07/2024

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Não é que não haja dificuldades, é que VENCEDORES não dão a elas permissão para dominar.A RESISTÊNCIA nos torna mais for...
16/04/2024

Não é que não haja dificuldades, é que VENCEDORES não dão a elas permissão para dominar.

A RESISTÊNCIA nos torna mais fortes e a superação nos leva ao SUCESSO

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“O homem não teria alcançado o possível se, repetidas vezes, não tivesse tentado o impossível.”
26/09/2023

“O homem não teria alcançado o possível se, repetidas vezes, não tivesse tentado o impossível.”

Don't limit your challenges, challenge your limits. 🔥
06/04/2023

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27/09/2022

A DERMOVILITE EXSUDATIVA VEGETANGE CRONICA (DEVC) ou pododermatite hipertrófica é conhecida popularmente como CRANCO DE RANILHA e se caracteriza como uma afecção que acomete os cascos de equinos de maneira crônica (LACERDA NETO et al., 2001).

A enfermidade ocorre nos tecidos queratogênicos e é caracterizada pela presença de lesões papilomatosas, exsudato purulento e desintegração ou descolamento do tecido córneo (GRECO et al., 2007). A região mais afetada é a da ranilha e seus sulcos, mas também pode afetar talões, bulbos, sola e parede do casco (AZZOLINI; BASTOS; BARROS, 2019).

A etiologia da DEVC ainda não está definida e, durante muitos anos, esteve associada a baixas condições de higiene das instalações e dos cascos (GRECO et al., 2007; LACERDA NETO et al., 2001).

O tratamento da DEVC deve ser realizado o mais breve possível, pois a sua demora pode ocasionar o acometimento de estruturas importantes localizadas sob o tecido dérmico, tais como o tendão flexor digital profundo e a falange distal (LACERDA NETO et al., 2001). Normalmente, é realizado a partir do debridamento cirúrgico do tecido afetado ou a partir do uso de fármacos com aplicação tópica que apresentem ação antibiótica ou efeito cáustico (AZZOLINI; BASTOS; BARROS, 2019).

A pressão arterial (PA) é definida pela força exercida pelo sangue por unidade de superfície da parede vascular, refleti...
13/09/2022

A pressão arterial (PA) é definida pela força exercida pelo sangue por unidade de superfície da parede vascular, refletindo a interação do débito cardíaco com a resistência periférica sistêmica. A pressão sistólica representa a mais alta pressão nas artérias, sendo associada com a sístole ventricular cardíaca. A aferição indireta da pressão arterial ainda é subutilizada na medicina equina, mas oscilações já foram descritas em casos de cólica, laminite e epistaxe. São diversas as formas de aferição usadas, destacando-se as técnicas invasivas e não invasivas (oscilométrica e guiada pelo uso do Doppler)

Estudos mostram que a mensuração da pressão arterial coccígea revela-se um excelente guia prognóstico por permitir uma avaliação objetiva da condição circulatória do paciente (PARRY, 1994b).

A medição da pressão arterial é uma técnica precisa que detecta alterações cardiovasculares graves antes de ocorrer alteração na freqüência cardíaca (GOLOUBEFF, 1993). Sua mensuração é importante tanto para estabelecer a linha de base antes do início da fluidoterapia quanto para indicar uma efetiva restauração do volume hídrico durante a mesma (SEAHORN; SEAHORN, 2003).

Com aferição na artéria coccígea, local preferencial para esta medida, os valores são usualmente registrados como CUCV (valores coccígeos não corrigidos).

A pressão sistólica normal eqüina varia entre 80 e 140 mmHg CUCV.

A técnica de mensuração da pressão arterial pelo método indireto na artéria coccígea mostrou-se de fácil execução. Isso se aplica principalmente à pressão arterial sistólica (PAS), sendo o aparecimento do som facilmente percebido. Já a pressão arterial diastólica (PAD), apresenta dificuldade inicial para determinação. Com treinamento, em animais com pressão normal ou alta essa dificuldade diminui, porém pode ser impossibilitada em animais com pressão muito baixa.

⚠️ALERTA E CUIDADO COM SEUS ANIMAIS ⚠️Traumas envolvendo a região da cabeça em equinos não são raros (Ragle, 1993), pode...
30/06/2022

⚠️ALERTA E CUIDADO COM SEUS ANIMAIS ⚠️

Traumas envolvendo a região da cabeça em equinos não são raros (Ragle, 1993), podendo resultar em fraturas de mandíbula ou maxila que alteram a capacidade de apreensão e trituração dos alimentos, levando à inapetência ou à anorexia (Ragle, 1993; Valadão et al., 1994) Também tem grande importância por interferirem na alimentação e colocarem em risco a vida do animal.

As lesões podem ser ocasionadas por coices, acidentes com veículos automotivos, pancadas em objetos estáticos durante exercício ou por acidentes que levam à avulsão de dentes incisivos (Denny, 1989; Auer, 2000), e podem ser diagnosticadas por meio de exame radiográfico ou tomografia computadorizada (Kuemmerle et al., 2009). No equino, a mandíbula sofre repetidas forças durante a mastigação, e a fixação de fratura nesse osso tem por objetivo a restauração da oclusão e o retorno à função (Peavey et al., 2003). As principais formas de estabilização são: cerclagens ou hemicerclagens (Henninger e Beard, 1997; Henninger e Beard, 1999), acrílico intraoral, placa e parafusos (Auer, 2000), fixação esquelética externa (Peavey et al., 2003). Segundo Peavey et al. (2003), a utilização de placa DCP de característica compressiva (dynamic compression plate) proporciona maior resistência biomecânica à flexão, quando comparada à placa de acrílico intraoral associada a cerclagens interdentárias ou a fixador esquelético externo com ou sem cerclagens interdentárias.

Neste animal houve uma Fratura múltipla dos ramos horizontal da mandíbula e no espaço interdental.

Os ossos sesamóides proximais fazem parte do aparelho suspensório da articulação metacarpo-falangeana, impedindo a hiper...
03/06/2022

Os ossos sesamóides proximais fazem parte do aparelho suspensório da articulação metacarpo-falangeana, impedindo a hiperextensão durante o exercício extenuante. As fraturas dos ossos sesamóides proximais podem ser apical, medial, basilar ou abaxial.
Artroses, exercício extenuante, cargas excessivas e não adaptação a remodelação são fatores que contribuem para que ocorram essas lesões.

As fraturas de sesamóideo distais são muito comum na rotina clínica podendo ser confundida também
com os sesamóides distais bipartidos ou tripartidos são raros e pouco descritos na literatura. Eles se diferem das fraturas por apresentarem dois centros de ossificação que nunca se unem e linhas radioluscentes que dividem o navicular em dois ou três fragmentos. Para Thrall(2010), os fragmentos apresentam margens homogêneas e arredondadas, separadas por grandes fendas radioluscentes.

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