Homeopatia Veterinária - GleDal

Homeopatia Veterinária - GleDal Temos preços acessíveis, converse com a gente! Sou médica veterinária formada pela FMVZ/USP e iniciei meus estudos de Homeopatia com o Prof. Dra.

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05/08/2024

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Listen to HomeoCast on Spotify. Vamos conversar sobre Homeopatia? Aquela com H, feita pelos discípulos de Hahnemann, o organizador desta medicina que pensa tão diferente da medicina convencional? Sou médica-veterinária, com formação generalista, mas optei por focar na Homeopatia Veterinária e...

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19/07/2024

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Lendo o livro "Homeopathic Pharmacy Theory and Practice" de Steven B. Kayne me surpreendi com uma citação da homeopatia ...
07/02/2024

Lendo o livro "Homeopathic Pharmacy Theory and Practice" de Steven B. Kayne me surpreendi com uma citação da homeopatia veterinária por Hannemann e, buscando a bibliografia, não a encontrei com facilidade. Pedi - inclusive, auxílio à biblioteca da faculdade, sem sucesso.

Então, tomando coragem e já certa do não, entrei em contato direto com o Sr. Kayne e, após exaustiva procura por parte dele, o artigo foi encontrado e enviado para mim :o

Estou extremamente grata a esta pessoa e disponibilizo o artigo enviado para que mais pessoas tenham acesso.

Analisando-o, infelizmente, não estamos no caminho certo à prática da Homeopatia Veterinária... Gostaria da opinião de vocês também.

Saudações,
Liura.

Lendo o livro "Homeopathic Pharmacy Theory and Practice" de Steven B. Kayne me surpreendi com uma citação da homeopatia veterinária por Hannemann e, buscando a…

18/03/2023

§ 40

III. Ou a nova doença, após haver agido longamente no organismo, finalmente une-se à antiga que lhe é dessemelhante, e forma com ela uma moléstia complexa, de modo que cada uma delas ocupa determinado
lugar do organismo, isto é, ocupa os órgãos que mais se adaptam a ela, e, por assim dizer, somente os lugares que lhe pertencem, deixando o restante do organismo para a outra moléstia que lhe é dessemelhante. Assim, um sifilítico pode ter sarna, e vice-versa. Pois duas moléstias dessemelhantes entre si não podem remover-se, ou curar-se mutuamente. Primeiro os sintomas venéreos são interrompidos e suspensos quando a erupção da sarna começa a aparecer; com o decorrer do tempo, contudo (visto que a Syphillis é pelo menos tão intensa quanto a sarna), ambas se combinam (*), isto é, cada uma afeta apenas as partes do organismo que mais se adaptam a elas, com o que o paciente se torna mais doente e mais difícil de curar.
Quando dois males agudos infecciosos dessemelhantes se encontram, como por exemplo, varíola e sarampo, um geralmente suspende o outro, como já vimos; contudo, já tem havido, também, diversas epidemias fortes desta espécie, em que, em casos raros, dois males agudos dessemelhantes ocorreram simultaneamente no mesmo corpo, e por algum tempo combinaram-se, por assim dizer.
Durante uma epidemia, em que a varíola e o sarampo ocorreram ao mesmo tempo, entre trezentos casos, em que estas doenças evitaram-se ou suspenderam-se, e o sarampo atacou os pacientes vinte dias após haver irrompido a varíola, reaparecendo esta última moléstia, contudo, dezessete ou dezoito dias após o aparecimento do sarampo, de modo que a primeira já havia completado o seu curso normal, não obstante houve um único caso em que P. Russel, encontrou ambas estas doenças dessemelhantes em uma pessoa ao mesmo tempo. Rainey testemunhou a ocorrência simultânea de varíola e sarampo em duas meninas. J. Maurice, em toda a sua vida de clínico, só observou dois casos desses. Encontram-se casos semelhantes nas obras de Ettmüller, e nos escritos de alguns outros autores.
Zencker, viu casos de febre vacínica em que esta percorreu seu curso normal simultaneamente com sarampo e com púrpura.
A febre vacínica progrediu sem ser afetada, durante o tratament por mercúrio administrado em um caso de Syphillis, como observou Jenner.

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(*) Experiências cuidadosas e curas de males complexos desta espécie convenceram-me firmemente de que não ocorre verdadeiramente uma combinação dos dois, mas que em tais casos ambos coexistem lado a lado, cada um na parte que se lhe adapta, pois sua cura é conseguida completamente com uma alternância oportuna dos melhores meios antissifilíticos, com os que curam a sarna, cada um deles na dose e preparação mais adequada.

17/03/2023

§ 39

Os adeptos da escola oficial de medicina já haviam notado isto há muitos séculos; observaram que a própria natureza não pode curar qualquer moléstia por meio de outra, por mais forte que seja, se a nova moléstia for dessemelhante da já presente no organismo. O que pensaremos deles, que não obstante continuaram a tratar as doenças crônicas com alopatia, isto é, com medicamentos e receitas capazes de
produzir que estados mórbidos Deus sabe, quase invariavelmente dessemelhantes da moléstia a ser curada!
E muito embora os médicos não tenham até agora observado a natureza com atenção, os fracos resultados de seus tratamentos deveriam ter-lhes ensinado que estavam em caminho impróprio, falso.
Não percebiam eles (segundo seu costume) que, quando empregavam um tratamento alopático agressivo, em uma doença crônica, criavam apenas uma doença artificial dessemelhante da original, que, simplesmente suprimida, apenas suspendia o mal original, o qual, contudo, sempre retornava, como não podia deixar de ser, assim que as forças do paciente, diminuídas, não mais admitiam a continuação dos ataques alopáticos à sua vida? Assim, o exantema da sarna desaparece sem dúvida rapidamente com o emprego de purgativos violentos, repetidos com frequência; mas quando o paciente não pode mais suportar a moléstia dos intestinos (dessemelhante), e já não pode tomar purgativos, então a erupção cutânea irrompe como antes, ou a Psora interna se revela com maus sintomas, e o paciente, além de seu mal antigo que não se atenuou, tem de suportar as misérias de uma digestão estragada e dolorosa, e, além disso, uma fraqueza igual.
Assim, também, quando os médicos oficiais mantém as ulcerações artificiais da pele e exutórios no exterior do corpo, com o fim de erradicar uma doença crônica, não podem jamais atingir o seu objetivo desta maneira, e não podem jamais curá-la assim, visto que tais ulcerações cutâneas artificiais, são bem estranhas e alopáticas à
afecção interna; mas visto que a irritação produzida por escarif**ações (*) é, às vezes, um mal mais forte (dessemelhante) que a doença interna, esta última é, às vezes, por ela silenciada e suspensa, por uma ou duas semanas. Mas é apenas suspensa e por muito pouco tempo, enquanto as forças do paciente se esvaem pouco a pouco. A epilepsia, suprimida mediante escarif**ações (*), por muitos anos, invariavelmente volta, e de forma mais grave, desde que se deixe que sarem, de acordo com Pechlin
e outros. Mas purgantes para a sarna e exutórios para epilepsia, não podem ser agentes perturbadores mais heterogêneos, mais diferentes – não podem ser modalidades de tratamento mais alopáticos, mais exaurientes – que as receitas comuns, compostas de ingredientes desconhecidos, usados comumente para outras formas de moléstias. Estas, da mesma maneira, nada fazem a não ser debilitar, e somente suprimem ou suspendem o mal por período curto, sem serem capazes de curá-lo, e quando empregadas por períodos mais extensos, sempre acrescentam um novo estado mórbido à doença antiga.

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(*) N.T. No alemão usa-se “Fontenelle”, que traduzimos por escarif**ações.

16/03/2023

§ 38

II. Ou o caso de a nova doença dessemelhante ser mais forte. Aí, a moléstia que afligia anteriormente o paciente, sendo mais branda, será contida e suspensa pela superveniência de um mal mais forte, até que este último tenha se extinto ou curado, e então reaparece a moléstia primitiva não curada. Duas crianças afetadas por uma espécie de epilepsia curaram-se dos ataques do mal após contraírem uma infecção de tinha (tínea); assim que a erupção na cabeça passou a epilepsia voltou com igual intensidade que antes, como Tulpius observou. A sarna, como observou Schoepf, desapareceu com a ocorrência de escorbuto, mas após a cura desta última moléstia, reapareceu. Assim, também a tuberculose pulmonar com cavernas permaneceu estacionária quando o paciente foi atacado de violento tifo, prosseguindo mais tarde quando o último mal terminou seu curso.
Ocorrendo mania em um paciente de tuberculose pulmonar, esta, com todos os sintomas será removida pela primeira; porém, se passar, retornará a tuberculose imediatamente, sendo então fatal. Quando o sarampo e a varíola existem ao mesmo tempo e contaminaram a mesma criança, então o sarampo que já tinha irrompido é geralmente detido pela varíola que veio algo mais tarde; o sarampo não retoma seu curso até após a cura da varíola. Com certa frequência, ocorre que a vacina da
varíola inoculada f**a suspensa por quatro dias pela superveniência do sarampo, conforme observou Manget, após cuja descamação a vacina da varíola completa o seu curso. Mesmo quando a inoculação da vacina da varíola já havia pegado há seis dias, irrompendo então o sarampo, a inflamação da inoculação permaneceu estacionária, não se seguindo a vacina da varíola até haver o sarampo completado seu curso normal de sete dias. Em uma epidemia de sarampo, este mal atacou diversos indivíduos no quarto e quinto dias após a inoculação da vacina da varíola, impedindo-lhes o desenvolvimento até
haver completado o seu curso, findo o qual apareceu a vaccínia que teve sua evolução benigna até o fim. A escarlatina de
Sydenham (*), a verdadeira, lisa, com aparência de erisipela, acompanhada de dor de garganta, foi interrompida no quarto dia pela irrupção da vaccínia, que seguiu seu curso normal, e não foi senão quando este terminou que a escarlatina reapareceu; em outra ocasião, porém, visto que ambas as doenças parecem ser de igual intensidade, a vaccínia foi suspensa no oitavo dia pela superveniência da verdadeira escarlatina lisa de Sydenham, e a auréola vermelha da primeira desapareceu até que passasse a escarlatina, quando então a vaccínia retomou imediatamente seu curso, até o seu término regular. O sarampo suspendeu a vaccínia; no oitavo dia, quando a vaccínia havia quase atingido o seu clímax, o sarampo irrompeu; as vaccínias permaneceram estacionárias, sem retomar e completar seu curso até a descamação das marcas de sarampo, de modo que no décimo sexto dia apresentava a aparência que deveria apresentar no décimo dia, como observou Kortum.
Mesmo após a erupção do sarampo se fez sentir a inoculação vaccínica, porém não se desenvolveu em seu curso até o desaparecimento do sarampo, também conforme testemunhou Kortum. Eu mesmo observei que a caxumba (angina parotidea) desaparece imediatamente ao começar a fazer sentir os efeitos da vacina da varíola, ao aproximar-se esta de seu ponto máximo. Não foi antes do término completo da vaccínia e do desaparecimento de sua auréola vermelha que esta tumefação febril das glândulas parótidas e submaxilares, causada por um miasma peculiar (caxumba), reapareceu e desenvolveu-se por todo o seu curso normal de sete dias. Assim sucede com todas as moléstias dessemelhantes; a mais forte suspende a mais fraca (quando uma não complica a outra, o que raramente ocorre com males agudos), porém uma jamais cura a outra.

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(*) Descrita com grande precisão por Withering e Plenciz, porém diferindo muito da púrpura, quase sempre chamada erroneamente de febre escarlate. Foi somente nos últimos anos que as duas, primeiramente moléstias muito diferentes, vieram a se aproximar em seus sintomas.

15/03/2023

§ 37

Assim, também, sob tratamento médico ordinário, um mal crônico antigo permanece incurado e inalterado se tratado de acordo com o método alopático comum, isto é, com medicamentos incapazes de produzir em indivíduos sãos um estado de saúde semelhante à doença, muito embora o tratamento dure anos a fio e não seja de caráter muito violento (*). Isto vemos diariamente na prática, sendo, portanto, desnecessário dar quaisquer exemplos.

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(*) Mas se tratado com remédios alopáticos enérgicos, formar-se-ão outros males em seu lugar, mais difíceis e perigosos à vida.

14/03/2023

§ 36

I. Ou as duas doenças dessemelhantes coexistentes no ser humano são de força igual, ou ainda, se a mais antiga for mais forte, a nova moléstia será repelida do corpo pela anterior, e não lhe será permitido afetar o organismo. Um paciente que sofra de severo mal crônico grave, não será atacado de disenteria outonal ou outra moléstia epidêmica de vigor moderado. A peste do Levante, de acordo com Larrey não atinge os locais assolados por escorbuto, e as pessoas que sofrem de eczema não são tampouco infectadas por esse mal. O raquitismo, afirma Jenner, impede que a vacinação contra varíola surta efeito. Os pacientes de tuberculose pulmonar não são suscetíveis a ataques de febres epidêmicas de caráter não muito violento, de acordo com von Hildenbrand.

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