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Laboratório Quimoeste,  porque seu Cavalo Vale Ouro ❤🐎❤
15/01/2021

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LaminitePor Débora Carvalho MeldauA laminite, popularmente conhecida como aguamento, é definida como um processo inflama...
19/02/2020

Laminite

Por Débora Carvalho Meldau
A laminite, popularmente conhecida como aguamento, é definida como um processo inflamatório agudo ou crônico das estruturas sensíveis do casco, que resulta em claudicação e deformidades permanentes do casco.

Esta condição foi relatada pela primeira vez por Aristóteles, por volta de 350 a.C., quando este a denominou “doença da cevada”.

A laminite habitualmente está relacionada com a excessiva ingestão de grãos, apesar de também pode estar relacionada com fatores genéticos, idade, falta de exercícios, umidade ou quadros de toxemia. Os diversos fatores que possivelmente estão envolvidos no surgimento da laminite variam em complexidade e grau de severidade conforme ao manejo aos quais os animais estão sendo submetidos.

Acomete todas as espécies de animais domésticos que possuem cascos, sendo mais comum em eqüinos. É rara a ocorrência dessa afecção em bovinos, acometendo-os, especialmente, os animais confinados, em conseqüência das condições de alimentação as quais estes são submetidos.

Ainda não se conhece ao certo o mecanismo de desencadeamento da laminite. Há hipóteses de que esta condição resulte de um excesso de histamina, que leva a um ingurgitamento do leito vascular do casco. Contudo, estudos experimentais desta doença têm evidenciado que o suprimento sanguíneo arterial da lâmina do casco é extremamente reduzido ao invés de ser elevado.

Quando o animal ingere uma quantidade excessiva de grãos, há um aumento da produção de ácidos láctico no trato digestivo, havendo destruição de um número elevado de bactérias e conseqüente liberação se suas toxinas. A acidose ruminal resulta em uma lesão da mucosa do rúmen, com conseqüente aumentando de sua permeabilidade, causando uma endotoxemia e acidose sistêmica, que leva à vasoconstrição periférica, com diminuição do fluxo sanguíneo nas lâminas do casco.

Outras causas secundárias relacionadas ao surgimento da laminte incluem: ingestão de água fria após realização de exercícios; infecções sistêmicas como endometrite, salmonelose e colite; traumas ou traumas ou exercícios físicos em excesso em animais não condicionados e doenças seguidas por quadro endotoxêmicos.

As manifestações clínicas variam com o caso. Na laminite aguda, os animais apresentam dor, ansiedade acompanhada de tremores musculares, sudorese e aumento da frequência cardíaca e respiratória. Os casos acometidos apresentam-se quentes e visivelmente inflamados. O animal f**a relutante em locomover-se, f**ando deitado quase todo o tempo e, quando forçado a andar, caminhar sobre os talões. Já nos casos crônicos, os cascos crescem em comprimento, perdendo a elasticidade e densidade normais na sola, passando a f**ar mais quebradiço. A claudicação pode sumir, porém o animal caminha desajeitadamente.

O diagnóstico é feito com base no histórico alimentar e no quadro apresentado pelo animal.

O tratamento deve ser iniciado o quanto antes, procurando retirar a causa ou fator predisponente e aliviar a dor do animal. Após o diagnóstico, o animal deve primeiramente ser colocado em um local com chão mole, com forragem e água de boa qualidade, sem fornecer concentrado ao animal. Analgésicos e antiinflamatórios podem ser usados visando minimizar o problema. Duchas de água fria também são indicadas, várias vezes ao dia, pois apresenta ação descongestionante, causando bem-estar ao animal. Também é indicada a aplicação de metionina que auxilia no processo de aceleramento de queratinização do casco. Com relação aos casos crônicos, o tratamento não é tão ef**az, quando se tratar de animais de alto valor zootécnico, recomenda-se o tratamento cirúrgico.

A prevenção dessa afecção é feita por meio da adoção de medidas que evitem a ocorrência de acidose láctica, através de um apropriado esquema de adaptação para animais que irão receber dietas com elevados níveis de concentrados e o uso de produtos alcalinizantes na ração. Com relação aos animais que se encontram parados a um certo tempo (eqüinos), deve-se tomar muito cuidado nos primeiros dias de trabalho, procurando não exigir muito destes. Nos casos de bovinos, recomenda-se evitar o confinamento de animais muito novos.

A ADENITE EQUINA, CONHECIDA TAMBÉM PELO NOME DE GARROTILHO, SE DEVE AO FATO DA APARÊNCIA QUE O CAVALO ASSUME,  PARECENDO...
19/02/2020

A ADENITE EQUINA, CONHECIDA TAMBÉM PELO NOME DE GARROTILHO, SE DEVE AO FATO DA APARÊNCIA QUE O CAVALO ASSUME, PARECENDO ESTAR ESTRANGULADO (GARROTEADO) DEVIDO AO AUMENTO DE VOLUME DOS LINFONODOS.
É uma enfermidade infectocontagiosa purulenta causada por Streptococcus equi. Está distribuída mundialmente, sendo responsável por signif**ativas perdas econômicas.

A enfermidade caracteriza-se por inflamação do trato respiratório “superior”, acomete principalmente os equídeos jovens por sofrerem baixas na resistência, principalmente em tempo frio e úmido, desmama, reuniões de potros em recintos de corrida e leilões, transportes prolongados, treinamento intensivo e superlotação nas instalações.

A transmissão do garrotilho ocorre de duas formas:

Forma direta: entre equinos que estão incubando a doença e que apresentam sinais, como o corrimento nasal, que ao tossir, espirrar e relinchar espalha pus sob a forma de aerossol contaminando a água, o ar e os alimentos, facilitando a difusão da enfermidade, praticamente em todos os animais susceptíveis.
Forma indireta: como fômites, buçais, pastagens e estábulos contaminados com secreções.

Os sinais clínicos do garrotilho manifestados pelos animais são típicos de um processo infeccioso generalizado, apresenta uma secreção nasal serosa, que em seguida passa a ser mucopurulenta e dentro de alguns dias passa a ser purulenta.

O animal tem tosse produtiva, dor à palpação da região mandibular, linfadenopatia, extensão do pescoço devido à dor na região da laringe e faringe, além de dificuldade respiratória e na deglutição, fazendo com que o animal regurgite o alimento pelas narinas e mantenha a cabeça em extensão.

Estes sinais são clássicos do garrotilho.

Garrotilho

A letalidade dessa doença é baixa, mas se não for tratada corretamente pode levar a óbito, por púrpura hemorrágica, pneumonia, asfixia, endocardite, rompimento de abscessos tardios e septicemia.

* Sempre consulte um Médico Veterinário de confiança.

Babesiose Equina  A Babesiose equina é causada pela picada do carrapato, que transmite o protozoário (Babesia Equi e Beb...
19/02/2020

Babesiose Equina

A Babesiose equina é causada pela picada do carrapato, que transmite o protozoário (Babesia Equi e Bebesia Caballi) para os animais. A manifestação da doença, que também recebe o nome de nutaliose ou piroplasmose equina, ocorre de 5 a 30 dias, com o portador da enfermidade apresentando fortes febres, anemia, cansaço e até mesmo sangue na urina.

A enfermidade vem causando queda no desempenho, perda de peso, e, consequentemente, prejuízos para os criadores, principalmente dos cavalos de competição. Estes muitas vezes são impedidos de competir em outros países, por conta das restrições impostas por órgãos sanitários.

Parte dos animais manifesta o retorno da doença durante toda a vida, em virtude das baixas taxas de anticorpos, causadas principalmente por estresse ou outras doenças que contribuem para esta queda. Casos mais avançados podem inclusive culminar com a morte do animal.

Há casos em que a doença atinge animais em gestação, se manifestando geralmente nos últimos meses, podendo causar infecções no útero e até mesmo abortos ou potros natimortos.

A melhor maneira para se detectar a presença da Babesia é através do exame laboratorial das amostras de sangue do animal. Já o tratamento, baseado nos resultados dos exames, é realizado com anti-protozoários, vitaminas do complexo B12 e que impulsionam a produção de hemácias.

Como método de prevenção, o criador deve contar com a presença de um médico veterinário e estar atento a qualquer sinal de manifestação que o animal apresente de diferente.

Como Se Tornar Amigo de um CavaloOs cavalos são várias coisas – brincalhões, majestosos, fortes, curiosos, gentis, confi...
30/01/2020

Como Se Tornar Amigo de um Cavalo

Os cavalos são várias coisas – brincalhões, majestosos, fortes, curiosos, gentis, confiáveis. Mas eles também são carinhosos e leais – quando você faz amizade com um cavalo, eles viram seus amigos pelo resto da vida. Porém, desenvolver esse tipo de relacionamento requer dedicação e esforço. Você precisará dedicar horas do seu tempo ao seu cavalo e mostrar a ele que você é alguém em quem ele pode confiar. Quando ganhar essa confiança, você terá o amigo mais verdadeiro que alguém um dia poderia querer. Esse artigo ajudará a começar.

Parte 1
Conhecendo o Cavalo.
Espere até o cavalo ir a você. Quando você conhecer um cavalo pela primeira vez, é importante dar o espaço e o tempo que ele precisa para se acostumar com sua presença. Você não deve simplesmente chegar num cavalo e começar a acariciá-lo ou montá-lo logo de cara. O cavalo precisa de tempo para entender que você não é uma ameaça antes que ele possa começar a confiar em você e ver você como um amigo e líder. Você pode começar esse processo ao:
Simplesmente passar um tempo com o cavalo no estábulo, na arena ou no pasto. Puxe uma cadeira e apenas se sente com ele, ou caminhe perto dele devagar – sem chegar muito perto – deixando-o se acostumar a ter você por perto. Logo você o verá começando a seguir os seus movimentos com os olhos e a cabeça, observando com curiosidade.
Faça isso todos os dias, sem colocar o cavalo sob pressão para interagir com você. Com o tempo, ele caminhará até você por vontade própria e começará a investigá-lo mais de perto. Deixe-o cheirar, encostar o nariz e lamber você, sem tentar retribuir o contato.
Quando for criada a confiança, o cavalo pode caminhar em sua direção enquanto você se aproxima, relinchando para cumprimentar, ou começar a segui-lo enquanto você se move. É aí que você saberá que vocês se tornaram amigos!

Converse com o cavalo. Uma maneira essencial de se aproximar de um cavalo é deixando-o se acostumar com o som da sua voz. Converse com ele sobre o clima, sobre os preços das ações, sobre uma nova receita de lasanha que você está doido pra experimentar – qualquer coisa mesmo! Desde que você use um tom de voz calmo, mas confiante, o cavalo f**ará feliz em ouvir.
Algumas pessoas gostam até mesmo de ler para seus cavalos. Isso é ótimo principalmente nas noites frias, quando estiver muito escuro ou molhado para cavalgar. Puxe uma cadeira no estábulo do cavalo e pegue um livro. Experimente com diferentes gêneros e estilos para ver se o seu cavalo gosta mais do Paulo Coelho ou do Machado de Assis.
Outras pessoas cantam para seus cavalos. Essa pode ser uma boa maneira de se aproximar do seu cavalo enquanto você trata dele ou o leva para passear. Novamente, atenha-se a um tom de voz relaxante. Nada de rock pesado, por favor.

Mexa-se devagar. Cavalos são naturalmente protetores em relação a seus espaços pessoais, então tente ler a linguagem corporal dele antes de chegar muito perto. Se o cavalo hesitar ou se afastar quando você tentar tocar nele, você saberá que está se movendo muito rápido. Aproxime-se do cavalo pelo lado ao invés de diretamente pela frente, e toque nas costas ou ombros ao invés da cara.
Tente se mover aos poucos em direção ao cavalo, um passo de cada vez, antes de estender uma mão para tocar nele. Coloque uma mão nos ombros ou nas costas do cavalo. Faça isso por apenas alguns segundos, e então remova a sua mão e se afaste. Esse é um comportamento bastante não ameaçador e irá ajudar o cavalo a se sentir seguro.
A maioria dos cavalos possui uma “área sensível” em sua cernelha, que está localizada na base da crina, entre as escápulas. Uma coçada rápida nessa área pode instantaneamente fazer com que o cavalo relaxe.
Pessoas que não estão familiarizadas com cavalos geralmente irão se direcionar ao rosto ou nariz deles, o que é errado. O nariz de um cavalo é uma área bastante sensível e privada, e deve ser tocada apenas quando ele permitir.

Respire nas narinas do cavalo. Se você observar como os cavalos interagem quando estão sozinhos, você irá reparar que eles se cumprimentam cheirando e expirando ar perto das narinas um do outro. Isso permite que eles reconheçam o cheiro um do outro.
Você pode fazer a mesma coisa ao gentilmente expirar ar nas narinas do seu cavalo para dizer olá.
Se você ch**ar uma balinha de menta antes, é provável que ele goste de você mais ainda!

Dê um petisco. Como você provavelmente já sabe, cavalos adoram petiscos. Sendo assim, ser o fornecedor de petiscos é uma ótima maneira de ser agradável a qualquer amigo equino.
Coisas como passas, cubos de açúcar, fatias de maçã, cenouras, sementes de girassol, cubos de feno e mentas são bastante populares, embora você deva experimentar com diferentes comidas para descobrir do que o seu cavalo específico gosta.
Dê petiscos apenas em moderação, já que a saúde do cavalo é uma prioridade. Essas coisas devem ser dadas como uma recompensa pelo bom comportamento depois do treino ou depois que você cuidar dele. Veja se o cavalo não possui nenhum problema médico que possa fazer com que ele reaja mal a certo tipo de comida.
Evite guardar petiscos no seu bolso ou dá-los com a mão. Com o tempo, o cavalo pode associar esses lugares com certas guloseimas gostosas e começar a mordiscar seus dedos ou fuçar seus bolsos com o nariz. Não incentive esse comportamento; coloque os petiscos em um comedouro ou balde.

Seja paciente. A quantidade de tempo que leva para se tornar amigo de um cavalo irá variar de animal para animal. Irá depender da idade do cavalo, do tratamento que ele recebeu das mãos de donos anteriores, assim como também sua personalidade individual.
Cavalos jovens e bem cuidados podem se apegar rapidamente a um novo dono, confiando neles completamente em uma questão de semanas.
Cavalos mais velhos, que podem ter sido mal tratados no passado, irão demorar mais para se ajustar a uma pessoa nova, e a sua confiança precisará ser ganha de maneira devagar ao longo de diversos meses, ou até mesmo anos.
É importante ter paciência com o cavalo e evitar forçá-lo a fazer coisas que não o deixam confortável. Assim como amizades humanas, o relacionamento com um cavalo leva um tempo para se desenvolver. Mas quando for formada a confiança, você terá um amigo para a vida toda.

Parte
2
Lidando com o cavalo

Prepare seu cavalo. Você deve fazer uma preparação com seu cavalo antes de tentar montá-lo. Isso estabelece você como o líder e ensina o cavalo a seguir o seu comando, ao mesmo tempo em que reforça a confiança dele em você.
Comece levando o seu cavalo para passear, como você faria com um cachorro. Use um cabresto e uma guia e vá a uma pequena expedição, caminhando por baixo de árvores, através de água e sobre pontes, lado a lado. Isso irá incluir-lhe firmemente à zona de conforto do seu cavalo.
Caminhe sempre ao lado do cavalo, nunca na frente dele, e evite arrastar ou dar puxões na guia. Caminhe ao lado da cabeça dele e coloque sua mão nos ombros dele, acariciando-o e conversando enquanto caminha. É como andar de mãos dadas!

Seja um líder. Cavalos andam em grupos e gostam de seguir um líder. Quando você tiver ganhado a confiança do seu cavalo e estabelecido você mesmo como um líder, ele irá segui-lo a todo lugar.
Ensine-o a virar para a esquerda e para a direita, parar e retroceder como resposta a leves movimentos na guia ou rédea.
Treinar o cavalo a responder a tais comandos no chão irá beneficiá-lo muito na sela.

Seja firme e consistente. Procure ser firme e consistente ao lidar com o cavalo. Só porque você quer que ele goste de você não signif**a que você deva deixá-lo se safar com maus comportamentos. Se ele mordiscar ou morder, dê a ele um tapa no ombro para mostrar que isso não é aceitável. Se ele fizer uma ação de forma incorreta, faça-o repeti-la.
Porém, é importante entender a diferença entre um cavalo que está se comportando mal e um cavalo que está confuso ou assustado. Não espere que ele faça coisas que não foi treinado a fazer, ou que ele responda a comandos contraditórios.
Seja justo e consistente no seu treinamento – use exatamente os mesmos sinais toda vez que você fizer um comando, sem variações. Cavalos são criaturas de hábito e só responderão a comandos familiares.

Aprenda a ler a linguagem corporal do cavalo. Assim como todo bom relacionamento, tornar-se amigo de um cavalo se trata de comunicação. Com uma notável exceção do Mister Ed, membros da espécie equina não são muito verbosos, então ter uma discussão aberta com seu cavalo não é uma opção viável. Sendo assim, você terá que depender da linguagem corporal.
Aprenda a ler as expressões faciais e os movimentos corporais do seu cavalo, não importa o quão sutis eles sejam. Isso irá ajudar você a interpretar como um cavalo está se sentindo e pode até evitar um acidente quando o cavalo estiver assustado ou chateado.
Por exemplo, se as orelhas de um cavalo estiverem para frente, ele está prestando atenção e interessado no que está acontecendo; se elas estiverem estendidas para os lados, ele está relaxado ou adormecido; e se elas estiverem para trás, ele está bravo ou assustado. Outras partes do corpo nas quais você deve prestar atenção incluem o rabo, o focinho, os olhos e as pernas.

Afrouxe as rédeas. Quando você já conseguir montá-lo, o objetivo será se unir ao cavalo, quase ao ponto dele intuitivamente sentir em qual direção você quer ir. Você não deve precisar puxar as rédeas ou usar seus calcanhares nele furiosamente, ele deve responder à menor cutucada ou mudança no seu assento. Objetive-se a ser como o centauro místico: metade humano, metade cavalo.
Esse processo irá demorar, onde o cavalo aprenderá a ler as suas deixas, e você as dele. Será necessário paciência, perseverança e, é claro, cavalgadas frequentes. Você não deve esperar se conectar com um cavalo que você só cavalga uma vez por semana.
Dedique tempo e esforço para alcançar a união e os resultados serão maravilhosos.

Parte
3
Cuidando do cavalo

Esfregue e coce áreas difíceis de alcançar. Cuidar do seu cavalo é uma experiência importante no processo de aproximação, pois mostra ao cavalo que o seu relacionamento não se trata de apenas cavalgadas e trabalho, também é sobre passar o tempo juntos e encontrar coisas que o fazem feliz.
Esfregar uma escova de borracha no seu cavalo é um bom começo, apenas lembre-se de todas aquelas áreas que ele não consegue alcançar sozinho, como o peito e a barriga.

Limpe-o com água morna. Quando chegar a hora do banho, faça com que a experiência seja a mais prazerosa possível para o seu cavalo ao lavá-lo com água morna – não muito quente e nem muito fria.
Aplique um shampoo específico para cavalos no pelo dele com uma esponja macia, mas lembre-se de depois enxaguá-lo completamente, para evitar irritações.
Remova o excesso de água com um removedor de suor de borracha.

Levante os pés dele. As pernas de um cavalo são bem sensíveis, então, ao permitir que você levante os pés dele, o cavalo está mostrando que confia muito em você. Deixe-o se acostumar com seu toque ao passar suas mãos gentilmente pela perna dianteira dele, começando pela parte acima do joelho e indo para baixo devagar em direção ao machinho. Se ele f**ar agitado, pare e comece novamente do início.
Quando ele permitir que você toque no machinho, aperte levemente uns centímetros acima com o seu dedão e dedo indicador. Essa é a sua deixa para ele levantar o pé.
Quando ele permitir que você levante o pé dele, cheque se a ferradura está intacta e se não há nada preso no casco. Coloque o pé dele de volta ao chão gentilmente e o recompense com um tapinha amigável.

Aprenda algumas técnicas básicas de massagem em cavalos. Fazer uma massagem no seu cavalo é uma ótima maneira de relaxá-lo e incentivar a confiança. Ao trabalhar com qualquer nó ou área dolorida, você estará também aliviando dor e tensão, o que pode até aprimorar o desempenho dele.
Aprenda a reconhecer o estado dos músculos do seu cavalo e a ser capaz de identif**ar quais áreas precisam de mais trabalho. Com o tempo, ele irá aprender a entrar na massagem, mostrando a você onde ele precisa de trabalho.
Às vezes uma rápida massagem na boca é suficiente, e outras vezes você terá que realmente se aprofundar, se esforçando para soltar os músculos do ombro ou os quadris dele.

Experimente aromaterapia. Óleos essenciais (feitos especif**amente para cavalos) podem funcionar maravilhosamente, relaxando e acalmando o seu cavalo enquanto você o trata.
Esfregue algumas gotas do óleo escolhido embaixo das narinas dele e em volta do focinho, e ele irá obedecer alegremente aos seus comandos.
Como um bônus, óleos essenciais também funcionam como um espanta-insetos, o que pode ser útil durante as caminhadas de verão.

Dicas
Passe tempo com o seu cavalo e o ame.
Remova a sela e as rédeas do cavalo. Esses itens podem fazer com que o cavalo se sinta desconfortável. Removê-los irá fazê-lo sentir como se você estivesse removendo um fardo de sua coluna.
Tenha Cuidado quando passar atrás do seu cavalo para não levar um coice.

Como Alimentar um Cavalo:Entendendo as necessidades nutricionais de um cavalo. Determinando as necessidades alimentares ...
30/01/2020

Como Alimentar um Cavalo:

Entendendo as necessidades nutricionais de um cavalo. Determinando as necessidades alimentares do seu cavalo.
Ajustando a rotina de alimentação do seu cavalo
Alimentar um cavalo pode ser confuso, pois há diversas rações disponíveis e não há dois cavalos iguais. A quantidade e o tipo de alimento a ser dado dependerá do tipo, da idade, do peso, da saúde e da carga de trabalho do animal, do clima no qual ele está e do que está disponível localmente. Continue lendo para aprender como alimentar um cavalo.

Parte
1
Entendendo as necessidades nutricionais de um cavalo

Dê ao animal bastante água fresca e limpa. Os cavalos precisam de 19 a 57 litros de água por dia. Se possível, permita ao seu acesso à água em tempo integral. Caso não possa, dê água a ele pelo menos duas vezes por dia e deixe-o beber por vários minutos.
A água no cocho do seu cavalo deverá estar limpa e não congelada. Mantenha o cocho limpo enxaguando-o com uma mangueira todo dia.

Forneça a seu cavalo bastantes carboidratos estruturais. Estes, como o feno e a grama, são essenciais para a dieta do animal. Os cavalos comem grandes quantidades de feno e grama todos os dias como fonte principal de comida. Na verdade, esses equinos devem consumir cerca de 7 a 10 kg, ou de 1 a 2% do próprio peso corporal em feno todos os dias, portanto garanta que o seu animal sempre tenha bastante feno para mastigar.
O feno dado ao cavalo não deve ter m**o nem poeira.

Dê ao animal carboidratos não estruturais com moderação. Estes, como a aveia, o milho e a cevada, também são essenciais para a nutrição de um cavalo. Forneça quantidades pequenas de grãos ao equino durante o dia. Os cavalos também podem comer 200g de grãos para cada 50 kg de peso corporal diariamente. Alimente o seu animal com grãos em duas ou três porções espaçadas igualmente durante o dia.
Meça as porções para dar ao cavalo a quantidade correta.
Se o clima estiver quente, alimente o equino com grãos durante as horas mais frias do dia, como no começo da manhã ou no final da tarde.

Complete a dieta do animal com ração para fornecer proteínas, gorduras, vitaminas e minerais. Embora o cavalo obtenha a maior parte das calorias do feno e da grama, você deve dar a ele um pouco de ração fortif**ada todos os dias para ajudá-lo a preencher as lacunas nutricionais. A proteína, a gordura, as vitaminas e os minerais são partes importantes da nutrição do seu equino, mas não são exigidos em grandes quantidades.

Suplemente conforme a necessidade. Se você achar que seu cavalo não está obtendo todas as vitaminas e minerais necessários só com a ração, pode complementar a dieta dele com suplementos especiais para cavalos. Só tome cuidado para não sobrecarregá-lo com vitaminas em excesso, o que pode causar problemas tanto quanto uma deficiência. Consulte sempre um profissional de sua confiança.

Dê guloseimas com moderação. Dar guloseimas a seu cavalo quando quiser recompensá-lo é uma ótima maneira de criar vínculos com ele também. Apenas procure não exagerar com elas, ou o animal pode aprender a esperá-las ou até tentar achá-las nas suas roupas.
Maçãs frescas, cenouras, feijões verdes, cascas de melancia e aipo são ótimas guloseimas para cavalos.

Parte
2
Determinando as necessidades alimentares do seu cavalo

Pese o cavalo usando uma fita ou uma balança. A segunda é bem mais precisa e deve ser usada no lugar da fita, se estiver disponível. A avaliação de condição corporal é a melhor forma de registrar mudanças de peso. Pese o animal a cada duas semanas e coloque as mudanças em um gráfico.

Calcule a necessidade diária total (em forragem e concentrada). Ela f**a entre 1,5 e 3% do peso corporal do animal, mas em média é de 2,5%. Use a seguinte equação para determinar quanto você deve dar a seu cavalo todo dia: peso corporal / 100 x 2,5 = ração diária total

Determine que tipo de ganho de peso você quer para seu cavalo. Você quer mantê-lo no nível em que já está (dieta de manutenção), quer reduzir o peso dele por causa de problemas de saúde (dieta redutora) ou quer aumentar o peso do equino por causa de uma doença passada ou porque ele está abaixo do peso?
A melhor estratégia a usar quando se está desenvolvendo uma dieta para um cavalo é alimentá-lo com base no peso desejado, não no peso atual. Por exemplo, se um cavalo estiver abaixo do peso com 300 kg e seu peso ideal for de 400 kg, não o alimente com 2,5% de 300 kg, e sim com 2,5% de 400 kg.
Use a mesma estratégia para um animal acima do peso: alimente-o com base no peso desejado, não no atual, dando a ele menos do que a quantidade atual e reduzindo o peso do cavalo.

Controle o nível de energia da forragem fornecendo tipos diferentes ou uma mistura deles. Forragens diversas têm quantidades diferentes de ED (energia digerível), e esta depende do tipo de forragem (grama, ensilagem, feno, palha de aveia) e do tipo de grama (centeio, dátilo ou capim-dos-pomares). Para o pasto, o período do ano também afeta a ED; a grama da primavera tem um nível alto dessa energia, enquanto a do inverno é bem pobre. Para a grama preservada, o corte afeta a ED; a grama cortada cedo tem mais ED do que a que foi cortada mais tarde. A palha de aveia tem muito pouca ED. A melhor maneira de descobrir o valor nutritivo da sua forragem é levá-la para análise.

Escolha o tipo de energia adequado para seu cavalo. Alguns animais tendem a se agitar ou se assustar facilmente. Alimentá-los com fontes de energia de liberação lenta, como fibras e óleos, ajudará. Esta é a forma mais segura de energia e a que causa menos problemas de saúde. Outros cavalos são preguiçosos e precisam de mais ímpeto. Dar a eles energia de liberação rápida, como os amidos encontrados em cereais e em grãos como a aveia e a cevada, pode ajudar. O amido está ligado a uma série de problemas de saúde e deve ser restrito para alguns cavalos.

Parte
3
Ajustando a rotina de alimentação do seu cavalo

Ajuste a ingestão de alimentos do seu cavalo conforme a necessidade. As exigências nutricionais do animal variarão de acordo com a quantidade de grama fresca que ele consumir no pasto e com o nível de atividade que ele tiver. Avalie as necessidades do seu cavalo todos os dias para decidir se deve adicionar ou retirar comida.
Se o seu cavalo tiver f**ado no pasto o dia todo e comido bastante grama, ele não precisará de tanto feno.
Caso o animal tenha tido um dia de trabalho duro e cavalgado bastante, será necessário dar a ele mais comida para ajudar a repor as calorias extras que ele queimou.

Agende as refeições para uma hora antes ou depois de andar com o cavalo. Não o alimente logo antes ou depois de uma atividade cansativa, pois o fluxo de sangue será desviado dos órgãos dele, o que pode interferir na digestão. Programe as refeições de acordo com a atividade agendada para o animal.

Se o cavalo for fazer algo mais cansativo do que o normal, agende a refeição dele para 3 horas antes da atividade.

Faça mudanças graduais à dieta do animal. Caso precise mudar a ração do cavalo, não passe direto para a nova; comece substituindo 25% da ração velha pela nova. Em 2 dias, substitua 50%. 2 dias depois, troque 75% da ração velha pela nova. Então, após mais 2 dias, você poderá dar ao equino 100% da ração nova.
Além de fazer mudanças na alimentação gradualmente, você também deve alimentar o animal mais ou menos no mesmo horário todos os dias. A performance dos cavalos melhora quando a alimentação deles é regular.
Fazer mudanças drásticas na ração do cavalo ou no horário das refeições dele pode causar cólica equina e aguamento. A primeira é um problema que causa dor abdominal severa e pode até exigir cirurgia.
O segundo é uma doença que causa má circulação e pode até levar à separação entre o casco e o pé. Ele muitas vezes é fatal.

Dicas
Caso tenha acesso regular a uma balança para equinos, avalie a condição corporal dele também. Um cavalo que engordou pode não ter acumulado gordura, e sim ganhado músculos.
Alimente o animal pouco e com frequência, pois o estômago dele é pequeno quando comparado ao tamanho do corpo e não pode conter muita comida.
As balanças para cavalos são caras e nem todos têm acesso a uma. Pergunte aos veterinários, aos negociantes e aos haras se eles têm uma e se deixariam você usar.
Se um cavalo não precisar de mais alimento além da forragem, mas outros mantidos junto com ele precisarem, dê a esse primeiro animal um alimento de baixa energia como debulha. Assim, ele não se sentirá deixado de lado quando os outros forem alimentados.
Dependendo de como você alimentar seu cavalo, pode ser necessário dar a ele mais feno, pois uma parte será desperdiçada sendo derramada no chão ou usada como forro para dormir.
Pese a comida, não vá pela "colherada". Pese quanto vale uma colherada para cada tipo de comida.
Forneça bastante forragem: pasto, ensilagem, feno ou palha de aveia, para que o cavalo tenha algo no estômago o dia todo. Assim, seus movimentos peristálticos e sucos gástricos não pararão, o que evitará problemas de comportamento e de saúde.
Misture as rações diariamente e remova a que não for comida. Misturar a ração todos os dias em vez de quando o lote chega permite que a comida seja racionada e que você possa ver o que o animal está comendo. Caso o cavalo deixe ração sobrar ou fique doente, você pode remover um produto da ração.
Forneça ração e forragem de boa qualidade. As rações de qualidade inferior, com m**o ou azedas podem causar cólicas. Já as que forem baratas ou ruins podem acabar não sendo comidas e custar mais a longo prazo.
Proteja a área na qual a ração é mantida a salvo dos cavalos. Prender as cestas com cabos elásticos ou um cadeado evita que os animais comam mais do que devem.
Para um cavalo que come rápido demais, coloque uma ou duas pedras grandes no balde de grãos. Conforme o animal se alimentar, ele precisará empurrar as pedras para chegar aos grãos.

Avisos
Não suplemente demais a dieta do cavalo. O excesso de vitaminas e minerais é tão ruim quanto a deficiência. Use suplementos apenas indicado, por profissionais de sua confiança.
Nunca deixe nenhum cavalo pressionar você na hora de comer (na verdade, em hora nenhuma, mas especialmente nessa).
Nunca alimente o animal com grãos logo depois dele ter se exercitado, pois isso pode causar cólicas. Espere ele descansar adequadamente primeiro para evitar o problema. Você saberá que o cavalo descansou quando as narinas dele não estiverem mais abertas e ele não estiver respirando com força.
Ao alimentar o cavalo, mantenha a rotina e não mude os horários. Por exemplo: não o alimente às 7 em um dia e às 8 no outro, e sim no mesmo horário todos os dias.
Alguns alimentos precisam ser processados antes de serem dados ao cavalo. O açúcar da beterraba deve f**ar de molho e as sementes de linhaça devem ser cozidas. Caso contrário, ambos serão muito perigosos para o animal. Os cereais muitas vezes precisam ser moídos ou quebrados para serem bem digeridos, mas não são perigosos se forem dados sem processamento.
Assim como os humanos, os cavalos podem ter alergias. As mais comuns são à cevada e à alfafa, e o sintoma geralmente é uma bolha na pele. O veterinário pode ajudar você com o diagnóstico.
Alguns donos de cavalos querem ter a sensação de que estão alimentando bem o animal e complicam demais, às vezes desbalanceando, a dieta dele. A variedade é boa, mas com moderação. Dê acesso a, em vez de fornecer, diferentes tipos de forragens, ervas, frutas e vegetais, sem exagerar em um só alimento. Faça introduções ou mudanças na dieta gradualmente, como dito acima.
A alimentação incorreta foi ligada a diversos problemas médicos e de comportamento, incluindo:
Vícios bucais (como mastigar objetos e sugar vento), comer madeira e excrementos, úlceras gástricas. Garantir que o cavalo sempre tenha forragem disponível pode ajudar a evitar esses problemas.
Laminite, aguamento, comportamento excitável. Restringir os amidos e os açúcares da dieta pode ajudar a evitá-los.
Azotúria (também chamada de "doença dos músculos brancos" ou "mal da segunda-feira"). Alimentar de acordo com a carga de trabalho e reduzir o consumo de energia nos dias de folga ajudará a evitá-la.
Cólica. Dar pouca comida com frequência, bastantes fibras e rações de boa qualidade pode ajudar a evitá-la. Faça as mudanças na alimentação gradualmente, veja acima.
Obesidade, definhamento. Avaliação regular das condições, manter um registro e controlar os níveis de energia pode ajudar a evitar esses problemas.

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