04/06/2020
Vidas negras importam porque nós todos importamos. Não há sectarismo ideológico que nos divida de HUMANOS.
Aqui vão 5 dicas de como a gente pode se ajudar de onde estamos.
1. Procure informações
É preciso entender a realidade e a história de etnias diferente da sua. Olhar para quem está ao seu lado, pesquisar, assistir filmes e documentários que relatem a história de culturas e povos, conversar e principalmente escutar pessoas que não têm a mesma etnia que você são exemplos simples, mas que fazem total diferença na hora de enxergar a diversidade ao seu redor.
2. Não seja indiferente ao racismo
Se conhece, ajude quem é vítima de atitudes racistas, vale apoiá-la ou apenas f**ar próximo de alguma maneira para ela saber que não está sozinha. Converse também com a pessoa que praticou o racismo ou em casos mais graves procure alguém para denunciar a situação. O importante é não deixar pra lá.
3. Reconheça seus privilégios
Você sabe quais são os privilégios da sua etnia em relação às pessoas de etnias diferentes? Para reconhecê-los, veja as dificuldades que outros sofrem e compare se essas situações acontecem com você. Disso brota a compaixão. Assim, f**a mais fácil de pensar em soluções práticas para diminuir o racismo.
4. Crie laços de solidariedade
Se você é de uma etnia oprimida e estereotipada, lembre-se de que outros também sofrem com isso. Se você é amarela, converse com pessoas negras e indígenas para entender como o racismo acontece na vida delas, por exemplo. Com essa troca, uma pode ajudar a outra, e criamos uma rede de solidariedade. Juntos, mais fortes.
5. Incentive as pessoas a abraçarem a diversidade
Não tenha vergonha ou medo de falar sobre racismo e outros temas tabus com outras pessoas. Vale a conversa com familiares, amigos e até desconhecidos. O importante é que a troca da informação nunca pare. Encontre formas compassivas de expor suas ideias e dificuldades, o diálogo foi e sempre será a melhor maneira de convivermos em harmonia. O diálogo desperta empatia, empatia desperta um mundo melhor.
“O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons.”
Martin Luther King.
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