Escola Lobatos

Escola Lobatos Aprenda a treinar o seu cão
e tenha uma relação harmônica com ele! https://linktr.ee/escolalobatos

Prazer, somos a Escola Lobatos, uma escola especialista em leitura e comunicação canina que atua com foco em contornar problemas entre às relações homens/cães, comportamento pessoal que pese na interação harmoniosa entre as duas espécies. A nossa escola possui ferramentas próprias desenvolvidas especialmente para auxiliar o seu desempenho e crescimento. Usamos um EXCLUSIVO SISTEMA DE GRADUAÇÃO par

a acompanhar cada etapa da evolução da dupla de alunos (cão e responsável). Nossos professores atuam de forma estratégico para levar conhecimento e soluções aos nossos alunos. Os membros da EL são de um clã familiar dotados atuante no treinamento de cães há quase cinco décadas, e que, agora, coloca toda as experiências e referências a serviço da sociedade. O objetivo da Escola Lobatos é ajudar as pessoas através dos cães!

"A brevidade da vida – parte 1: A inefável decisão da eutanásia”, por Francci Lunguinho - Coluna 'Cães & Pessoas' no Crô...
26/03/2026

"A brevidade da vida – parte 1: A inefável decisão da eutanásia”, por Francci Lunguinho - Coluna 'Cães & Pessoas' no Crônicas Cariocas de Quarta, 25/03/26

Não era meio-dia quando entrei em casa e vi Rex andando, em seu passinho lento, ao redor da mesa. Paty na cozinha, Duque deitado aos seus pés: uma cena comum do meu dia a dia. Dei um beijo em Paty, afaguei a cabeça do Duque e fui falar com Rex. Desde que ele apresentou a demência, minha atenção se voltou inteiramente para a sua segurança... ⛓️ Leia o restante agora:

Coluna 'Cães & Pessoas' por Francci Lunguinho

Todo mês celebramos algo muito especial na Escola Lobatos: a evolução da nossa matilha.Fevereiro trouxe novos alunos, co...
09/03/2026

Todo mês celebramos algo muito especial na Escola Lobatos: a evolução da nossa matilha.

Fevereiro trouxe novos alunos, começando sua jornada de aprendizado, descobertas e conexão com seus humanos. 🐾

E também vimos muitos cães avançando no treino, com desafios superados e uma relação cada vez mais forte entre cão e tutor.

Parabéns a todos os alunos que cresceram junto com a gente neste mês.
A matilha está cada vez mais forte! 💙🐺

Você sacrificaria o próprio cão por ele ser agressivo?Foi o que fez o ator americano Max Emerson, de 37 anos, ao autoriz...
03/03/2026

Você sacrificaria o próprio cão por ele ser agressivo?

Foi o que fez o ator americano Max Emerson, de 37 anos, ao autorizar a eutanásia de seu cão, Sarge, depois de ser mordido no rosto e precisar levar pontos. A decisão veio acompanhada de justificativas públicas no Instagram. Ele afirmou que já não havia como reverter o comportamento do animal e que, desde filhote, Sarge apresentava sinais de reatividade, sobretudo nas interações com outros cães.

Disse que tentou adestramento, que conversou com veterinários e que, após explorar todas as opções, concluiu que “a coisa mais humana” a fazer por Sarge seria pôr fim à sua vida.

Li o máximo que pude sobre o caso para tentar construir um argumento minimamente defensável para Max. Não consegui. Torna-se difícil respeitar e sustentar sua decisão com base em alegações tão frágeis, ainda que eu compreenda a frustração e a angústia de quem não consegue conviver com o próprio cão — um animal que, pelas imagens divulgadas, era tratado com carinho e afeto.

É evidente que nem todas as alternativas foram exploradas.
Já estive diante de casos extremos. Cães de grande porte, com histórico de ataques, como um rottweiler que me marcou pelo risco real que representava. Depois de tentativas frustradas de adaptação com seus donos, a solução não foi a morte, mas a mudança. Concordamos que encontrar alguém com perfil, experiência e condições adequadas para adotá-lo seria o melhor caminho. O cão não apenas encontrou equilíbrio como nunca mais apresentou episódios de agressão.

Sacrificar um cão é uma medida extrema. Deve ser considerada apenas quando não há mais o que fazer, quando o animal já não tem qualquer possibilidade de recuperação ou de sobrevivência digna. Estatisticamente, a eutanásia é mais frequente em casos de câncer terminal e sofrimento irreversível.

Na minha opinião, esse caso revela um cenário em que a fragilidade humana cede lugar a decisões precipitadas. Há um fenômeno contemporâneo que vem alterando profundamente a relação entre cães e humanos. Casos como esse tornam-se mais frequentes. De um lado, a desinformação; de outro, o ativismo ideológico. Desde que os cães passaram a ocupar lugar de destaque dentro das nossas casas, o romantismo passou a se sobrepor à realidade. Criar, educar e treinar são dimensões complementares, mas distintas.

Quando falo em desinformação, refiro-me à pressão social para que tratemos cães sob um prisma exclusivamente humano. Não é permitir que o cão suba ao sofá que o humaniza. Isso, por si só, não significa nada. Mas, sem critérios claros, pequenas concessões podem abrir espaço para conflitos. Deixar o cão deitar na cama não é o problema; o problema é não estabelecer regras claras de convivência e hierárquica dentro da própria casa.

A primeira regra de uma boa convivência é construir um padrão de confiança, segurança, intimidade e autoridade. Há quem defenda que não existe dominância na relação entre cães e humanos. Essa negação, sim, é um passo decisivo rumo à humanização ingênua.
Desde sempre, em qualquer grupo social, há hierarquias. Se o humano abdica de seu papel de autoridade, é natural que o cão, com suas próprias habilidades e instintos, tente ocupar esse espaço.

No caso do ator, pelos próprios relatos, a escolha foi pela saída mais rápida. E, talvez por isso mesmo, a mais previsivelmente humana.

Não faltou a Max Emerson amou ao seu cão, faltou entender como gerar intimidade sem perder o controle das coisas.

~ por Francci Lunguinho

✨ Mais um mês, mais Lobatos crescen ✨Hoje celebramos nossos bandanas azul por seu esforço e dedicação!E também damos as ...
01/02/2026

✨ Mais um mês, mais Lobatos crescen ✨

Hoje celebramos nossos bandanas azul por seu esforço e dedicação!

E também damos as boas-vindas aos nossos bandanas branca, que iniciam oficialmente essa caminhada 🐾

Aqui, a graduação não é só sobre obediência.
É sobre crescimento, confiança e parceria entre cão e humano.

Parabéns a todos! 🐺💙

31/12/2025

Boas festa para toda nossa família de alunos e clientes 🐾✨

Obediência, alimento bem utilizado e rotina não são sobre controle —
são sobre segurança, vínculo e bem-estar.

Que 2026 venha com mais conexão entre você e seu cão ❤️🐶

”A tragédia dos pitbulls: o que ainda podemos fazer?”, Coluna ‘Cães & Pessoas’, por Francci Lunguinho, no Crônicas Cario...
13/11/2025

”A tragédia dos pitbulls: o que ainda podemos fazer?”, Coluna ‘Cães & Pessoas’, por Francci Lunguinho, no Crônicas Cariocas – Quarta, 12/11/2025

Durante muito tempo, sempre que a mídia destacava um ataque envolvendo pitbulls, sobretudo quando havia feridos graves ou mortes, eu me via quase instintivamente na defesa da raça, devolvendo a responsabilidade aos donos. Essa convicção, de fato, não se alterou. No entanto, diante da sucessão de episódios recentes, muitos deles de extrema gravidade, incluindo o ataque mais recente a uma criança de quatro anos que perdeu a vida, sinto-me obrigado a revisar e aprofundar o meu posicionamento... 👉 Leia agora em Crônicas Cariocas:

Coluna 'Cães & Pessoas' - por Francci Lunguinho

24/09/2025

O que há por trás do movimento antivacina em cães?

Um burburinho crescente nas redes sociais revela que muitos donos têm evitado vacinar seus cães. Como jornalista, pesquisei e apurei relatos de especialistas, estudos e depoimentos de famílias, e concluí que o preço também está embutido nessa crítica. À primeira vista, porém, a explicação mais repetida remete a ecos de movimentos políticos que já conhecemos. Foi assim na pandemia, quando a incerteza sobre a eficácia das vacinas abriu espaço para a desconfiança. Essa sombra ainda paira sobre parte da população.

Na internet, o termo “antivax” ganhou força. Designa os que rejeitam vacinas ou diminuem sua importância. Uma pesquisa do portal IG mostrou um dado alarmante: cerca de 40% dos responsáveis temem que a vacinação cause autismo em cães. É uma crença sem base científica, mas que se espalha com rapidez, como rumor em feira livre. No Instagram,também circulam frases de efeito como “pet que não sai não precisa vacinar”, “vacina é só para gripe”. Mensagens curtas, fáceis de compartilhar, que acabam banalizando uma medida vital para a saúde animal e, por consequência, também para a nossa.

Para conter essa onda de desinformação, a Associação Britânica de Veterinária (BVA, na sigla em inglês), antecipou-se e divulgou uma nota posicionando-se contra os movimentos antivacina. O tom foi direto: não há qualquer evidência científica que relacione vacinas a casos de autismo em cães. Portanto, podem levar seus animais ao veterinário sem medo.

Entretanto, atribuir a resistência às vacinas apenas à ideologia é uma visão simplista. Acompanhei, ao longo dos anos, a relação entre cães e pessoas e percebi fatores mais concretos nesse movimento. O custo das vacinas, por exemplo, é um dos grandes obstáculos. Ainda que alguns veterinários se esforcem para oferecer preços acessíveis, para muitas famílias a imunização tornou-se inviável.

Há também a questão da exigência de várias doses antes de liberar o filhote para passear. Em certos casos, entre cinco e sete. Isso compromete severamente o desenvolvimento social dos cães, sobretudo na fase inicial da vida. Quando barreiras financeiras e práticas se acumulam, muitos donos ignoram as recomendações e acabam levando seus cães às ruas antes do fim do ciclo vacinal completo. E, uma vez quebrada a regra, a lógica se impõe: se o filhote já pode ter contato com o ambiente externo, por que continuar arcando com tantas vacinas caras? O resultado é um efeito dominó que mina a confiança.

Não se trata de condenar a prática veterinária, mas é impossível ignorar a engrenagem maior que sustenta esse cenário. Quanto mais vacinas, maior o lucro da indústria farmacêutica. Reconhecer esse fato não é aderir a teorias conspiratórias, nem enfraquecer o valor da imunização. Pelo contrário: vacinar continua sendo indispensável para a saúde e a longevidade dos cães. O desafio real está em outro ponto: tornar o processo viável, transparente e acessível, para que ninguém precise escolher entre proteger o animal ou pagar as próprias contas.

Politizar o debate é perigoso. Cães fazem parte de todas as camadas sociais, e muitos responsáveis simplesmente não conseguem arcar com o custo de certos imunizantes. Em um país onde famílias esperam meses por atendimento médico, não surpreende que os animais também sofram os efeitos do sucateamento da saúde pública.

Mesmo assim, não faltam histórias de donos que se sacrificam, abrindo mão do próprio cuidado para garantir a proteção de seus cães. Esse gesto, ao mesmo tempo nobre e doloroso, revela o tamanho do vínculo que une pessoas e animais, mas também expõe, com clareza, as falhas de um sistema que deixa ambos desassistidos.

No fim, a matemática é implacável: quando o dinheiro falta, meus caros leitores, não há retórica que resolva. Não é descuido, tampouco crença, mas realidade que nenhum afeto consegue ultrapassar. A conta não fecha. Entre pagar um boleto, comprar o gás ou investir em vacinas, muitos acabam escolhendo o imediato. É duro reconhecer, mas a verdade se impõe com a frieza dos números: amor não basta quando a sobrevivência está em jogo.

Como dizia meu pai, com a sabedoria de quem viveu de tudo: “Se não tem remédio para a situação, remediado está.”

----Por Francci Lunguinho

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”Uma História de Pai, Filho, Avô”, Coluna ‘Prosa Poética’, por Francci Lunguinho, no Crônicas Cariocas – Domingo, 10/08/...
10/08/2025

”Uma História de Pai, Filho, Avô”, Coluna ‘Prosa Poética’, por Francci Lunguinho, no Crônicas Cariocas – Domingo, 10/08/2025

Matheus fez trinta, a vida falou sem gritar,
o corpo avisa, a alma aprende a escutar.
A dor não pede licença: entra e ensina,
quem ama, simplifica, ampara e ilumina.

O tempo é lavrador: ara a gente por dentro.
Quem aceita o sulco, colhe entendimento.

Fala, meu filho, que hoje o verbo é ouvir,
ouvir é cuidar: verdade a seguir.
Se o fardo pesa, nós dois vamos dividir,
a coragem é quieta, mas sabe resistir.
O vô plantou raiz pra eu não me perder,
agora, contigo, aprendo a renascer.

Eu, que era resposta antes da pergunta,
descobri que o amor é a pausa que junta.
“Pai, respira. Vai no passo que dá.”
No teu conselho simples, mora o verbo amar.

O vô dizia: “Filho, firme o pé no chão,
tradição é mapa, futuro é direção.”

Tudo passa, menos o que a gente passa adiante,
mesa posta, fé breve, silêncio constante.
Três tempos, uma voz: o que foi, o que é, o que vem,
sertão por dentro, onde a gente se mantém.

Ouça, filho, o pai está aqui,
a escuta é a forma mais pura de dizer “estou”.
Se a vida insiste, a gente insiste em si,
com o vô na lembrança, o amor que nos guiou.
Raiz bem funda abraça qualquer vento:
pai, filho e avô: três nomes do mesmo tempo.

⛓️ Acesse o link para ler completo:

Por Francci Lunguinho

“UMA HISTÓRIA FICTÍCIA EM HOMENAGEM À CADELA CERYS”, COLUNA ‘CÃES & PESSOAS’, POR FRANCCI LUNGUINHO, NO CRÔNICAS CARIOCA...
04/07/2025

“UMA HISTÓRIA FICTÍCIA EM HOMENAGEM À CADELA CERYS”, COLUNA ‘CÃES & PESSOAS’, POR FRANCCI LUNGUINHO, NO CRÔNICAS CARIOCAS – QUARTA-FEIRA, 02/06/2025

Era cedo, e o céu pendia sob o peso das águas. As botas afundavam-se na lama espessa. O cheiro, áspero, pungia o ar. Podiam-se enganar os olhos. Podia-se calar um país inteiro. Mas o odor… o odor jamais mentia. Em qualquer busca, servia-se de um estalar de língua. O som seco bastava: cadela e bombeiro seguiam juntos. Ela, sem guia; ele, sem alarde. Unidos não por coleira ou comandos, mas pela tarefa silenciosa e nobre de socorrer o próximo. O homem-bombeiro desceu do caminhão com rapidez e silêncio. Ao seu lado, a companheira canina. Toda pretinha, o pelo endurecido pelos dias de trabalho ininterrupto. Cão de busca. Fêmea. Pronta para salvar uma espécie que não era a sua. Para o mundo, não precisava de nome. Mas tinha. Chamava-se Cerys.

📍 Comente abaixo: você já viu um cão herói em ação? Essas histórias silenciosas também precisam ser contadas. Compartilhe, marque alguém que valoriza o verdadeiro sentido de servir. Salve para reler quando esquecer do que realmente importa… ⛓️

Por Francci Lunguinho

Hoje nosso domingo foi assim, com muita yoga e cão  obrigado pela aula!
04/05/2025

Hoje nosso domingo foi assim, com muita yoga e cão obrigado pela aula!

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