eqlinveterinarios

eqlinveterinarios Somos especialistas no atendimento Veterinário de excelência em Ortopedia. Diagnóstico e tratame

24/05/2026

🚀 💉 Compartilhe com seus amigos
Aplique em sua rotina.

Dump de uma semana incrível 🚀
24/05/2026

Dump de uma semana incrível 🚀

22/05/2026

As lesões císticas ósseas das falanges são alterações importantes em cavalos.

Também são chamadas de osseous cyst-like lesions ou cistos ósseos subcondrais.

Depois do côndilo femoral medial, as falanges são o segundo local mais comum para esse tipo de lesão.

Elas podem aparecer em P1, P2 ou P3, geralmente próximas da superfície articular ou comunicando com alguma articulação.

A origem é considerada multifatorial e pode envolver:

📌 desenvolvimento ósseo
📌 osteocondrose
📌 trauma
📌 sobrecarga biomecânica
📌 osteoartrite
📌 lesões de medula óssea

Os cavalos afetados podem apresentar claudicação leve, intermitente ou severa.

Em alguns casos, melhoram com repouso, mas voltam a claudicar quando retornam ao exercício.

O diagnóstico deve começar com anestesia diagnóstica para localizar a origem da dor.

Depois, entram as radiografias da região suspeita.

Mas o artigo reforça que algumas lesões podem não aparecer bem nas projeções convencionais.

Por isso, podem ser necessárias projeções especiais, tomografia computadorizada ou ressonância magnética.

No raio-x, essas lesões podem começar como pequenas áreas radioluscentes, com achatamento ou depressão na superfície articular.

Com a evolução, podem se tornar áreas circulares, ovais ou cônicas dentro do osso, muitas vezes cercadas por esclerose.

Na ressonância magnética, costumam aparecer como áreas focais bem delimitadas, com sinal alto ou intermediário, geralmente rodeadas por sinal baixo compatível com esclerose.

O tratamento pode ser conservador ou cirúrgico.

As opções incluem repouso controlado, anti-inflamatórios, medicação intra-articular, desbridamento, enxerto ósseo, substitutos ósseos, infiltração intralesional com corticoide e artrodese em casos graves.

O prognóstico para retorno à performance varia de 30 a 90%, dependendo da idade, raça, uso atlético, localização da lesão, cartilagem afetada, osteoartrite associada e tratamento realizado.

Artigo: Osseous cyst-like lesions/subchondral bone cysts of the phalanges
Autores: C. Sherlock e T. Mair

Essa é uma das maiores falhas no manejo das tendinopatias: tratar todas as lesões como se estivessem na mesma fase bioló...
20/05/2026

Essa é uma das maiores falhas no manejo das tendinopatias: tratar todas as lesões como se estivessem na mesma fase biológica.

O tendão lesionado muda constantemente seu perfil celular, vascular e inflamatório ao longo do reparo. E a resposta terapêica também precisa mudar.

Na rotina clínica, muitos protocolos falham não pela escolha do produto em si, mas pelo timing inadequado da intervenção. Aplicar um ortobiológico sem controle prévio do ambiente inflamatório pode comprometer organização tecidual, aumentar degradação de matriz e limitar a qualidade do reparo.

Além disso, avaliação ultrassonográfica seriada, controle de carga mecânica e reabilitação progressiva continuam sendo determinantes para o prognóstico.

Ortopedia regenerativa não é protocolo fixo.
É interpretação biológica da lesão + tomada de decisão clínica.

Quem entende a fase do tendão, trata com mais estratégia e menos tentativa e erro.

📌 Comente “TENDÃO” para receber os artigos utilizados como base científica deste conteúdo.

19/05/2026

Corrigir na hora o desvio com órtese é fácil!🐎
Mas e corrigir a causa primária do desvio flexural?? Pois é na maioria dos casos potros com relaxamento de tendões tiveram desde a gestação uma nutrição ruim.
E você como Vet deve orientar essa correção, não conseguiu de forma preventiva, então durante o plano de tratamento, essa deveria ser a base.
Forragem de qualidade e no volume ideal, ração equilibrada, sal mineral e para acelerar esses resultados temos utilizado em casos de desvio flexural e angular a suplementação da égua e do potro com Calphormin da .brasil , resultados fantásticos, em dois meses, veja o antes e depois no vídeo, essencial no sucesso do tratamento.
🚀Compartilhe esse caso com seus clientes e colegas

Os critérios clínicos de melhora articular como redução de calor, efusão e volume continuam sendo relevantes. Mas isolad...
12/05/2026

Os critérios clínicos de melhora articular como redução de calor, efusão e volume continuam sendo relevantes. Mas isoladamente, são insuficientes para avaliar o real impacto de uma terapia intra-articular.

Esse estudo de 2026 demonstrou que a triancinolona, apesar da resposta clínica superior, associou-se a elevação significativa de glicosaminoglicanos no líquido sinovial, um achado compatível com aumento do catabolismo cartilaginoso.

O soro autólogo condicionado, por sua vez, manteve estabilidade nos marcadores de cartilagem e apresentou melhor desempenho na redução da claudicação.

Dados como esses reforçam a necessidade de integrar biomarcadores sinoviais à avaliação de resposta terapêutica na medicina articular equina.

📄 Comenta Triancinolona para receber o artigo completo.

05/05/2026

3 características que você precisa pra poder usar na rotina sistema como esse:
- método
- senso crítico
- paciência
Se você não carrega essas três características você terá dificuldades em interpretar e saber o que fazer com os resultados.
Esse app foi desenvolvido por .horse

Triancinolona intra-articular tem efeito sistêmico documentado e isso precisa entrar no raciocínio clínico antes da esco...
04/05/2026

Triancinolona intra-articular tem efeito sistêmico documentado e isso precisa entrar no raciocínio clínico antes da escolha do protocolo.

Em pacientes com predisposição metabólica, o pico insulínico pós-infiltração não é detalhe. É risco real. E o timing dos seus exames metabólicos precisa considerar isso.

Os ortobiológicos existem como alternativa com perfil sistêmico mais seguro e a evidência já sustenta essa discussão.

💬 Você leva o histórico metabólico em conta na hora de infiltrar?

👉 Comenta ORTOBIOLOGICO que eu te mando o artigo.

Dump da Semana. Seguimos firmes no propósito. Se preparando para uma semana intensa de viagens
03/05/2026

Dump da Semana. Seguimos firmes no propósito.
Se preparando para uma semana intensa de viagens

Fenilbutazona na laminite não é novidade. O que pouca gente discute é o mecanismo que vai além do controle de dor.Em cav...
01/05/2026

Fenilbutazona na laminite não é novidade. O que pouca gente discute é o mecanismo que vai além do controle de dor.

Em cavalos com laminite de origem metabólica, a hiperinsulinemia é parte ativa da lesão e existe evidência mostrando que a fenilbutazona reduz a resposta insulínica ao estímulo com glicose por um mecanismo sistêmico, independente dos hormônios incretínicos.

O problema é o uso prolongado. Gastrite, úlceras e toxicidade sistêmica são riscos reais que limitam o tempo de uso e é aí que o manejo estratégico faz diferença: entrada rápida com fenilbutazona, transição para suporte analgésico seguro no longo prazo.

Protocolo inteligente é aquele que controla dor sem criar outro problema.

💬 Você já considerava esse efeito metabólico no seu raciocínio clínico?

👉 Comenta Equipalazone que eu te mando o artigo.

Endereço

Secretário
Petrópolis, RJ
25755352

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando eqlinveterinarios posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para eqlinveterinarios:

Compartilhar

Categoria