30/04/2026
Este texto foi criado com base em relatos reais de profissionais que passam horas diariamente em um bloco cirúrgico.
O intuito não é apenas promover o trabalho, mas também deixar claro a você, tutor, que nossos veterinários são realmente felizes com o que fazem. São felizes ao ver os pacientes acordando sem a dor que os acometia, sem os problemas com os quais já haviam se acostumado a conviver. São felizes ao ver um paciente redescobrindo o que é viver com saúde.
Mas sabe o que traz ainda mais felicidade? O momento de devolvê-los a você, tutor. Um animal feliz por te ver novamente. E nós somos felizes junto com você, ao ver que está segurando no colo uma das partes mais importantes da sua família mais uma vez.
Mas, quando um veterinário escolhe a carreira cirúrgica ou anestésica, ele também escolhe ser forte nos momentos difíceis. Escolhe entender que, às vezes, será o último a lutar pela vida. Será o último a tentar até o último segundo. Será o último a pedir a São Francisco que guie o caminho do seu pet, independentemente de qual seja (sim, o santo que é muito citado dentro dos blocos cirúrgicos).
Eles choram. Choram antes de dar a notícia. Às vezes, choram durante. E vão dormir pensando no seu animal. Acordam de madrugada para prescrever algo que possa ajudar na melhora. Ocupam suas vidas com o amor da sua vida.
Eles não apenas escolheram isso — eles sorriem por fazer isso.
Mesmo que, às vezes, o sorriso se transforme em lágrimas ou preocupação (afinal, biologia não é matemática), não coletamos nenhum relato de alguém que escolheria outra carreira.