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📍 A cinesioterapia veterinária é uma modalidade terapêutica que utiliza movimentos corporais e exercícios específicos pa...
10/08/2024

📍 A cinesioterapia veterinária é uma modalidade terapêutica que utiliza movimentos corporais e exercícios específicos para a reabilitação e melhora da saúde de animais. Derivada da cinesioterapia humana, essa prática se adapta às particularidades anatômicas e fisiológicas dos animais, sendo amplamente aplicada em casos de lesões musculoesqueléticas, condições neurológicas, recuperação pós-cirúrgica e doenças crônicas, como a osteoartrite.

📍Principais benefícios:

✅ Melhora da Mobilidade

✅ Fortalecimento Muscular

✅ Controle da Dor

✅ Melhora da Coordenação e Equilíbrio

✅ Recuperação de Funções Neurológicas

✅ Prevenção de Complicações

✅ Melhora na Qualidade de Vida

📍Principais Objetivos

Os objetivos da cinesioterapia veterinária incluem a restauração da função motora, a redução da dor, a prevenção de atrofia muscular e o aumento da mobilidade articular. Os exercícios podem variar de alongamentos passivos a movimentos ativos assistidos, dependendo do estado de saúde e capacidade física do animal.

📍 A cinesioterapia veterinária é uma ferramenta essencial na reabilitação de animais, proporcionando uma recuperação mais rápida e eficaz, além de melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Seu sucesso depende da correta avaliação e acompanhamento por profissionais especializados, que adaptam os exercícios às necessidades individuais de cada animal.








Dia mundial dos animais de Rua 04/04Mais uma confirmação que o caminho está certo! Moção recebida essa noite pelos servi...
05/04/2024

Dia mundial dos animais de Rua 04/04

Mais uma confirmação que o caminho está certo!
Moção recebida essa noite pelos serviços prestados a comunidade de Niterói, cidade que há quinze anos me acolheu de sorriso aberto!
Obrigado pela parceria e reconhecimento e sempre conte comigo e vamos em frente nessa luta pelos animais!

📍Esse é o Lipe, um Lhasa Apso de 16 anos, que buscou a fisiatria veterinária como uma forma de amenizar os efeitos do te...
19/01/2024

📍Esse é o Lipe, um Lhasa Apso de 16 anos, que buscou a fisiatria veterinária como uma forma de amenizar os efeitos do tempo e trazer mais qualidade de vida para seu envelhecimento.

📍A fisiatria veterinária não é somente para tratar doenças osteoarticulares, neurológicas ou pós operatórios, ela tem um papel fundamental num envelhecimento saudável, melhorando a qualidade de vida dos nossos pacientes, desacelerando os processos degenerativos e promovendo estímulos que ajudam a manter não só o corpo ativo, mas a mente também.







08/07/2020

Olá Pessoal! Boa Tarde! Quais temas vocês gostariam de ver por aqui? Comentem aí!

Beijos, abraços e lambeijos!

ATENÇÃO 📣📣📣A gatinha estava sem se alimentar há dois dias e para surpresa da sua Tutora ela havia engolido essa pequena ...
03/09/2018

ATENÇÃO 📣📣📣

A gatinha estava sem se alimentar há dois dias e para surpresa da sua Tutora ela havia engolido essa pequena agulha, que ficou instalada em região cervical média, obstruindo a passagem de qualquer tipo de alimento ou líquido, causando dor e colocando em risco a vida da pequena.
Temos sempre que ter muita atenção em nossos lares, pois nossos pequenos filhos de 4 patas não conseguem distinguir o que lhes causa risco e acabam por ingerir pequenos objetos achando que são brinquedos. A gatinha ficou bem e se recuperou.

🐱🐱🐱Parabéns a todos!!!🐱🐱🐱
17/02/2016

🐱🐱🐱Parabéns a todos!!!🐱🐱🐱

Hoje é Dia Mundial dos Gatos!
Parabéns a todos os peludos ♡

Imagem: Morgana & Margot - MM.Kittens

Mais um dia de ajuda e um paciente com a saúde renovada!!!
18/07/2015

Mais um dia de ajuda e um paciente com a saúde renovada!!!

CINOMOSE, UM MAL QUE PODE SER EVITADO!A cinomose se trata de uma doença que acomete cães mais jovens em seu primeiro ano...
18/07/2015

CINOMOSE, UM MAL QUE PODE SER EVITADO!

A cinomose se trata de uma doença que acomete cães mais jovens em seu primeiro ano de vida, pode também infectar animais mais velhos que por alguma razão não tenham sido imunizados anteriormente com vacinas próprias, ou que por alguma doença seu sistema imunológico se encontra debilitado.
A cinomose pode atingir vários órgãos, é sistêmica, podendo atuar em todo o organismo, é altamente contagiosa. É uma doença causada por um vírus que sobrevive por muito tempo em ambiente seco e frio. Porém é um vírus muito sensível ao calor, luz solar e desinfetantes comuns, dura em média três meses no ambiente após a retirada do portador.

Como é transmitida?
A transmissão da cinomose se dá através de contato direto com outros animais infectados, ou pelas vias respiratórias, pelo ar contaminado ou por fômites(objetos contaminados).

Quais são os sintomas da cinomose?

Pode haver perda de apetite, corrimento ocular e nasal, diarréia, vômito e sintomas nervosos (tiques nervosos, convulsões e paralisias), dificuldade de respirar e febre. E de acordo com o estado imunológico do animal como um todo, ele pode vir a óbito.

Basicamente, a doença se apresenta em fases, podendo pular uma delas eventualmente. Inicia-se pela fase respiratória (pneumonia e secreção nasal purulenta, o conhecido pus), e ocular (secreção ocular purulenta, ou remela, em grande quantidade).

Qual o tratamento?

Não existe. O que se pode fazer é usar medicamentos para o controle dos sintomas. É importante que o animal seja mantido em um ambiente limpo, com temperatura agradável e alimentação correta de acordo com as indicações do veterinário.

Como prevenir a cinomose?

A melhor forma de prevenir é a vacinação, que pode ser feita em uma clínica veterinária. Os cães podem ser vacinados com seis meses de idade, filhotes devem receber três doses desta vacina na primeira fase da vida. Posteriormente os cães devem receber uma dose da vacina anualmente.

Mais informações no site : http://www.cachorrogato.com.br/cachorros/cinomose/

LEISHMANIOSE CANINA, O QUE É E COMO PROTEGER SEU MELHOR AMIGO!!!TRANSMISSÃO:A leishmaniose é transmitida por mosquitos c...
17/07/2015

LEISHMANIOSE CANINA, O QUE É E COMO PROTEGER SEU MELHOR AMIGO!!!

TRANSMISSÃO:

A leishmaniose é transmitida por mosquitos conhecidos como flebótomos ou flebotomíneos. Seus nomes variam de acordo com a localidade; os mais comuns são: mosquito-palha, tatuquira, birigui, cangalinha, asa branca, asa dura e palhinha. O mosquito-palha ou asa branca é mais encontrado em lugares úmidos, escuros, onde existem muitas plantas.
É o inseto que transmite a doença de um animal para outro. É uma doença que afeta principalmente cães, mas também animais silvestres, gambá ou saruê e humanos (principalmente crianças com desnutrição, idosos imunossuprimidos e, atualmente, pessoas com AIDS).
Não se pega leishmaniose de cães e outros animais, apenas pela picada do inseto que estiver infectado.
O cão é apenas mais um hospedeiro da leishmaniose visceral.

SINTOMAS:

Os sintomas são variáveis. O cão pode apresentar emagrecimento, perda de pelos, gânglios inchados, fraqueza, feridas, crescimento exagerado das unhas, lesão de pele ulcerada, blefarite e anemia. Também há sintomas nos órgãos internos, como crescimento do fígado e outras alterações. Entretanto, esses sintomas são comuns em outras doenças bem menos graves; assim, se seu cão apresentar esses sintomas não quer dizer que o mesmo está com leishmaniose. O diagnóstico preciso só pode ser feito por um médico veterinário, que combinará exames de sangue com exames clínicos. O teste sorológico feito pelo governo como forma de triagem não deve ser encarado como diagnóstico e, portanto, não justifica a eutanásia dos animais. O diagnóstico é complexo e necessita de maior investigação.

PREVENÇÃO:

O verdadeiro transmissor da doença – o mosquito-palha – gosta de lugares com matéria orgânica, então sempre mantenha quintal e canis limpos e telados. Esse inseto é de hábito noturno, portanto coloque seus cães para dormir em lugares telados e use coleiras e/ou líquidos repelentes para ajudar na proteção.
O efeito da coleira é repelente, justamente para evitar a picada do inseto; a coleira é uma importante arma contra a doença.
Além disso, existe vacina para leishmaniose. Ela previne que 80 a 95% dos cães se infectem com leishmania pela picada do inseto.
Na verdade, a vacina contra a leishmaniose pode apresentar um efeito bloqueador de transmissão, capaz de interromper o ciclo epidemiológico, isto é, torna o animal não transmissor da doença.
A vacina tem cobertura de mais de 90% – afirmam os especialistas – e não é possível confundir infectados com vacinados. Mas pela produção ainda reduzida, os preços são inviáveis para boa parte dos tutores de cães.
A vacina já está disponível em vários lugares do país. Hoje se tem no mercado a Leishmune, da Fort Dodge, que é aquela que vários veterinários não preconizam porque dizem que não diferenciarão os infectados dos vacinados (mentira ou desinformação), e a Leishtec, da Hertape Calier, que a propaganda é justamente alicerçada em não reações vacinais e cruzada em sorologias.
Existe uma boa parcela da classe veterinária que ainda não conhece o tratamento e a prevenção da leishmaniose, entretanto, a falta de conhecimento deles não pode impedir o público de tratar de seus cães. Procure veterinários especializados em infectologia.
No entanto, o que é preciso ter-se claro é que tanto os humanos como os animais infectados, mesmo tratados, serão portadores do parasita o restante de suas vidas e deverão ser mantidos sob rígido controle. Os cães deverão ter contínuo acompanhamento de médico veterinário, com a realização de exames laboratoriais periódicos, para verificar se o animal realmente mantém-se não infectante e saudável.

O TRATAMENTO AINDA PE UMA QUESTÃO DE GRANDE DISCUSSÃO, POIS OS ÓRGÃOS PÚBLICOS NÃO APROVAM O TRATAMENTO, DEVIDO AO RISCO DE TRANSMISSÃO DA DOENÇA PARA OS SERES HUMANOS, PORÉM EXISTEM CASOS DE PROPRIETÁRIOS QUE OPTARAM PELA TENTATIVA DE TRATAMENTO E OS RESULTADOS FORAM POSITIVOS, O QUE GERA GRANDES DISCUSSÕES.

O MAIS IMPORTANTE É PREVENIR SEMPRE, MANTENDO O SEU MELHOR AMIGO VACINADO E PROTEGIDO, CUIDAR DE TODO O AMBIENTE ONDE SE VIVE, EVITANDO PROLIFERAÇÃO DO MOSQUITO!!!

AS DOENÇAS QUE ASSOMBRAM OS FELINOS!!O FeLV(Vírus da Leucemia Felina) e o FIV (Vírus da Imunodeficiência Felina) estão e...
16/07/2015

AS DOENÇAS QUE ASSOMBRAM OS FELINOS!!

O FeLV(Vírus da Leucemia Felina) e o FIV (Vírus da Imunodeficiência Felina) estão entre os causadores de doenças infecciosas mais comuns em gatos. São causadas por 2 diferentes tipos de retrovírus, pertencentes ao gênero dos Oncornavírus (FeLV) e ao gênero dos Lentivirus (FIV), sendo que o FIV pertence à mesma família do vírus causador da imunodeficiência humana (AIDS); o FIV é responsável apenas pela doença específica dos felinos, não existindo qualquer risco de infecção para o humano. São vírus frágeis e instáveis no meio ambiente, sendo facilmente inativados pelo calor ou por desinfetantes domésticos e detergentes comuns, sem necessidade de utilização do vazio sanitário prolongado.

A infecção por algum destes vírus compromete o sistema imunológico do animal hospedeiro, interferindo na sua capacidade de combater infecções, predispondo o organismo a uma variedade de doenças secundárias recidivantes ou persistentes.

O gato contrai o vírus da imunodeficiência felina através da saliva, quando é mordido ou arranhado por um gato infectado, ou através do contato sexual durante a cópula. As fêmeas podem transmitir o vírus aos filhotes por via transplacentária ou através da amamentação se forem infectadas antes da gestação.

Os sintomas da FIV na fase inicial caracterizam-se por febre, aumento dos gânglios linfáticos e aumento da susceptibilidade às infecções intestinais e cutâneas por um período de 4 a 6 semanas após o contagio. Animais jovens ou com um sistema imunológico competente podem apresentar uma fase latente ou subclínica na qual não se observam sinais da doença durante anos. Com o passar do tempo e o avanço da idade os gatos contaminados tendem a apresentar um severo comprometimento do seu sistema imunológico tornando-se susceptíveis a uma grande variedade de infecções crônicas.

FeLV

O vírus causador da leucemia viral felina pode ser transmitido através da saliva, secreções nasais e lacrimais, urina e fezes de gatos portadores. Um gato saudável pode se infectar após lambedura mútua com outro doente ou através de fômites. Os filhotes de gatas infectadas também podem nascer infectados por meio de contaminação transplacentária ou adquirir o vírus durante a amamentação. Cerca de 80% dos filhotes que adquirem o vírus nestas condições morrem na fase fetal ou neonatal, e os que resistem podem manter-se em viremia persistente.
Após a infecção por FeLV, gatos com o sistema imunológico competente podem combater e eliminar o vírus no estágio inicial. Já os animais com o sistema imunológico debilitado permanecem contaminados, dando origem a diversas complicações sistêmicas, como infecções secundárias, alterações hematológicas e até neoplasias.
A evolução da doença pode ser classificada em categorias de acordo com a característica da patogenia:

- Regressiva (viremia transitória ou latente): devido a uma resposta imune eficiente, observado em 30% dos gatos sadios expostos ao FeLV. Podem apresentar te**es positivos na fase inicial, mas tornam-se negativos posteriormente, pois o organismo neutraliza o vírus;
- Progressiva (viremia persistente): devido à falha no desenvolvimento de uma resposta imune efetiva. Geralmente estes animais desenvolvem sintomas e apresentam te**es positivos;
- Latência: o vírus sai da circulação sanguínea, porém permanece seqüestrado na medula óseea, replicando-se sem deixar as células, podendo ser responsáveis pelo desenvolvimento de anemias e neoplasias. Podem apresentar te**es sorológicos negativos;

Gatos portadores assintomáticos e aparentemente saudáveis podem transmitir FIV e FeLV por não apresentarem sinais clínicos da doença durante semanas, meses ou até mesmo anos após o contágio inicial, tornando-se fontes potencialmente contagiantes para outros indivíduos contactantes.

Sinais Clínicos:

Dentre os sinais clínicos mais comuns observados na FIV e FeLV podem ser citados:

- anorexia
- depressão
- perda de peso/caquexia
- alterações comportamentais

FIV

Os sinais clínicos da FIV podem apresentar 5 estágios distintos:

- Fase aguda: inicia-se de 4-6 semanas pós infecção com desenvolvimento de febre, leucopenia, esplenomegalia e hepatomegalia. Cerca de 4 meses pós infecção pode ser encontrada hipergamaglobunemia devido ativação policlonal inespecífica dos linfócitos B. Os anticorpos contra FIV só começam a ser produzidos pelo sistema imunológico cerca de 3 a 6 semanas após o contágio e tornam-se detectáveis por teste a partir de 4 a 8 semanas;
- Fase subclínica: animal geralmente sem sintomas, podendo apresentar neutropenia e linfopenia;
- Fase clínica: gatos podem demonstrar linfoadenopatia generalizada, febre, inapetência e perda de peso;
- Fase crônica: com manifestações secundárias, como o desenvolvimento de lesões em cavidade oral, infecção no trato respiratório, febre, diarréia, alterações hematológicas (anemia, linfopenia, neutropenia e trombocitopenia), neoplasias e alterações neurológicas;
- Fase terminal: devido à extrema debilidade do organismo, não têm controle sobre as infecções secundárias e podem desenvolver doenças sistêmicas severas (falência renal, hepática, pancreática ou linfoma);

FeLV

Os sinais clínicos estão associados às infecções secundárias e à imunossupressão como:

- Halitose devido a gengivites ou estomatites
- Dermatites recorrentes e abscessos
- Otites
- Infecções das vias aéreas
- Enterites
- Anemia não regenerativa
- Leucopenia com neutropenia, linfopenia e trombocitopenia ou leucocitose por linfocitose
- Linfoma
- Fibrossarcoma
- Doenças mieloproliferativas

Prevenção e Controle

A forma mais eficaz de impedir a disseminação dessas doenças inicia-se com um diagnóstico confiável, devido às diferentes síndromes clínicas. Os animais positivos devem permanecer reclusos e separados dos animais sadios, a fim de se evitar a exposição e propagação dos agentes infecciosos através das secreções.

Leitura complementar sugerida:

•http://bdtd.ufrrj.br/tde_arquivos/3/TDE-2008-06-24T113359Z-436/Publico/2008-%20Daniel%20de%20Barros%20Macieira.pdf
•http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/10/10136/tde-17012011-143731/publico/Bruno_Marques_Teixeira.pdf
•http://www.ufrgs.br/actavet/33-1/artigo612.pdf
• TEIXEIRA, B.M.; RECHE JUNIOR, A.; HAGIWARA, .M.K. Clinica Veterinária, n. 88, p. 54-66, 2010.
• HAGIWARA, M.K.; JUNQUEIRA-JORGE, J.; STRICAGNOLO, C. Clínica Veterinária, n.66, p.44-50, 2007.

Endereço

Niterói, RJ
24358631

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