23/03/2017
A esporotricose é causada pelo fungo Sporothrix schenckii, que geralmente habita o solo, palhas, vegetais e também madeiras, podendo ser transmitido por meio de materiais contaminados, como farpas ou espinhos. Animais contaminados, em especial os gatos, também transmitem a doença, por meio de arranhões, mordidas e contato direto da pele lesionada. Mas, vale destacar: isso não signif**a que os animais doentes não devam ser tratados, pelo contrário. A melhor solução para evitar que a doença se espalhe é cuidar dos animais doentes, adotando, para isso, algumas precauções simples, como o uso de luvas e a lavagem cuidadosa das mãos.
O homem pega o fungo geralmente após algum pequeno acidente, como uma pancada ou esbarrão, onde a pele entra em contato com algum meio contaminado pelo fungo. Por exemplo: tábuas úmidas de madeira. Outra forma de contágio são arranhões e mordidas de animais que já tenham a doença ou o contato de pele diretamente com as lesões de bichos contaminados.
Animais doentes não devem nunca ser abandonados. Se isso acontecer, eles vão espalhar ainda mais a doença. Caso suspeite que seu animal de estimação está com esporotricose, procure um médico veterinário para receber orientações sobre como cuidar dele sem correr o risco de ser também contaminado.
Abaixo o relato sobre o mingau, gatinho resgatado pela Alcileia Ferreira numa sexta-feira, 30 de dezembro de 2016, e após 2 meses em tratamento já nota-se uma melhora signif**ativa, e além de ter ganhado uma tratamento ganhou também uma família e em breve vai para seu novo lar. Essa é uma história real que ilustra a você como a esporotricose tem cura e os gatos não tem culpa desse terrível mal, são tão acometidos quanto a gente.