Dra Cíntia Maria oftalmovet

Dra Cíntia Maria oftalmovet Especializada em macro microcirurgia oftálmica plastias oculares e clínica médica e exames espec

13/02/2023
Felina 18anos castradaHipertensão arterial sistêmicaHipertrofia miocárdicaRetinopatia não proliferativaDiminuição do flu...
02/07/2022

Felina 18anos castrada
Hipertensão arterial sistêmica
Hipertrofia miocárdica

Retinopatia não proliferativa
Diminuição do fluxo sanguíneo capilar
Aumento da viscosidade plasmática
Com presença de oclusão microvascular sem presença de neovascularização (microaneurismas trombótico)
Presença de hemorragia em Ponto Borrão
Presença de Exudato Duro

02/07/2022

Sh*th-zu 10anos castrada
Perda súbita de visão

Doença Gordurosa Infiltrativa
Endocrinopatia

Retinopatia não proliferativa oclusiva
Capiloropatia com degeneração de Pericitos sem proliferação de células endoteliais porém com espessamento de membrana basal por lipídio
Sem presença de neovascularização e nem derivação arteriovenosa porém com alteração hematológica deformação vde eritrócitos com aumento da adesividade e agregação plaquetaria
Sem presença de hemorragia retiniana nem exudato

27/05/2022
CÉLULAS-TRONCO MESENQUIMAIS (CTMS)São consideradas células multipotentes não hematopoiéticas com propriedade de autorren...
23/03/2022

CÉLULAS-TRONCO MESENQUIMAIS (CTMS)
São consideradas células multipotentes não hematopoiéticas com propriedade de
autorrenovação e capacidade de diferenciação em tecidos mesenquimais (Reiser et al.,
2005). O primeiro relato das CTMs foi realizado pelo pesquisador russo Friedenstein e
seus colaboradores, na década de 70, que as descreveu como sendo células aderentes,
morfologicamente semelhantes aos fibroblastos e com alta capacidade de adesão à
superfície plástica. Vários estudos posteriores relataram a multipotência destas células,
ou seja, a capacidade de diferenciarem-se em linhagens derivadas da mesoderme
embrionária: osteogênica, condrogênica e adipogênica (Prockcop, 1997).
Segundo a Sociedade Internacional de Terapia Celular uma determinada
população de células será classificada como célula-tronco mesenquimal quando
apresentar três características chaves. A primeira é que as mesmas sejam isoladas com
base nas suas propriedades de adesão seletiva à superfície do material onde são
cultivadas (geralmente plástica). A segunda é que as expressões dos antígenos de
membrana CD105 (endoglina ou SH2), CD73 (SH3 ou SH4) e CD90 (Thy-1) tenham
uma positividade maior de 95% e que CD34, CD45, CD14, ou CD11b, CD79, ou CD19
e HLA-DR sejam expressos em menos de 2% das células em cultura. Por fim, que as
células possam ser diferenciadas em tecido ósseo, gorduroso e cartilaginoso após
estímulo (Horwitz, 2005).
De toda forma, ainda não há um marcador específico para a caracterização das
CTMs. A expressão variável de muitos dos marcadores superficiais pode ser explicada
não somente pelos diferentes protocolos utilizados para o isolamento celular e
caracterização do cultivo, mas também à variação na fonte ou tipo de tecido de onde são
obtidas as células, bem como, a idade e o s**o do paciente.

Bulldogue Francês, 4 anos, queixa principal protrusão de terceira pálpebra há mais de 2 anos. Após o exame clínico o pac...
20/12/2021

Bulldogue Francês, 4 anos, queixa principal protrusão de terceira pálpebra há mais de 2 anos. Após o exame clínico o paciente foi encaminhado para procedimento cirúrgico de remoção da terceira pálpebra e posteriormente biópsia. A retirada da terceira pálpebra foi com laser cirúrgico diodo 840nn e seguido do autotransplante de glândula de terceira pálpebra subconjuntival em ambos os olhos. O paciente permanece com acompanhamento clínico e exames de avaliação da produção lagrimal pelo teste Schirmer se mantém acima de 15mm/min, não há alteração no tempo de quebra de ruptura do filme lacrimal (BUT) e na qualidade do filme lacrimal , avaliados e acompanhada através do I-PENvet e superficie ocular pelo OsaVet.
A disautonomia ou síndrome de Key-Gaskel, etiologia a qual ainda continua desconhecida no seu todo, sendo sua etiologia não delimitada, embora a suscetibilidade genética, as neurotoxinas e os agentes infecciosos têm sido postulados (NUNN et al., 2004). Não existe predisposição racial ou de gênero, mas animais jovens parecem ser mais afetados (SYMONDS et al., 1995). Possui como característica patologicamente pela degeneração neuronal dos gânglios do sistema nervoso autônomo. A degeneração dos nervos autonômicos inclui uma acentuada redução do número de neurônios, o que foi observado em todos os casos, independentemente da espécie acometida (POLLIN e GRIFFITHS, 1992). Os neurônios degenerados apresentam cromatólise, picnólise, um núcleo excêntrico, e a perda da substância de Nissl no gânglio autônomo periférico (SYMONDS et al.,1995).
Os animais podem apresentam sintomas relacionados às lesões provocadas no sistema nervoso autônomo tais como: salivação profusa, midríase e pupilas não responsivas, protusão da terceira pálpebra, falta de motilidade intestinal, megaesôfago e megacólon.
O sistema simpático visceral eferente regula a resposta da pupila a fatores ambientais que induz ao estresse, como por exemplo, excitação, medo e raiva. Os axônios simpáticos do nervo oftálmico inervam o músculo da órbita, que é musculatura lisa na periórbita e nas pálpebras, incluindo a terceira pálpebra, o músculo ciliar, e o músculo dilatador da pupila. Estímulos nocivos ou respostas emocionais podem causar midríase. Os felinos com doença sistêmica grave, que estão deprimidos, muitas vezes, têm protrusão persistente bilateral das terceiras pálpebras. Isto pode resultar de desidratação grave e depressão ou de uma diminuição generalizada do tônus simpático (De LAHUNTA; GRASS, 2009). A glândula lacrimal recebe inervação do nervo trigêmeo (sensorial) e da porção parassimpática do nervo facial. O aumento do reflexo da produção da lágrima ocorre em resposta a estímulos sensoriais através do ramo oftálmico do nervo trigêmeo. As lesões no nervo trigêmeo, geralmente, não afetam a produção basal da lágrima, mas o reflexo para produção da lágrima em resposta a córnea, a conjuntiva ou ao estímulo nasal, é perdido. A porção parassimpática do nervo facial também inerva lateralmente a glândula nasal, uma glândula secretora de secreção serosa, que funciona para manter o nariz úmido. A função do nervo facial na glândula lacrimal é avaliada pelo teste de Schirmer (De LAHUNTA; GRASS, 2009).

Tatiane Ozorio Campagnoli
Brito

O que é hifema?O hifema consiste numa hemorragia (sangue) no interior do olho, mais especificamente, na câmara anterior....
14/10/2021

O que é hifema?
O hifema consiste numa hemorragia (sangue) no interior do olho, mais especificamente, na câmara anterior. As hemorragias oculares podem ocorrer em diferentes partes do olho. O termo derrame intraocular anterior ou hifema é usado quando o sangramento ocorre na câmara anterior do olho devido a maior parte das vezes a traumatismos oculares.

Um trauma ocular é provocado por uma “pancada no olho” que pode ocorrer em consequência de acidentes, como por exemplo acidentes de trabalho, de viação, etc.

Nas 24 horas imediatamente posteriores à ocorrência de um trauma ou traumatismo ocular o olho pode ficar com uma mancha de sangue devido à rutura de vasos sanguíneos.

O hifema ocular é, assim, uma hemorragia nos olhos que ocorre como consequência de uma lesão no globo ocular que pode ser uma lesão superficial ou mais profunda. Pode ser consequência de um trauma ocular contuso (sem perfuração) ou perfurante quando existe perfuração da córnea ou da esclera.

Um trauma ocular grave se não for observado e tratado de forma adequada e atempada pode conduzir a lesões oculares irreversíveis e, em último caso, à cegueira.

Causas do hifema
A principal causa do hifema é o trauma ou traumatismo ocular, podendo contudo existirem outras causas subjacentes, como por exemplo rubeosis da iris na diabetes ou oclusões venosas da retina, discrasias sanguíneas, etc.

As causas dos hifemas que resultam dos traumas oculares são, maioritariamente, no caso dos adultos, os desastres no trânsito, os acidentes de trabalho, quedas, acidentes na prática de desporto sem protetores oculares apropriados e resultado de violência (“murros, pontapés”).

No caso das crianças, o traumatismo ocular, pode ser provocado pela colisão com esquinas de móveis, puxadores das portas e brincadeiras com objetos mais pontiagudos (lápis, por exemplo) que podem causar lesão/ ou perfuração ocular.

Em alguns casos, o hifema tem como causa subjacente várias outras situações, designadamente, cirurgias oculares, o uso de anti-coagulantes e alterações na coagulação sanguinea.

Sintomas do hifema
Os sinais e sintomas do hifema são, na maioria das vezes, fáceis de identificar, na medida em que o paciente se queixa de desconforto ocular, os olhos ficam vermelhos (mancha de sangue), têm dor aguda persistente, sangramento recorrente, aumento da pressão ocular (glaucoma) e, na maioria das vezes, diminuição da acuidade visual.

Os sinais e sintomas podem variar de acordo com a causa subjacente e de acordo com a sua gravidade.

Complicações do hifema e trauma ocular
Qualquer trauma ocular deve ser examinado por um médico oftalmologista para avaliar a extensão e acautelar possíveis complicações que possam surgir.

No entanto, em alguns casos, quando não há uma observação e atuação médica o hifema ou trauma ocular podem acarretar algumas complicações, como por exemplo, inflamação ocular, a córnea pode ser manchada de sangue e a sua função comprometida, pode ocorrer redução da acuidade visual, propensão para desenvolver glaucoma, laceração da retina e cristalino, corte do globo ocular e cegueira

18/09/2021

O TW SURGICAL da MMO possui laser semicondutor de alta potência, com a entrega do feixe realizado através de fibras óticas com diâmetro de 400 e 600 µm ideal para o uso em procedimentos odontológicos cirúrgicos.

O laser TW SURGICAL da MMO possibilita a operação em modo contínuo ou pulsado com potência ótica que varia de 0,5 a 5W, num comprimento de onda na faixa do infravermelho (808 nm). O TW SURGICAL promove o corte do tecido e a hemostasia simultaneamente, isso garante a eficácia do aparelho, evitando que haja contaminação e sem necessidade de sutura.

O laser de alta potência permite a interação fototérmica com os tecidos moles sem afetar os tecidos adjacentes. A remoção destes tecidos ocorre após a absorção do laser pela água celular, com vaporização e transformação do tecido em fumaça, acompanhada da oclusão de pequenos vasos sanguíneos e selamento imediato das terminações nervosas. Laser de Diodo – Efeito Fototérmico com atuação ampla e aperfeiçoar os procedimentos clínicos do Cirurgião. O laser cirúrgico conta com dispositivos de precisão e qualidade que garantem sua aplicação terapêutica e cirúrgica.

18/09/2021

Preparados p te adender....

Também conhecida como Síndrome da erosão corneana superficial, úlcera indolente, ou “úlcera do Boxer”, esta é uma doença...
30/07/2021

Também conhecida como Síndrome da erosão corneana superficial, úlcera indolente, ou “úlcera do Boxer”, esta é uma doença com predisposição racial, que acomete cães das raças Boxer, Corgi, Poodle, Samoieda e Golden Retriever.

A lesão é decorrente da separação do epitélio corneano do estroma, e está associada a hemidesmossomos defeituosos, que provocam uma proliferação anormal de estroma, causando edema das células basais.

Geralmente, a área afetada é de 3 a 4 mm e tem contorno irregular, causa dor e se cora com fluoresceína.

O olho deve ser medicado com colírio antibiótico de amplo espectro, quatro vezes ao dia, por dois dias antes da cirurgia e dez dias após. Seu uso deve ser combinado com colírio de atropina 1%, três vezes ao dia, pelo mesmo período.

O tratamento clínico isolado não confere bons resultados. Recomenda-se procedimento cirúrgico conforme a técnica de ceratotomia em grade. Neste procedimento, o epitélio corneano é removido com auxílio de uma espátula para remoção de corpo estranho ou cotonete estéril.

O epitélio é removido até que o epitélio normalmente aderente seja alcançado na borda da lesão. São feitas incisões paralelas no estroma, seguidas de outras perpendiculares, com uma agulha 13x0,4 e não excedendo 25% da profundidade do estroma.

O recobrimento da terceira pálpebra é recomendado logo após a ceratotomia em grade, como forma de reduzir vascularização posterior e eventual fibrose corneana, devendo ser mantido por 21 dias, juntamente com a medicação tópica

Endereço

Rua Beija Flor 237/Condomínio Morada Do Sol
Itamonte, MG
37466-000

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