10/07/2020
Isso surge com bastante frequência como uma tentativa de argumentar sobre algumas fantasias caninas, ou mais exatamente sobre algumas fantasias humanas sobre o cão.
As interações caninas em um grupo social canino seriam necessariamente interações amigáveis, sem qualquer disposição por parte dos indivíduos que desejam se posicionar em relação aos outros. Isso excluiria todas as noções de "domínio" e "hierarquia" existentes entre eles.
De fato, essas interações são menos visíveis ou mais visíveis em um grupo social existente, em que vários cães são usados para esfregar os ombros e que sabem onde estar em relação um ao outro, com a intervenção dos seres humanos, se houver. escorregar um pouco.
Essas interações seriam as mesmas se decidíssemos criar um grupo social, lá agora, com cães levados aleatoriamente.
Eu, que sou mais ou menos sociável, teria as mesmas interações se me encontrasse em um grupo social de seres humanos onde conheço todos e um grupo social em que não conheço ninguém.
O que poderia caracterizar o que eu sou como indivíduo:
- a observação do meu comportamento com humanos amigáveis e conhecidos
ou
- observando meu comportamento com humanos que não são amigos e desconhecidos.
Não é o mesmo para um cachorro?
Bom final de semana a todos.
Cumprimentos. Hervé Pupier