10/11/2021
Afinal, cachorro tem depressão?
Se por um lado a popularização do termo “depressão” serviu para aumentar a conscientização sobre a doença, por outro, ele acabou sendo banalizado, tornando-se comum encontrarmos quem não leve o problema a sério.
No caso dos cachorros, a médica-veterinária da Petz, Dra. Erika Turim, esclarece que eles são seres sencientes (com sentimentos) e, portanto, o quadro também existe entre esses pets.
Assim como acontece conosco, é preciso diferenciar o que é de fato tristeza do que é temperamento. “É importante sempre separar o que é um ‘cão calminho’ de um ‘cão deprimido’”, diz ela.
Sintomas da depressão canina
Nenhum cachorro é igual a outro. Enquanto algumas raças são conhecidas por serem hiperativas, como o Border Collie, outras, como o Buldogue inglês, fizeram fama por serem muito preguiçosas.
Dentro de uma mesma raça, porém, os cães também têm temperamentos diferentes, influenciados por fatores como idade e adestramento. Conhecer a personalidade do seu amigo, portanto, é o primeiro passo para reconhecer a depressão em cachorro. Além disso, fique atento aos seguintes sinais:
✅perda de apetite;
✅perda de peso;
✅recusa em brincar com tutores ou outros pets;
✅prostração;
✅isolamento;
✅agressividade repentina;
✅olhar perdido e triste;
✅lambedura excessiva (principalmente do focinho);
✅bocejos e coceiras frequentes e sem motivo;
✅automutilação em extremidades do corpo (cauda e patas).
“Os cães apresentam sintomas semelhantes ao da depressão humana”, resume a Dra. Erika. Em caso de mudanças bruscas de comportamento ou de qualquer um desses sintomas, leve seu amigo ao veterinário o quanto antes!
Fonte:https://www.petz.com.br/blog/
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