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A importância de levar o seu pet ao veterinárioFrequênciaMuitos donos de pets costumam levar o bichinho ao veterinário a...
30/11/2019

A importância de levar o seu pet ao veterinário

Frequência
Muitos donos de pets costumam levar o bichinho ao veterinário apenas para tomar as vacinas (às vezes nem isso) ou quando ele apresenta algum problema de saúde. Acontece que, algumas doenças muito comuns só manifestam sintomas quando já estão em um estado avançado. Ou seja, a melhor forma de cuidar da saúde do seu bichinho é a prevenção. Levá-lo com a frequência correta ao veterinário para realizar exames é a forma mais certa de garantir um animal saudável. Caso ele esteja com alguma doença, nesses exames de rotina elas serão mais facilmente identificadas e muitas vezes ainda em estágios iniciais, o que vai facilitar muito mais o tratamento.
Sendo assim, a frequência que você deve seguir para levar o pet ao veterinário é a seguinte:
Filhotes: Até os seis meses de idade, seu bebê peludo deve fazer consultas regularmente no veterinário, para que ele possa acompanhar o crescimento e o desenvolvimento da bolinha de pelos.
Adultos: a partir dos sete meses, seu pet já é considerado adulto (para os veterinários, porque para nós, são sempre bebês). Nessa fase da vida, consultas anuais serão suficientes. Nas visitas ao veterinário seu animal vai receber as doses de vacina e fazer um check-up geral.
Idosos: Entre os sete e oito anos de idade o animal já entra na melhor idade! Consultas semestrais são as mais indicadas para essa fase da vida, acompanhando de perto a saúde do bichinho.
Fora isso, nas três fases da vida você deve sempre fazer o controle de pulgas e carrapatos de forma mensal e também o uso mensal ou trimestral de vermífugos.
Principais doenças caninas

– Leishmaniose

– Doença do Carrapato

Principais doenças felinas
– Insuficiência Renal
– Intoxicação

Hora do Check-up
Depois de tudo isso, deu pra ver a importância de levar o seu pet ao veterinário, né? Não espere que seu bichinho esteja com algum sintoma para levá-lo ao médico. A prevenção é sempre a melhor forma de cuidar da saúde do seu pet.
Por isso, ao levar seu pet ao veterinário na frequência indicada, ele deve realizar alguns exames básicos para garantir que seu amigo peludo está 100% saudável.
Primeiro ele vai fazer os exames clínicos comuns. Pesar, olhar ouvido, medir temperatura e auscultar o coração.
Depois vêm os exames mais complexos, porém necessários. Eles que vão indicar a presença (ou não) de alguma das doenças citadas à cima além de outras. São eles:

Hemograma completo: é o exame principal. Se seu pet estiver com alguma doença, o exame de sangue vai mostrar alguma alteração e assim, o veterinário começa uma investigação mais a fundo, como por exemplo o perfil bioquímico sanguíneo completo.

Exame de urina: identifica alguma complicação do sistema genito urinário, renal ou hepática, além de possíveis infecções.

Ultrassom: uma ótima forma de verificar as condições dos órgãos internos do seu filho peludo.

Radiografia: vai mostrar se seu bichinho está com alguma condição pulmonar ou cardiovascular, além de apontar possíveis alterações ósseas como displasias (muito comum principalmente em cachorros)

CURTA SEU MELHOR AMIGO, MANTENHA A SAÚDE DO SEU PET EM DIA.Agende sua consulta para seu PET.☎️Venha até a R. Sete de Set...
26/11/2019

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Por que meu cachorro cava?Você já deve ter notado que seu cachorro cava algumas vezes, seja no jardim, no carpete, na ca...
19/11/2019

Por que meu cachorro cava?
Você já deve ter notado que seu cachorro cava algumas vezes, seja no jardim, no carpete, na caminha, no sofá…Mas você já se perguntou quais poderiam ser os reais motivos para isso?

O primeiro deles é o instinto de preservação. Os ancestrais caninos cavavam para enterrar seus alimentos, deixando-os escondidos e em segurança para que nenhum outro animal pudesse roubar. Isso ainda pulsa nos cães de hoje, e eles podem enterrar não só comida, como também ossos e brinquedinhos.

Outra razão muito frequente para este comportamento é a sensação de segurança com o ambiente e sua temperatura. Cavando, os cães conseguem saber se o local onde dormirão está quente ou frio e até mesmo se esconder – ou esconder seus filhotes – de predadores.

Em algumas ocasiões, é possível que seu cão comece a cavar descontroladamente por estar ansioso. Passear mais vezes e sempre encontrar tempo para brincar com o pet são algumas das opções para aliviar este “estresse”.

Já em outras situações, eles cavam por diversão. É possível que o cão enterre e desenterre a mesma coisa várias vezes! Mas se observar que sofás e pisos estão sendo prejudicados por esse comportamento, repreenda. Afinal, não queremos a casa destruída. Mas, como é instituto, mostre que este comportamento pode ser feito na caminha dele ou até mesmo quando estiverem em um parque ou passeando.

Cuide do seu melhor  amigo!Agende sua consulta para seu PET.☎️Venha ate a R. Sete de Setembro, 1399 (17) 3521-1844☎️
16/11/2019

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11/11/2019
O maior gesto de amor é o seu cuidado!Agende sua consulta para seu PET.☎️Venha ate a R. Sete de Setembro, 1399 (17) 3521...
29/10/2019

O maior gesto de amor é o seu cuidado!
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Border Collie – Principais doençasSendo considerado uma das raças mais inteligentes do mundo, o Border Collie vai muito ...
25/10/2019

Border Collie – Principais doenças

Sendo considerado uma das raças mais inteligentes do mundo, o Border Collie vai muito além de um cachorro que serve para pastorear rebanhos. Focados e viciados em brincadeiras – principalmente as que envolvem bolinhas – a raça nos proporciona diversos momentos divertidos. Porém, alguns cuidados são necessários em relação a possíveis doenças, principalmente de origem hereditária, que podem acometê-los ao longo da vida. Falaremos a respeito das mais comuns e que podem ser um verdadeiro problema caso não sejam tratadas ou acompanhadas corretamente.

Neutropenia cíclica canina

A neutropenia cíclica canina ou simplesmente “Síndrome do Collie Cinza” é uma doença hereditária que ocasiona um distúrbio imunológico fatal em algumas raças como Chow-chow e Collie – a qual leva o nome da doença -, e Border Collies.

Esta síndrome impede que os neutrófilos (células de defesa fundamentais para o combate infecções) sejam liberadas na corrente sanguínea, dificultando o sistema imunológico no combate de qualquer infecção que o cachorro venha a ter. Cães acometidos por esta síndrome apresentam aparência frágil e pelagem acinzentada ou mais clara que o normal. Infelizmente, sua expectativa de vida é curta e dificilmente chegam à fase adulta.

Por se tratar de uma doença hereditária autossômica, o gene recessivo da doença deve vir de ambos os pais. Caso apenas um dos pais porte o gene, há 50% de chance de transmitir uma cópia mutada do gene para os filhotes, sendo aconselhado castrar qualquer pet portador.

O diagnóstico da doença é feito através de hemograma, onde serão analisados a diminuição na produção de neutrófilos ou a ausência deles no organismo.
Collie Eye Anomaly – CEA

A CEA (abreviação para o termo em inglês Collie Eye Anomaly) é uma doença hereditária que ocasiona o desenvolvimento anormal da coroide (tecido localizado abaixo da retina ocular). Além de afetar cães da raça Border Collie, é comumente presente em raças como Collie, Pastor de Shetland e Lancashire Heleer.

A doença se apresenta de duas formas: leve e severa. A forma leve da doença é a mais comum entre os cães e normalmente é diagnosticada por volta dos cinco meses de idade, quando é observado o desenvolvimento anormal da coroide, porém o cachorro não apresenta perda da visão. Já a forma severa da doença leva ao descolamento da retina, podendo haver ou não perda parcial ou total da visão.

Por se tratar de uma doença hereditária autossômica – quando o filhote herda de ambos os pais o gene da doença – é fundamental que estes pets sejam excluídos da linha de reprodução. O acompanhamento com um médico veterinário especializado de oftalmologia é indispensável.
Colapso de Border Collie

O Colapso de Border Collie é um distúrbio que afeta o sistema nervoso dos cães por causa de um excesso de atividades ou em decorrência de exercícios pesados. Além de acometer o Border Collie, o distúrbio costuma afetar outras raças hiperativas como Pastor de Shetland e Pastor australiano.

Os afetados dificilmente apresentam sintomas em seu dia-a-dia. Porém, após um certo tempo de atividades e exercícios, os cães apresentam alguns sinais bem característicos como desorientação, perda de foco, claudicação (começam a “mancar”), marcha sem coordenação e alguns podem arrastar as patas. Em raras condições podem apresentar convulsões. Apesar dos sintomas, os cães não sentem nenhum tipo de dor. Esse comportamento pode durar por alguns minutos, mas quando não percebido pelo pai do pet, pode colocar sua vida em risco dependendo das condições climáticas e do nível da atividade feita.
Problemas locomotores – Displasia coxofemural e Osteocondrose

Como a maioria dos cães de porte grande, a raça Border Collie sofre com alguns problemas locomotores, principalmente displasia coxofemoral que é uma má formação na articulação e que pode ser classificada em vários estágios, a depender de sua gravidade. Esta doença pode ser ocasionada por herança genética, ou ser adquirida ao longo da vida devido a obesidade ou sobrecarga de atividades físicas. O tratamento para esta doença é feito mediante exames de imagem, que irão classificar o estágio em que a doença se encontra.

Já a osteocondrose é um processo patológico que causa a lentidão da transformação da cartilagem em osso, deixando a região acometida bem fragilizada e propícia a lesões – a doença costuma acometer o úmero dos cães. Porém, outros ossos podem ser acometidos como o cotovelo, punho e joelho. O tratamento para esta doença é cirúrgico e é feito por artroscopia, onde o profissional irá raspar o osso e retirar fragmentos de cartilagem.

Por que meu gato mostra a língua quando sente alguns cheiros ou gostos?Quem é pai ou mãe de gato com certeza já pegou o ...
22/10/2019

Por que meu gato mostra a língua quando sente alguns cheiros ou gostos?

Quem é pai ou mãe de gato com certeza já pegou o seu felino “fazendo careta” alguma vez que sentiu um cheiro ou gosto diferente… Não é raro que os bichanos coloquem a língua pra fora e emitam um som estranho em situações nas quais são expostos a algum alimento ou odor novo. Diferentemente do esperado, por mais que possa parecer, eles não costumam vomitar neste momento, afinal, trata-se de uma simples resposta de seu corpo ao estímulo apresentado. Entenda:

Os gatos possuem, no “céu da boca”, algo chamado órgão vomeronasal (antigo órgão de Jacobson) que os auxilia na identificação de cheiros. Ele não serve apenas para a hora de se alimentar, mas também para “perceber” odores, hormônios e feromônios de outros gatos identificando, por exemplo, seus status reprodutivo.

Quando abrem a boca, os gatos conseguem facilitar a passagem dos cheiros pelo órgão mencionado e, quando ele é mais expressivo, seus sinais acabam sendo mais exagerados, provocando a tal “careta”. Com isso, quando sentir o cheiro apenas pelo nariz não é o suficiente, ocorre um tipo de reflexo que faz com que coloque sua língua para fora, simulando como se fosse vomitar.

Não é difícil, ainda, os pegarmos somente com a boca aberta próximos de onde algum outro pet urinou, por exemplo, e isso ocorre pelo mesmo motivo! Felinos selvagens também fazem isso até com mais frequência do que os domésticos. Isso porque, devido aos seus instintos mais aflorados, usam e abusam do órgão vomeronasal com mais frequência para identificar possíveis parceiros se***is, ameaças ao bando e o estado dos alimentos.

Você já analisou se seu cão ou gato estão abaixo ou acima do peso?Nós, seres humanos notamos mais rapidamente quando est...
18/10/2019

Você já analisou se seu cão ou gato estão abaixo ou acima do peso?

Nós, seres humanos notamos mais rapidamente quando estamos com alguns quilos extras. Se as roupas que costumamos usar começam a encolher, é geralmente um sinal de que nosso peso mudou. No entanto, nossos animais de estimação geralmente não se vestem de manhã e não têm esse método de controle tão óbvio! Para ajudá-los nessa tarefa, o primeiro passo será identificar a condição corporal do seu pet.

Fisicamente é onde a mudança será mais evidente. Com um peso adequado, podemos diferenciar as costelas ao toque, porém o aumento de peso dificultará essa tarefa. A condição corporal pode ser determinada pelo que chamamos de escore de condição corporal. Esta metodologia considera uma escala de 1 a 9 pontos que pode ser utilizada para auxiliar na identificação do peso corporal ideal do seu pet.

Uma condição corporal equilibrada tem efeito positivo na saúde e qualidade de vida dos animais, e ter uma vida mais longa e saudável é consequência de um estilo de vida equilibrado que alia alimentação adequada, com exercícios físicos regulares. Estudos evidenciam que animais que apresentam escore de condição corporal ideal podem viver mais e podem retardar o aparecimento de doenças.

Utilize se as imagens abaixo para avaliar se o seu cão ou gato estão com uma condição corporal equilibrada:
Pet muito magro

Ossos facilmente visíveis ao longo do corpo. Ausência de gordura corporal e perda de massa muscular generalizada. Cintura muito evidente.

Pet magro

Costelas podem ser palpadas facilmente. Cobertura de gordura mínima. Cintura evidente em vista dorsal e lateral.

Pet com peso ideal

Costelas palpáveis, com uma camada mínima de gordura. Linha da cintura bem visível em vista lateral e menos pronunciada em vista dorsal.

Pet com sobrepeso

Costelas são difíceis de sentir e cobertas por uma camada espessa de gordura.

Pet obeso

Não é possível palpar as costelas. Grandes quantidades de gordura no pescoço, tórax, base da cauda e na região da virilha. Ausência completa da cintura e abdômen distendido.

Muito magro: animais muito magros podem acabar sofrendo com uma série de problemas e doenças. Normalmente, cães e gatos com baixo peso se alimentam de forma ruim e, consequentemente, sofrem com a falta de nutrientes e deficiência de vitaminas.

Magros: os pets que se enquadram no escore corporal magro também merecem atenção. Uma dica é que seu tutor fique atento a sua rotina. A diminuição de peso nos animais pode ser um dos primeiros sintomas de uma doença. Também é importante estar alerta a quantidade de alimento que é consumido pelo animal diariamente. Vale consultar se porção dada está realmente de acordo com o indicado.

Peso ideal: esse é o escore corporal mais saudável de todos. Animais com o peso correto acabam sendo muito mais saudáveis, têm energia para aproveitarem o dia e poucas chances de acabarem desenvolvendo uma doença causada pelo excesso de peso ou magreza extrema.

Sobrepeso: ainda existem aqueles pets que se encaixam no sobrepeso, ou seja, que estão com acúmulo de gordura corporal. É essencial entender que animais com excesso de peso sofrem com uma série de fatores, como cansaço e maior probabilidade de desenvolver doenças. Outro ponto importante de ser mencionado é que o sobrepeso é o primeiro passo para que o cachorro ou gato se torne obeso, um quadro que envolve uma série de perigos a integridade física do pet.

Obeso: para os animais que já estão nesse escore corporal, o mais indicado é começar a diminuir o peso imediatamente. A obesidade acaba diminuindo a expectativa de vida do pet, além de afetar diretamente a saúde do cachorro ou do gato. Animais com peso muito elevado acabam sofrendo com diferentes problemas, como doenças cardíacas, diabetes, artrite, disfunção dos órgãos, redução da qualidade de vida e muito mais.

A deficiência vitamínica é caracterizada pela falta de determinada vitamina na quantidade necessária para desempenhar su...
15/10/2019

A deficiência vitamínica é caracterizada pela falta de determinada vitamina na quantidade necessária para desempenhar sua função fisiológica normal.

Fases críticas como o nascimento, crescimento, reprodução, senilidade e doenças, aumentam as necessidades por nutrientes, entre eles as vitaminas. Animais que passam por longos períodos de anorexia, por exemplo, sofrem com a diminuição de suas reservas vitamínicas, sendo necessário assim, a suplementação das mesmas.

Por esse motivo, a suplementação vitamínica, principalmente para animais que se encontram nas fases críticas citadas acima, pode ser muitas vezes vital. Deficiências de vitaminas podem levar à diminuição da imunidade, tornando o animal mais susceptível a contrair doenças, por exemplo. Portanto, suplementar seu cãozinho ou gatinho não é nenhum exagero, e sim, um ato de amor e cuidado.

Práticas alimentares inadequadas também podem levar ser vilãs. Se você oferece comida natural para o seu pet, é aconselhável acompanhar de perto se as necessidades vitamínicas dele estão sendo supridas. Pets que comem ração industrializada também devem ser acompanhados de perto, principalmente se os mesmos se encontram em alguma fase crítica da vida, como citado anteriormente.

Lembre-se que as necessidades vitamínicas são diferentes para cada animal. Portanto, converse com o médico veterinário de sua confiança sobre a possibilidade de oferecer uma suplementação completa, de acordo com as atuais necessidades do seu pet.

Feliz dia das crianças e ótimo feriado.
12/10/2019

Feliz dia das crianças e ótimo feriado.

Como transportar o seu gato no carro? Alguns cuidados devem ser tomados quando falamos em como transportar gatos. É de s...
11/10/2019

Como transportar o seu gato no carro?

Alguns cuidados devem ser tomados quando falamos em como transportar gatos. É de suma importância que o gato seja transportado em locais apropriados e não solto dentro do veículo. Assim como as crianças necessitam de cadeirinha apropriada, os gatos precisam de uma caixa de transporte adequada.
Gatos são animais que se estressam com facilidade e transportá-los para outro lugar – mesmo que próximo da onde ele viva – pode desencadear alguns comportamentos prejudiciais à sua saúde. Os comportamento pode variar de gato para gato e a atenção deve ser redobrada para evitar qualquer acidente ao mal-estar. A seguir daremos algumas dicas para evitar que isso ocorra.

Caixa de transporte
A escolha da caixa de transporte é fundamental, seja para perto ou para lugares de maior distância, e deve ser segura para transportar os gatos. As caixas são bem semelhantes a pequenas gaiolas. Para deixá-las mais confortáveis e atrativas, tente colocar algumas cobertas e brinquedos.
Uma dica que damos é tentar acostumar o gato na caixa de transporte antes de utilizá-la. Você pode fazer isso deixando a caixa com fácil acesso e deixando objetos que atiçam a curiosidade o seu gato, como brinquedos e petiscos. É indicado também cobrir a caixa de transporte com uma toalha, a fim de evitar que gatinho fique ansioso no percurso e se sinta seguro durante a viagem.
Alimentação durante a viagem
Com essa questão deve-se ter uma atenção redobrada. Converse com um médico veterinário de sua confiança para saber se deve ou não alimentar o seu gato durante a viagem. A alimentação pode ocasionar um mal estar e deixá-lo enjoado. O uso de medicamentos para evitar o enjoo também deve ser discutido com o médico veterinário. Nunca medique o seu pet sem antes consultar um profissional.
Observe o gato após a viagem
Como sair do seu ambiente é totalmente estressante para os gatos, é fundamental que você analise o comportamento dele após a viagem. Alguns podem parar de comer ou se sentir enjoados. Por isso, caso o gato apresente qualquer comportamento diferente do normal, leve-o ao médico veterinário imediatamente.

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R. Sete De Setembro, 1399
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