13/04/2026
Na medicina veterinária, a ozonioterapia atua como recurso adjuvante via formação controlada de peróxidos lipídicos e espécies reativas de oxigênio (ROS), promovendo:
🧬 Modulação inflamatória: Inibição de citocinas pró-inflamatórias (IL-1β, TNF-α) e ativação de vias anti-inflamatórias (IL-10, TGF-β).
🧬 Analgesia neuromoduladora: Estímulo à liberação de beta-endorfinas e bloqueio de nociceptores via hiperpolimerização de membranas.
🧬 Ação antimicrobiana ampla: Destruição de parede bacteriana/fúngica e envelope viral por oxidação, sem resistência induzida.
🧬 Imunomodulação adaptativa: Estímulo de linfócitos T e macrófagos, equilibrando Th1/Th2 para respostas imunes otimizadas.
🧬 Cicatrizacão acelerada: Aumento de VEGF, proliferação fibroblástica e síntese de colágeno tipo I/III, com neovascularização tecidual.
Casos clínicos comuns incluem infecções cutâneas persistentes (piodermites, otites), feridas crônicas, artrites/osteoartrites, suporte pós-cirúrgico e patologias infecciosas respiratórias ou gastrointestinais. Sua eficácia reside na ação multifatorial – antimicrobiana direta, redução de biofilmes e otimização da oxigenação tecidual –, resultando em taxas de resolução superiores a 80-90% em estudos clínicos, com menor recorrência e tempo de recuperação reduzido em até 50% comparado a terapias convencionais.
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