03/05/2026
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Ontem fui com amores à
Uma fazenda de café fundada em 1798.
Passeios guiados assim nem sempre surpreendem.
Ontem, Me e eu - e também Nena, Vi e Jojo - nos divertimos aos MONTES.
Administrada por uma família japonesa, a propriedade delicia o olhar e os demais sentidos, em cada detalhe, tão particular da cultura dos gestores, e que claramente, transborda para toda a equipe que dá vida à cada espaço; do produtivo às áreas destinadas ao turismo de experiência.
A prova MAIOR, foi a entrega do guia Serginho ( que está em um vídeo neste carrossel de registro, brincando de Rei Leão com a Jojo ).
Já esbarraram pessoas que vibram alegria pelo trabalho que realizam? E contagiam sem esforço, todos ao redor?
Então. É ele.
Sem roteiro decorado. Fluido. Leve. Nos conduziu em uma jornada de história e vivências por 4 horas que poderiam ser 8, tão docinhas que foram.
Teve aula.
Teve um momento de reflexão profunda na senzala da fazenda, que pós abolição, se transformou na hospedaria dos imigrantes italianos.
Teve comilança de fruta no pé.
Picnic.
Contemplação da despedida do sol em um mirante com ares de templo sagrado…e com trilha sonora escolhida em perfeição.
Teve degustação.
E teve, sobretudo, criação de memórias lindas, estreitamento de laços, muitas risadas no retorno, e o desejo de dizer a quem ler esse post: VÁ, é um presente!
Com ou sem crianças.
( aliás, Nena, Vi e Jojo eram as únicas no rolê )
Que primor.
Que função e história bonita desta família e seus colaboradores.
Que forma querida de eternizamos um sábado em nós.