03/02/2023
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Não é novidade para ninguém que veterinários têm pouco ou nenhum treinamento sobre comportamento animal na universidade.
Apesar de me considerar um dono experiente, e um veterinário que entende mais de bicho do que de doença, geralmente terceirizo o aconselhamento sobre o assunto quando os clientes precisam de ajuda, indicando profissionais mais capacitados em educação canina.
Mas sou curioso. E já presencial discussões acaloradas sobre métodos e equipamentos de treino. De forma geral, parto do princípio de que nada está errado ou é unânime. E que, na maioria das vezes, o grande problema não está no cachorro ou na guia, mas em quem a segura.
Especificamente sobre os famigerados “enforcadores”, de fato, podem causar acidentes e danos graves aos animais quando mal-utilizados. Talvez, com filhotes, algumas raças específicas ou cães mais predispostos a lesões, nunca serão a melhor ferramenta. E tá tudo certo. Cada um encontra a melhor forma de conduzir o SEU cão, desde que não o agrida ou coloque os outros em risco.
Como experiência pessoal, recentemente, deixei o peitoral de lado e voltei a usar a velha coleira de couro nos passeios com a Kira. Além de mais prática, tenho maior controle da cabeça dela nos ambientes urbanos, cada vez mais cheios de lixo e excretas humanos. Considere aqui que ela é uma cadela bem socializada, educada e não puxa na caminhada.
Como breve pesquisa, coloque nos comentários o tipo de equipamento que você usa para passear com seu cachorro (coleira, peitoral, cabresto, guia unificada, etc), e dê uma nota honesta para sua satisfação com ele, de 1 a 10.
E sem brigas, pessoal!