Canil Rott Alcantara

Canil Rott Alcantara O Canil Rott Alcântara, surgiu de um enorme amor a raça. Procuramos buscar os melhores exemplares da raça e as melhores linhas de sangue do mundo.

Investimos muito nestas importações e hoje temos a certeza de estarmos no caminho certo. Estrutura

O Canil Rott Alcântara conta com uma excelente estrutura física para o melhor aproveitamento físico de nossos animais e bem estar dos mesmos. Ambiente moderno, bem projetado e visando sempre a qualidade de vida dos nossos cães. Possuímos uma equipe altamente qualificada para todo o condicionamento

e preparação física adequada. Contamos também com uma equipe veterinária e fisioterapeuta para total acompanhamento de nossos cães. Att,

Rodrigo Alcantara

O QUE É E.D.ELLBOGENDELENKS DYSPLASIEDescriçãoA palavra displasia designa uma anomalia de desenvolvimento de um orgão; a...
19/12/2014

O QUE É E.D.

ELLBOGENDELENKS DYSPLASIE
Descrição
A palavra displasia designa uma anomalia de desenvolvimento de um orgão; assim, na displasia do cotovelo estão agrupados:
a Osteocondrose Dissecante do Côndilo Humeral Médio - OCD (1ª radiografia) a Não União do Processo Anconeus (2ª radiografia) a Fragmentação do Processo Coronóide (3ª radiografia) a Incongruência Articular (4ª radiografia)

A "DC" ocorre predominantemente em raça de cães grandes ou gigantes. A OFA instituição americana de ortopedia veterinária, mantém dados estatísticos sobre a ocorrência em diversas raças, sendo registrados casos em 87 raças. A incidência varia entre 0 % (raça border collie) até 47,8% (raça chow chow). A média geral é de 11,1%, sendo os machos mais acometidos que as fêmeas, e entre 20 a 35% dos casos são bilaterais.
Cães com "DC" podem ou não apresentar sintomas com dificuldades para andar. O caso típico é apresentar dificuldade para andar entre 5 e 12 meses de idade, entretanto pode surgir até 5 ou 7 anos de vida. Esta dificuldade pode ser variável de intensidade e episódica (periódica). Alguns cães podem apresentar melhora da dor com o repouso, mas que piora com esforço físico. Saltar ou pular repetidamente podem piorar os sintomas. O diagnóstico clínico exige uma cuidadosa observação e o acometimento das duas articulações pode dificultar o diagnóstico clínico. Uma hiperextensão do cotovelo pode causar dor. Para facilitar a discussão as três causas de "DC" serão discutidas separadamente, devendo sempre lembrar que elas podem estar sobrepostas. A importância da sobreposição das três causas ainda não foi bem definida.
O processo anconeal é uma pequena pirâmide na extremidade superior da Ulna. No filhote ou cão jovem a cartilagem gradualmente se transforma em osso e se "une" ao restante da Ulna aproximadamente entre os 4 a 5 meses de idade. Se essa "transformação" falhar teremos um processo anconeal não unido (UAP em inglês). O "UAP" causa uma degeneração da articulação e inflamação, causado pelo atrito entre a processo e a parte "desprotegida" do osso.
A osteocondrite dessicans (OCD em inglês) pode ocorrer em muitas articulações, mas o cotovelo é a mais comum. A OCD é uma fratura vertical da cartilagem articular do Úmero, que pode provocar um "flap" (fragmento) da cartilagem. Este "flap" causa a degeneração articular causado pelo processo inflamatório local.
O processo coronóide é uma pequena porção óssea da Ulna, que se articula com o Úmero. Do mesmo modo que o processo anconeal, o coronóide é uma cartilagem que gradualmente se transforma num osso, se unindo ao restante da Ulna. Um defeito nessa fusão cria um fragmento (flap) que leva ao desenvolvimento de uma doença degenerativa da articulação.
A causa exata da "DC" ainda é controversa. Um número de fatores predisponentes tem sido identificado e assim, recentemente, novas teorias tem ganho força para propor novas explicações para o desenvolvimento da displasia de cotovelo.
A osteocondrite dessicans (OCD) tem ao menos 3 possíveis causas. A hereditariedade é fator importante, com tendência familiar demonstrada pelos dados da OFA. O trauma articular também é um fator envolvido, devido as áreas envolvidas serem as submetidas às maior desgaste mecânico. Cães que vivem em pisos duras tem uma incidência maior de "OCD". A terceira causa é o baixo suprimento arterial da cartilagem, que ainda não tem uma explicação adequada.
Teorias recentes são uma taxa de crescimento diferente entre a Ulna e o Rádio ou uma formação anormal da tróclea (da Ulna) tem sido correlacionados ao desenvolvimento da displasia de cotovelo. A articulação do cotovelo é complexa, criada pela junção de 3 ossos (ùmero, rádio e ulna) que normalmente se unem e não admitem grandes modificações. Se a taxa de crescimento desses ossos é mudada, ou se sua estrutura não se forma corretamente, isso ocasiona lesão à articulação.

Fonte: www.apro.com.br

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16/12/2014

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ARTICULAÇÃOEntende – se por articulação todo encontro ou junta óssea que produz movimentos ou não – ossos do crânio). A ...
08/12/2014

ARTICULAÇÃO

Entende – se por articulação todo encontro ou junta óssea que produz movimentos ou não – ossos do crânio). A grande maioria das articulações são compostas por:
1. Cápsula articular – funciona como uma bainha envolvendo os encontros ósseos e retendo o líquido sinovial;
2. Líquido sinovial – é um líquido viscoso que preenche a cápsula articular e serve como lubrificante das juntas além de amortecer o impacto sobre as mesmas;
3. Ligamentos – são as extensões dos músculos inervadas de tendões (axônios dos neurônios) que passam por cima, baixo, dentro ou lateral das articulações;
4. Artérias;
5. Veias;
6. Músculo esquelético.
Da mesma forma que um músculo tem de estar intacto para seu perfeito funcionamento, assim é com a articulação. Em alguns casos, pode haver deslocamento da articulação e ainda sim o animal se movimentar como se nada tivesse acontecido; isso acontece porque o corpo do animal pode suportar uma dor 5 vezes maior do que a do ser humano, mas não quer dizer que futuramente ele não vá reclamar dessa falsa articulação.
Falsa articulação é o nome dado ao novo posicionamento da articulação que não a anatômica original. Um exemplo muito comum acontece com cães da raças pequenas e hiperativos, que saltam nos sofás, camas, pessoas e o piso da casa geralmente é liso (tacos, ladrilhos, etc.); acontece que há um deslocamento entre os ossos do coxal (bacia) e do fêmur, úmero, rádio e ulna ou do codilho (cotovelo). Aparentemente não há lesão, mas com o passar dos tempos essa falsa articulação pode sofrer um agravamento e levar ao início da dor.
As afecções que atingem as articulações são chamadas de artrites (inflamações), artroses (doenças), tendinites, miosites, desmineralização, hipovitaminose, hipervitaminose, traumas, problemas genéticos ou adquiridos. E para quase todas há tratamento ou melhor, prevenção.

Por Glauco Freitas - CRMV SP - 11.182
Fonte: APRO

Qual o motivo de  procurar cães de canis respeitados?Já ouviu falar em Displasia Coxo- Femural?Displasia Coxo-Femural A ...
03/12/2014

Qual o motivo de procurar cães de canis respeitados?
Já ouviu falar em Displasia Coxo- Femural?

Displasia Coxo-Femural


A displasia é determinada a partir de uma combinação de genes no organismo dos animais, caracterizando a doença como uma patologia, ou seja, determinada por mais de um par de genes. Além disso, a doença agrava-se por influência de fatores externos, e uma vez desenvolvendo-se a doença está não volta a regredir.

Características da doença
A displasia é uma doença influenciada por fatores genéticos, geralmente transmitida de maneira hereditária, isso é, os pais possuem a doença, os filhos também possuíram, e quanto maior o número de ascendentes afetados um filhote tiver, maior serão as chances do mesmo manifestar a displasia. E determinada por fatores de manejo e do meio ambiente.
Mais comum em cães de grande porte e de crescimento rápido, mas ainda que em mínima quantidade pode atingir também cães que apresentam menores taxas de crescimento, ou seja, o rápido crescimento do esqueleto quando não acompanhado pelo crescimento da musculatura pélvica favorece a ocorrência de displasia. Atinge na mesma freqüência machos e fêmeas.
Ë uma patologia que altera a conexão entre a cabeça do fêmur e o acetábulo (estrutura que liga a pelvis ao fêmur). Esta acomete uma ou ambas articulações, normalmente atinge as duas articulações.
Raças mais acometidas: Pastor Alemão, Rottweiler, Weimaraner, Golden Retriever, Retriever do Labrador, Fila Brasileiro entre outras raças.

Sinais clínicos
Geralmente aparece a partir dos 4-6 meses, indo de uma manqueira discreta até às vezes a total incapacidade locomotiva.
Os sintomas são variados, basicamente uma dificuldade em caminhar, crepitações (estalos) nas juntas e sinais de dor que passam a ser constante. O cão inicia-se mancando de alguma pata traseira, sente dor ao andar e às vezes chora e até mesmo arrasta-se, dependendo da gravidade do quadro o animal pode até parar de movimentar as patas traseiras.
Os sintomas baseiam-se não apenas na dor, como também na claudicação, dificuldade de locomoção, atrofia muscular, mobilidade alterada (excessiva ou diminuída) e crepitação (estalos) ao exame clínico da articulação.
Existem cães que são apenas portadores da displasia, não apresentam dor, estes apenas são diagnosticados através do exame radiográfico.
A displasia é desencadeada pela hereditariedade, por fatores ambientais (piso liso), a raça do animal (geralmente cães de grande porte). Há cães que são assintomáticos, ou seja, não apresentam sinais clínicos, isso acontece por que as alterações ósseas desaparecem com a maturidade esquelética. Portanto os cães com uma idade mais avançada acabam se encaixando num quadro clínico diferente, onde as pequenas alterações, aparentemente sintomáticas, evoluíram para uma doença articular degenerativa crônica, e o animal manifesta dor, levanta-se com dificuldade, evitar caminhar e brincar torna-se triste, com o seu humor e temperamento mudados.
Diagnóstico

Para diagnosticar a doença usa-se o exame radiográfico (Raio-X), que é o único método seguro, este só pode ser realizado com cães a partir de 1 ano de idade, pois as alterações ósseas decorrentes da displasia progridem com a idade, portanto recomenda-se o raio-x após 12 meses de idade em cães de pequeno porte e com 18 meses em cães de grande porte.
O laudo oficial é emitido pelo Colégio Brasileiro de Radiologia Veterinária (CBRV). Há alguns pré-requisitos para a emissão do laudo:
• Uma cópia autenticada da tarjeta ou do pedigree;
• Um termo de responsabilidade do médico veterinário;
• Um termo de responsabilidade do proprietário;
• A radiografia das articulações coxo-femorais conforme as normas do CBRV.

No exame o cão deverá estar em jejum de 8 horas, receberá um sedativo para relaxar a musculatura. O exame não é aconselhável em gestantes, pois os filhotes podem ser prejudicados e nem para as cadelas que forem mães há menos de 30 dias, pois a sua ossatura não voltou ao normal.

Classificação / Categorias
Há vários graus de displasia (leve a grave).

Categorias da displasia Situação apresentada
A = HD - Animal sem sinais de displasia.
B = HD +/- Animal com articulações coxo-femorais
próximas do normal.
C = HD + Displasia coxo-femoral leve.
D = HD ++ Displasia coxo-femoral moderada.
E = HD +++ Displasia coxo-femoral severa.

Filhotes com ancestrais com displasia HD ++ e HD +++ ou Rottweilers de mais de um ano de idade com laudo indicando portarem o mal não devem ser adquiridos.

Ao comprar um Rottweiler, verifique os laudos dos pais e avós do filhote com menos de um ano de idade. Alguns canis já vendem filhotes com três ou quatro gerações controladas quanto à displasia.

Tratamento
A displasia não tem cura, pois se ela não for evitada, uma vez adquirida, ela não regride. Alguns tratamentos:

• Fisioterapia: consiste em exercícios para fortalecer a musculatura, aumentando a sustentação do quadril, os métodos mais indicados são a natação e as caminhada na areia (esforço).
• Tratamento alopático: dispõe de dr**as base de vitaminas a aminoácidos para melhorar a área afetada. Não há contra indicação e pode ser administrado por toda a vida animal. Os antiinflamatórios também são usados e por serem a base de corticoídes não tratam, apenas diminuem a dor.
• Tratamento homeopático: o melhor e o mais seguro, pois o remédio é dado não para displasia e sim para seus sintomas. Não há contra indicação e posologia (dose) é feita de acordo com o estado de vida do animal.
• Cirurgia: consiste na cefalectomia (retirada da cabeça do fêmur), que acaba com o atrito que causa as dores.

Controle para evitar o agravamento da doença
• Evitar a obesidade, no caso de cães obesos, reduzir a ingestão de calorias para haver um controle de peso;
• Controle a ração para qualquer indivíduo em geral;
• Não dar comida à vontade ao filhote, pois acelera o crescimento, facilitando o aparecimento da doença;
• Os filhotes podem se exercitar a partir dos 3 meses, de forma moderada (a natação, caminhadas leves, para desenvolver a musculatura pélvica);
• Os exercícios pesados (como deixar o cão correr ao lado da bicicleta, ou de outros veículos) devem ser evitados, pois podem provocar não apenas a displasia como artroses;
• Proporcionar um ambiente sempre favorável ao animal, não deixar o animal em pisos lisos;
• Filhotes recém-nascidos devem permanecer sobre uma superfície áspera, para evitar escorregões que forcem a articulação.

Controle genético
Não se deve cruzar cães com combinação de genes aptos para causar a doença. Cães com pais portadores de displasia terão maior probabilidade de desenvolver a doença, mas esta doença também pode surgir em filhotes de pais livres de displasia.
O melhor método de controle é a seleção de animais para o cruzamento, cabe aos criadores um controle radiográfico, evitando dessa forma o cruzamento de animais displásicos.

Na compra de um filhote, exija o laudo radiográfico da displasia do pai e da mãe, um dos dois deve ser isento da doença, pois isso dará mais segurança, e a chance de adquirir um filhote displásico será menor, mas não nula


A cópia total ou parcial deste artigo só deve ser realizada com a permissão de seu autor, informando a fonte e nome do autor.

Autor: Roberta Todisco Genaro
[email protected]
Fonte: APRO

27/11/2014

Super Ninhadas prontas para reservas!!!!

Procuramos buscar os melhores exemplares da raça e as melhores linhas de sangue do mundo. Investimos muito nestas import...
25/11/2014

Procuramos buscar os melhores exemplares da raça e as melhores linhas de sangue do mundo.
Investimos muito nestas importações e hoje temos a certeza de estarmos no caminho certo.
Canil Rott Alcantara

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