Carol dos Bichos

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São dois os grandes culpados por, hoje, eu tutelar essa quantidade obscena de gatos. O primeiro é Zubi que, como primogê...
27/06/2025

São dois os grandes culpados por, hoje, eu tutelar essa quantidade obscena de gatos. O primeiro é Zubi que, como primogênito de uma geração, aceitou e amou todas as formas de vida que vieram depois dele. O segundo é o Tigro, a quem eu posso chamar de meu gato de transição. Tico veio assim, desse jeitim, um misto de felino com ascendente em caninos, e arrebatou meu coração. Chambinho confundiu meu coração ao miar me oferecendo a barriga. Ato que, no caso dele, não é uma armadilha, é um convite genuíno para mergulhar a mão, e a cara, nesse pelo sedoso, macio, tigrado e, por vezes, sujo. Isso porque, para de aproximar ainda mais dos cães, Tigro não é fã do asseamento. Durante 9 anos, eu dividi com a Gordinha a função de limpá-lo, porque, ao contrário do irmão, Rubinha era a criatura mais higiênica da família. Depois que ela nos deixou, coube só a mim cuidar da bunda mais suja da casa. E, exatamente por isso, a tarefa se tornou também um exercício de memória e saudade. Esse ano, serão 13 anos de Tigro. Passou tão rápido que ainda me lembro com clareza de quando ele aprendeu a andar. Serão 13 anos com o poço de amor. Hoje, ele é o ancião da família e eu escrevo esse texto, exatamente, 2 meses antes do seu aniversário, num dia frio que acordei às 6h, mas já são 9h e eu não levantei ainda, porque Tigro dorme na minha barriga. Estou há 3 horas fazendo cafuné e pensando no amor que sinto por esse gato. Pronto, ele levantou.

O que a gente faz quando encontra um gato preto na rua?Enfia debaixo do braço e leva para casa pra tratar como o rei que...
13/06/2025

O que a gente faz quando encontra um gato preto na rua?

Enfia debaixo do braço e leva para casa pra tratar como o rei que merece. A gente beija a barriga, esmaga de amor e protege.

Não há nada tão distante do azar, e tão perto da sorte, como um gatinho preto.

Feliz sexta 13 para as divindades das divindades!

Hoje é dia da hétero top mais companheira desse mundo!Sempre digo que foi a Café quem me trouxe o Felipe e não o Felipe ...
03/06/2025

Hoje é dia da hétero top mais companheira desse mundo!

Sempre digo que foi a Café quem me trouxe o Felipe e não o Felipe quem me trouxe a Café. Ser testemunha do cuidado, da responsabilidade e do amor, que existem entre os dois, me fez querer fazer parte desse universo cafeinado e de belos cabelos. De expectadora passei a coadjuvante nessa história e ganhei mais um amor imenso e quentinho. Um amor cheio de manias, companheirismo, disposição se não estiver chovendo, paladar exigente, zoinhos, dinossaurinha e fissura por gatos. Hoje, e todo dia, o que eu quero é que a prinça cumpra nosso pacto de bater o recorde de cachorra mais idosa do mundo. E, como sempre, andá com Café eu vou!

Feliz vida, Maria! Que ela seja imensa como o amor que você dá pra gente. 🖤

Dez anos. Uma década. Uma dezena de anos. Como já disse, ainda no dia primeiro de janeiro, me dei conta que 2025 signif*...
09/05/2025

Dez anos. Uma década. Uma dezena de anos. Como já disse, ainda no dia primeiro de janeiro, me dei conta que 2025 signif**ava dez anos de Olívia e passei a me emocionar com esse fato todas as vezes que paro para pensar nesse número mágico. Em todas as oportunidades que a vida me dá, e felizmente são muitas, eu pulo junto com a Preta comemorando aquilo que seria impensável até aos de muita fé: uma década de Prê. Não há nada que traduza em palavras, números, imagens, músicas, o que quer que seja, quem é a Olívia, o que ela signif**a e a potência que ela carrega nessa linguinha torta, requebrado mágico, disposição alucinante e fome amplamente conhecida. Qualquer tentativa de explicá-la é reducionista demais. Para se entender a Prezinha, tem que vivê-la. E que sorte a minha que eu faço isso há uma década. E de camarote. A data de hoje é um marco para a gente que gosta de contar, mas para ela, não só porque é uma adorável cachorrinha que não precisa se preocupar com números e letras, é apenas mais um dia que vai viver e comer tudo que tem vontade. E essa é a mágica da Olívia. Viver dia após dia. Obrigada, Prê. Obrigada por ser isso aí que a gente nem entende direito, mas admira e ama com todo nosso coração. Obrigada por ser o nosso mistério que pintou por aqui. Viva, Olívia! Viva todo dia, bichinha! Viva todo minuto! Viva, Preta Pretinha! Só, somente só, assim vou lhe chamar, assim você vai ser.

Em tese, esse texto era para dia 09/05, mas ando tão emotiva que vou adiantar, até pq já estou comemorando desde 01/01/2...
29/04/2025

Em tese, esse texto era para dia 09/05, mas ando tão emotiva que vou adiantar, até pq já estou comemorando desde 01/01/25. No dia oficial, faço outro, lidem com meu excesso, tenho motivos.

No primeiro dia deste ano, 2025, fui tomada por um sentimento de absoluta emoção ao perceber que o calendário avisava que completaríamos uma década de Olívia na nossa vida. Desde então, dancinhas comemorativas passaram a fazer parte da nossa rotina, tal qual os 6 remédios que ela toma todos os dias em regime espartano e que, ainda assim, não garantem um mês sem alguma crise epilética. Como esse texto é sobre essa força da natureza, nomeada Olívia, não falaremos sobre suas sequelas ou aparentes dificuldades diárias. Esses detalhes são só para situar um ou outro desavisado que não entende de quem estamos falando. Mas, pera lá, quem entende? Eu, que tô aqui vivendo essa experiência - ou qualquer termo reducionista que a gente tente dar para o que é acompanhar a cachorrinha mais enigmática e carismática do mundo - não faço absoluta ideia do que se trata a Preta. Costumamos brincar que ela vai sobreviver a todos nós, que será algo como um jabuti, que f**a para a próxima geração continuar criando. Cachorra, jabuti, espírito ancião, figura enigmática, não sei. O que é de meu conhecimento é a absoluta admiração e devoção que eu sinto por essa criatura. Meus olhos transbordam ao falar dessa bichinha que de fato aplicou a matemática para obter sua maior equação de vida. Olívia fez a integral de (in)finitas 24h e me devolveu inacreditáveis 10 anos. É claro que vou me emocionar. É óbvio que eu vou agradecer. E é dado que eu vou continuar aceitando o que vier dessa história, sem ambição, só aproveitando essas 24 horas enquanto elas durarem. Preta é o melhor AA que alguém pode frequentar. Um dia de cada vez, porque nem o céu é o limite para você. Obrigada, Prê. Vamos muito ainda, porque, com você, tudo é muito, tudo é grande, tudo é possível. E, apesar de você rebolar guiada pela discografia inteira de Gil, Milton e Moraes Moreira, agora, por acaso, está tocando "shine on you crazy diamond". Então brilhe muito, sua maluca por comida. Brilhe, Olívia! E viva muito! Viva sempre, Preta!

Hoje é aniversário do hétero top mais aesthetic da família.Eu queria muito escrever um texto tão bonito quanto o Curry -...
07/04/2025

Hoje é aniversário do hétero top mais aesthetic da família.

Eu queria muito escrever um texto tão bonito quanto o Curry - sim, esse é o nome dele -, mas primeiro que o parâmetro é alto, depois que, hoje, a criatividade não apareceu para o trabalho. Uma pena, porque Dentuço merece algo à altura de sua perfeição. 

Como a inspiração me falta (culpa nenhuma tem o gato, só estou sofrendo de capitalismo como todo dia) e nada está saindo como espero, vou deixar aquele clássico desejo de vida longa, daquela maneira que ele gosta de fazer, deitadinho e camuflado em sua árvore, bem pertinho de mim, o quão pertinho ele conseguir tolerar e eu respeitar. Uma matemática delicada, mas que a gente gosta de seguir.

Conviver com gatos ariscos é um exercício de respeito, paciência e humildade. E eu aprendo tudo isso com esse gato maravilhoso, que só gosta de mim no sigilo e em dias santos. Mas tá tudo bem, porque, como boa mulher, forjada na heterossexualidade, jamais perco a esperança de receber carinho de um hétero top incorrigível. 

Feliz vida, Dentuço! Que ela seja tão longa e bela como você. 💙

São 9 anos do amor mais maluco que eu já vivi.Apesar da falta de palavras hoje, não posso deixar de registrar o dia da b...
29/03/2025

São 9 anos do amor mais maluco que eu já vivi.

Apesar da falta de palavras hoje, não posso deixar de registrar o dia da borda cola, essa criatura absolutamente apaixonante e doida.

Desejo de todo o meu coração que essa data se repita muito ainda.

Feliz vida, Rita!

Eu nunca choro a perda dos meus bichos sozinha. Em partes, porque tenho sorte com a qualidade das pessoas que me rodeiam...
28/03/2025

Eu nunca choro a perda dos meus bichos sozinha. Em partes, porque tenho sorte com a qualidade das pessoas que me rodeiam. Por outro lado, o mérito é muito desses excepcionais animais que tenho a sorte de nomear família. E eu sei que a maioria das pessoas, que parou pra ler esse post, já tinha os olhos úmidos ao ver a foto e ler a primeira frase. A razão disso vem do amor que esses olhos verdes, do verde mais bonito que já vi, transbordam a quem quer que cruze seu caminho e que, por isso, conquistaram uma legião de fãs apaixonados. É aquilo, para falar de amor, tem que falar com Isabela, a glamourosa. A gatinha boazinha. A pombinha. A mãe de muitos. A veinha desdentada. A L'Oréal terra. A Isabeluda. A Nazaré do Uno. A sobrevivente. A latifundiária do meu coração. Tá doendo bichinha, tá doendo muito, mas tenho tanto que agradecer por esses inacreditáveis 4,5 anos que você me deu, de modos que jamais quero falar de dor quando seu nome aparecer. Não, ao falar de Isabela, vou espalhar amor. E, ao contrário do que parece, não estou sendo repetitiva, muito pelo contrário, tudo que eu disser é insuficiente para você. Obrigada, pombinha. Obrigada por tanto e por tudo. O buraco parece que vai me engolir agora, mas valeu a pena demais tudo que vivemos. Foi lindo, bichinha.

São 7 anos de Bluezim hoje e essa data me trouxe algumas reflexões. Acho, sem compromisso com a realidade, que todo mund...
22/03/2025

São 7 anos de Bluezim hoje e essa data me trouxe algumas reflexões. Acho, sem compromisso com a realidade, que todo mundo que tutela muitos animais tem aquele um na família que é o chato. Claro que pode acontecer nas famílias menos numerosas também, mas acho que é condição de existência de espaços amostrais maiores como o meu. Pois bem, Bluezim é meu gato chato. Mala. Belíssimo. Tramposo. Amoroso. Pé no s**o. Segurem as pedras aí um pouquinho, por favor. Isso, em momento algum, quer dizer menos amor. Impaciência, sim. Amor, cuidado, respeito e atenção, não. Espaço para que ele exiba toda sua chatice? Também. Durante anos, eu passei pano pra ele com o discurso de que eram só dois neurônios mal alimentados e, por isso, ele estava sempre brisado. Mas a realidade é que ele tá bem nesse mundo. Tá tanto que só atormenta as gatas fêmeas e os gatos mais novos. Com Tigro e Pipo, ele nunca passa dos limites. Nem tenta. E antes que você, querida pessoa, pense que eu vou descambar para uma analogia com machismo ou afins, já aviso, se a militante aqui tá descansada, vc tbm pode. Minha questão está no desenvolvimento de personalidades que a gente observa nos seres. Há muito se discute, na esfera legal, se animais são sujeitos de direitos ou não. De personalidades, eles são muito e acho muito interessante observar isso. Humanizando, ou não, as atitudes deles, não há como negar os diferentes modos de agir. Num documento que assinei, provando meu compromisso com o bem-estar animal, havia uma cláusula dizendo que eu oferecia a liberdade dos meus animais expressarem seu comportamento normal. As amigas disseram que os 5 sofás eram testemunhas mortas de que sim e estão certas, sim. Mas acho que mais que os bens materiais, o desafio é permitir, e aceitar, que eles são seres com características únicas e que isso inclui traços que nem sempre gostamos e que não são educáveis ou adestráveis, como costumamos de fazer com eles. É só o jeito deles de habitar o mundo. E eu tenho certeza que se alguém pedisse a opinião de cada um deles, seriam 16 listas com diferentes defeitos meus que os incomodam, porque também é o meu jeito de estar nessa vida. E que bom que a gente pode viver bem, mesmo assim. Dito isso, desejo uma vida longuíssima a esse gato maravilhoso e chato. Longa e bem pertinho de mim, que é onde eu gosto que ele esteja. Feliz vida, Bluezim! 💙

Tem alguma coisa muito especial em abrir sua casa, e coração, para alguém que tem uma expectativa de vida curta. Não con...
13/03/2025

Tem alguma coisa muito especial em abrir sua casa, e coração, para alguém que tem uma expectativa de vida curta. Não consigo nem imaginar como é esse sentimento para uma mãe. Esses dias, Tate me disse que o cérebro simplesmente bloqueia essas possibilidades da mente, já que a imaginação não chega num lugar tão sombrio. Não, não vou fazer a comparação leviana entre maternar e tutelar um pet. E, por favor, não entrem nessa polêmica. Não aqui, não nesse post. Quero falar aqui sobre amor. Só sobre amor, companheirismo e doação. Decidir amar um serzinho que tá lutando contra as estatísticas tem muita abnegação, tem sim. Mas tem um quê mágico daquele dia, o qual você não sabe exatamente qual foi, mesmo que tente lembrar muito, que ele decide enganar a dona morte e vocês passam a viver dias de delírio e amor, confiando nos sucessivos potes vazios de ração e miados revoltados com a demora no sachê. Tem altruísmo, mas tem aquele aconchego de um filme junto, com o calorzinho dos corpos encostadinhos, que faz a gente se sentir amada. Tem alteridade também, mas não é sem revolta não. Tem muita raiva. Raiva do mundo, das doenças, da desigualdade, da indiferença, da crueldade, das pesquisas insuficientes, da falta de cura. Claro que tem esperança e ela é tão grande que chega dá pra ver. E a gente vê tão bem que não tem miopia que atrapalhe. E a gente vê, porque a esperança tá ali, fazendo pole dance nas nossas pernas. Vocês sabem que eu sou uma cachorreira incorrigível, mas que tenho um amor absurdo e completamente fascinante por gatos. E um dos orgulhos que trago na vida é ser responsável por apresentá-los a tanta gente querida e amorosa. Gente que brilha e abraça o exercício de cuidar de um gatinho com expectativa de vida curta de maneiras que eu nunca imaginei serem possíveis. Quando os dias são ruins, me apego a fatos como esse, lembro de quantas/os tutoras/es maravilhosas/os eu vi surgir em meio aos turbilhões da felv e da pif. Leozinho, o pitbull felino, teve a imensa sorte de ser um dos gatinhos premiados com uma humana dessas. Infelizmente, ele confirmou as estatísticas e isso não faz ser mais fácil a tristeza do dia de hoje. Porém, o dia de hoje só foi possível, porque ele teve amor, respeito, dignidade e companheirismo. A gente queria que fosse mais, tinha amor pra muito mais e ainda bem que deu tempo de Leopoldo saber disso, mas as coisas não obedecem vontades. Abrir o coração para alguém com pouca expectativa de vida não faz doer menos o tchau, mas permite que a gente aproveite cada fração do tempo enquanto a vida pulsa. Descansa, rapaz macio, a gente cuida do coração da humana, fique tranquilo.

CAROL, ACHEI UM BICHO, O QUE FAÇO? ME AJUDAEu já falei disso anos atrás e venho aqui de novo por motivos de necessidade....
18/01/2025

CAROL, ACHEI UM BICHO, O QUE FAÇO? ME AJUDA

Eu já falei disso anos atrás e venho aqui de novo por motivos de necessidade. Vamos lá. Todos os dias, absolutamente todos, alguém me procura com algum caso de bicho precisando de resgate. E na maioria das situações vem uma justif**ativa que me dá vontade de rir, sério, "me ajuda, porque eu já tenho 1, 2 gatos/cachorros". Não, gente, vamo comigo aqui, só eu, euzinha, tutelo 16 animais. Dezesseis. Essa semana eu, inclusive, errei a conta e achei que eram 12.

Aí, me digam, por que raios uma pessoa que já tutela 1, 2 animais acha que alguém com 16 tem mais condições de fazer isso que ela? E, assim, todas as protetoras e ongs estão na mesma situação que eu ou pior. Ninguém tem espaço. Por quê? Porque nós já cruzamos com animais vulneráveis e os resgatamos. Acontece exatamente o mesmo conosco do que acontece com as outras pessoas, a gente vê esses bichos o tempo todo. E o que fazemos? Resgatamos!!!! Então, não tem espaço, tempo, dinheiro, saúde mental para resolver os casos todos que aparecem. Não tem. É humanamente impossível.

Tô falando para deixar o bicho na rua? Jamais. Eu não deixo. Então, o que fazer? Se organizar. Como? Vou fazer uma lista:

1. Esse bicho tá precisando de atendimento veterinário? Se for em horário comercial, leve na Little Pet (Campinas/SP), pois a Ju pratica valores possíveis, além de ser a melhor veterinária de trauma, e de gato bravo, que eu conheço. Fora do horário comercial, tem muitos hospitais 24h, que, sim, custam uma fortuna, infelizmente.
1.1. Mas, Carol, não tenho dinheiro! Faça uma vaquinha, use suas redes sociais, explique o caso. Você vai descobrir que tem um monte de gente simpática à causa à sua volta. Peça para compartilharem.

2. Tenho como separar esse animal dentro da minha casa? Se sim, organize um espaço limpo, seguro, com água, comida e espaço para necessidades. Jamais, JAMAIS, se tiver outro bichos os misture de cara.

2.1. Não tem espaço? De novo, redes sociais. Poste boas fotos, com boa iluminação, explicando com detalhes a situação do animal e porque ele precisa de lar temporário.
2.2. Atenção, lar temporário signif**a que você ainda é responsável pelo bicho, inclusive financeiramente.

3. Abrigou o bicho? Cuide dele com zelo e só doe depois de completamente pronto. Vacinas, vermífugo, antipulgas e castração são inegociáveis e obrigação de quem resgate. Se o bicho for adulto, JAMAIS entregue sem castrar. Se for filhote, quando estiver na idade adequada, fique no pé e cobre o adotante da castração. Castrar é responsabilidade social.

4. Doou? Acompanhe na medida do possível, sem ser invasivo, mas mantenha algum contato com os adotantes. Deixe bem claro que, na impossibilidade de f**ar com o bicho, a pessoa tem o dever de te comunicar antes de decidir o destino dele.

É muita coisa? Sim, é. Sinto muito. Mas esse é o preço e a responsabilidade de de importar. Eu já fiz isso com mais de 500 animais e sigo fazendo, então não tô falando da boca pra fora.

Repitam comigo: não tem 0800-venha-buscar-esse-bicho.

Vamos parar de enfiar problema no cu das amiguinhas que se importam?

2024: o ano, desde 2020, que nenhum canino, felino, ou humano, morreu nessa família.
02/01/2025

2024: o ano, desde 2020, que nenhum canino, felino, ou humano, morreu nessa família.

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Barão De Geraldo, SP

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