Empório dos Bichos

Empório dos Bichos Veterinário & Banho e Tosa - O melhor para o seu Pet está aqui! A Veterinário & Banho e Tosa Empório dos Bichos encontra-se na cidade de Americana. Vocês!

Uma cidade muito bonita, embelezada por sua natureza. Na Empório dos Bichos, seus clientes encontram desde um lindo Pet Shop, uma excelente sala de recepção, um completo consultório e um serviço de banho e tosa profissional e especializado. Com um consultório sempre limpo e bem desinfetado o seu amigo será bem atendido pelo médico veterinário Carlos Eduardo Monteiro Fernandes. Eterno amante dos an

imais, esta sempre participando dos melhores cursos e congressos para que seu cão e gato possua os melhores e mais avançados tratamentos. A Empório dos Bichos conta também com o serviço de transporte, um automóvel com total estrutura para transportar seu animal, cabine térmica, e toda a segurança possível para garantir o bem-estar de seu animal. Nossa Hospedagem é feita em um ambiente simples, agradável e sempre bem limpo, para que seu animalzinho não sinta saudades das pessoas que ele mais ama. Todo animal ao entrar em nosso Canil ou Hospedagem, passa por uma minuciosa consulta. Sendo obrigatório:
- Vacinação completa (incluindo "Tosse" e "Pneumonia")
- Controle de Pulgas
- Controle de Carrapatos

Tudo isso, para que nossos clientes aproveitem bem suas viagens, sem preocupar-se com nada, e encontrando seu amigo bonito, saudável e feliz. Temos um local especial para a internação de seu animal, com ambientes individuais, para evitar doenças contagiosas, e melhor atende-lo, para deixa-lo recuperado o mais rápido possível. Venha nos conhecer!

07/12/2022

Lindo filhote para doação. Fêmea, será castrada e vacinada.
Simone 99344-6308

Leishmaniose É uma doença transmitida por protozoários do gênero Leishmania. No Brasil existem atualmente seis espécies ...
29/11/2022

Leishmaniose

É uma doença transmitida por protozoários do gênero Leishmania. No Brasil existem atualmente seis espécies de protozoários responsáveis por causar doença humana. As variedades mais encontradas são a Leishmaniose Visceral (LV) e a Leishmaniose Tegumentar Americana (LTA).

Leishmaniose Visceral
É conhecida como calazar, esplenomegalia tropical e febre dundun. É infecciosa, mas não contagiosa. Acomete vísceras, como o fígado e o baço, podendo ocasionar aumento de volume abdominal.

Transmissão
A LV é transmitida ao homem por meio da picada do inseto vetor (Lutzomyia longipalpis) conhecido popularmente como “mosquito-palha, birigui, asa branca, tatuquira e cangalhinha”. Esses insetos têm hábitos noturnos e vespertinos, atacando o homem e os animais principalmente no início da noite e ao amanhecer.

Sintomas
Os sintomas mais frequentes são febre e aumento do volume do fígado e do baço, emagrecimento, complicações cardíacas e circulatórias, desânimo, prostração, apatia e palidez. Pode haver tosse, diarréia, respiração acelerada, hemorragias e sinais de infecções associadas. Quando não tratada, a doença evolui podendo levar à morte até 90% dos doentes.

Tratamento
O SUS oferece tratamento específico e gratuito para a doença. O tratamento é feito com uso de medicamentos específicos a base de antimônio, repouso e uma boa alimentação. A droga de primeira escolha para tratamento de casos de LV é o antimoniato de N-metil glucamina (Glucantime®).

É importante reforçar que quanto antes o doente procurar orientação médica e tratamento, maior a possibilidade de recuperação e cura.

Prevenção
As medidas preventivas visam a redução do contato homem-vetor, podendo ser realizadas medidas de proteção individual, dirigidas ao vetor e à população canina, tais como: uso de mosquiteiros com malha fina, telagem de portas e janelas, uso de repelentes, manejo ambiental, através da limpeza de quintais, terrenos e praças, eliminação de fontes de umidade, não permanência de animais domésticos dentro de casa, eliminação e destino adequado de resíduos sólidos orgânicos, entre outras medidas de higiene e conservação ambiental que evitam a proliferação do inseto vetor.

Leishmaniose Tegumentar Americana
É uma doença infecciosa, não contagiosa, que provoca úlceras na pele e mucosas. É transmitida ao homem pela picada das fêmeas de flebotomíneos infectadas.

Transmissão
A transmissão ocorre pela picada de fêmeas de flebotomíneos infectadas.

Sintomas
As lesões podem ocorrer na pele e/ou mucosas. As lesões de pele podem ser única, múltiplas, disseminada ou difusa. Apresentam aspecto de úlceras, com bordas elevadas e fundo granuloso, geralmente indolor. As lesões mucosas são mais frequentes no nariz, boca e garganta. Quando atingem o nariz podem ocorrer entupimentos, sangramentos, coriza e aparecimento de crostas e feridas. Na garganta, dor ao engolir, rouquidão e tosse.

Tratamento
O SUS oferece tratamento específico e gratuito para a doença. O tratamento é feito com uso de medicamentos específicos a base de antimônio, repouso e uma boa alimentação. A droga de primeira escolha para tratamento de casos de LTA é o antimoniato de N-metil glucamina (Glucantime®). Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a dose do Glucantime® deve ser calculada em mg/Sb+5/Kg/dia, Sb+5, significando antimônio pentavalente. Para as lesões cutâneas, o esquema de tratamento é de 15 mg/Sb+5/Kg/dia por um período de 20 dias e para cutânea difusa o tratamento é de 20 mg/Sb+5/Kg/dia por um período de 20 dias.

Para as lesões mucosas, é recomendada a dose de 20 mg/Sb+5/Kg/dia por um período de 30 dias. Outras opções terapêuticas disponíveis nos serviços de saúde são: isotionato de pentamidina e anfotericina B.

Prevenção
O Ministério da Saúde recomenda ações dirigidas à:

População humana: medidas de proteção individual, tais como usar repelentes e evitar a exposição nos horários de atividades do vetor (crepúsculo e noite) em ambientes onde este habitualmente possa ser encontrado;

Vetor: manejo ambiental, através da limpeza de quintais e terrenos, a fim de alterar as condições do meio, que propiciem o estabelecimento de criadouros para formas imaturas do vetor;

Atividades de educação em saúde: devem ser inseridas em todos os serviços que desenvolvam as ações de vigilância e controle da LTA, requerendo o envolvimento efetivo das equipes multiprofissionais e multiinstitucionais com vistas ao trabalho articulado nas diferentes unidades de prestação de serviços.

Leishmaniose canina: o que é, sintomas e tratamento

Principais sintomas da leishmaniose canina
Descamação, infecção e lesões na pele, unhas espessas e em formato de garras, feridas que não saram, problemas oculares, anemia, diarreia, vômito, sangue nas fezes, nódulos, perda de apetite, lesões em órgãos internos

Tratamento para leishmaniose canina e cura
Não há cura para a leishmaniose, mas existe um medicamento para a cura clínica (não elimina o parasita)

Como prevenir
Vacinação, uso de coleiras com inseticidas, repelentes, telas de proteção na casa e limpeza

O que é?
A Leishmaniose canina é uma infecção parasitária causada por protozoários que atacam o sistema imunológico do animal. É uma doença (zoonose) que pode ser transmitida de animais para humanos e vice-versa, sendo o mosquito o vetor. Aliás, é uma grave zoonose que pode levar ao óbito tanto o humano quanto o cachorro infectado. Por isso, essa enfermidade é uma questão de saúde pública que exige cuidado de todos no combate e prevenção.

Quando em contato com seu hospedeiro (nesse caso, o cachorro), o parasita do tipo Leishmania começa a atacar as células fagocitárias (os macrófagos – responsáveis por proteger o organismo de corpos estranhos). Ele se liga a essas células e começa a se multiplicar, atacando mais células. Nessa propagação, podem atingir órgãos como fígado, baço e medula óssea.

Há dois tipos de leishmaniose: a cutânea e a visceral. A cutânea é causada por dois tipos de parasitas, a leishmania braziliensis e a leishmania mexicana. A leishmaniose visceral é originada pelos parasitas leishmania donovani, infantum e chagasi. Mas é importante saber que em 99,9% das vezes em que o tema é leishmaniose em cães, é da leishmaniose visceral canina que se trata. Isso porque a cutânea não tem o cachorro como seu principal alvo, e a visceral, sim.

Sintomas
Os sintomas mais comuns da leishmaniose canina:
Lesões, descamação e coloração branca prateada na pele
Nas patas pode ocorrer infecção (pododermatite)
Pele grosseira por excesso de produção da queratina (hiperqueratose dos coxins)
Unhas espessas e em formato de garras (onicogrifose
Machucados que não saram nunca e feridas na orelha
Problemas oculares: Secreção persistente, piscadas excessivas e incômodo nos olhos
O cachorro ainda pode apresentar nódulos e caroços, que são características típicas dessa enfermidade. Geralmente, eles aparecem porque o sistema de defesa do organismo age contra o ataque da leishmania. Isso acaba aumentando o volume dos gânglios linfáticos – em várias partes do corpo do animal ao mesmo tempo ou de forma localizada.

Sintomas variáveis da leishmaniose em cães
A leishmaniose canina também possui sintomas variáveis. O parasita pode prejudicar diversos órgãos internos como rins, fígado, ou mesmo estruturas como o sistema digestivo. Cada lugar agredido trará uma consequência correspondente. Entre as mais comuns estão vômito, diarreia, sangramento nas fezes, perda de apetite, desidratação e irregularidade no trato urinário. Quando a medula óssea é atacada, por exemplo, a produção de células sanguíneas diminui. Isso pode gerar anemia e deixá-lo predisposto a novas infecções.

Por conta da incidência no sistema imunológico, o cachorro infectado frequentemente apresenta indícios de outras doenças. Ou, de fato, contrai uma outra enfermidade, uma vez que o organismo foi enfraquecido pela Leishmania. Isso implica na dificuldade em diagnosticá-la instantaneamente. Muitas vezes, o cachorro é diagnosticado inicialmente com um problema, é tratado e não se cura completamente. Somente a partir daí que surge alguma suspeita ou investigação sobre a leishmaniose canina.

Apesar da leishmaniose visceral canina apresentar tantos sintomas, há cachorros que não demonstram qualquer sinal de algo errado. É importante saber que a maioria das contaminações é assintomática.

Diagnóstico para leishmaniose canina
Além da observação clínica do veterinário durante a consulta, existem formas laboratoriais de diagnóstico de leishmaniose canina. A primeira e mais confiável é a de observação do parasita. Ela é feita por histopatologia. Um pequeno fragmento do corpo é retirado, como por exemplo um pedaço de pele, e enviado ao laboratório. Lá, as células serão analisadas através de um microscópio.

É possível fazer também por citologia aspirativa. Com uma agulha, o veterinário aspira as células de determinado órgão para avaliação. Em ambas as formas, o diagnóstico de leishmaniose em cães é conclusivo assim que o parasita é visualizado. Por essa razão, são técnicas muito seguras para constatar a doença.

Entretanto, embora sejam as melhores formas, elas têm uma desvantagem. Pode ser que a amostra retirada não contenha o protozoário da leishmaniose. Isso acontece principalmente quando a infecção é branda ou está no início, pois a quantidade de leishmania ainda é pequena. É daí que surgem os falsos negativos ou não se confirma a presença do parasita.

Coleta de sangue e te**es sorológicos
O outro método para diagnosticar leishmaniose canina é pela coleta de sangue e te**es sorológicos. Quando um problema surge no organismo, o sistema de defesa entra em ação para lutar contra esse agente. Essa resposta aparece como anticorpos que se formam para combater o parasita. Logo, a detecção da leishmaniose em cães é realizada a partir desses anticorpos específicos. Quando seus níveis são altos, temos a comprovação. Mas, se forem baixos, não há uma conclusão e outros exames são necessários.

Ainda nessa linha de análise sanguínea, há alguns te**es rápidos, como se fossem te**es de gravidez. Uma gotinha de sangue é misturada a uma solução para checar se há ou não reação com o anticorpo. O resultado é obtido em poucos minutos e utilizado como uma forma de triagem.

Além desses, outra forma de diagnóstico é a detecção do DNA da Leishmania no sangue ou em um fragmento de órgão. No entanto, nessa metodologia também tem chances de dar falsos negativos ou resultados inconclusivos, uma vez que o material colhido pode não conter o parasita.

O diagnóstico da leishmaniose canina é complexo e infelizmente nenhum exame é totalmente confiável – todos têm margens de erro. Infelizmente, essa porcentagem de falhas dificulta o processo. O veterinário vai avaliar o quadro clínico e todo o contexto do cachorro para escolher a técnica mais conveniente.

Causas
No Brasil, a transmissão da leishmaniose canina ocorre somente através da picada do mosquito Lutzomyia longipalpis. Ele é conhecido popularmente como mosquito-palha, birigui, cancalha e tatuqueira, dependendo da região. Ao picar um animal infectado, a fêmea do mosquito ingere a leishmania e a transmite para outros animais através da picada.

Considerada endêmica, a incidência da leishmaniose canina é comumente associada a locais onde as condições sanitárias são precárias. Geralmente, é encontrada em volta de galinheiros, chiqueiros ou de ambientes que não estão bem higienizados. Isso porque o mosquisto-palha põe seus ovos em locais ricos em matéria orgânica – o que inclui até mesmo terra.

Embora sítios ou locais sem limpeza abram caminhos para a proliferação do mosquito, as ocorrências já ultrapassaram essas barreiras. Os números da doença vêm aumentando cada vez mais, inclusive em cidades metropolitanas, como Campo Grande (MS) e Araçatuba (SP). Até mesmo no Sul, onde a condição climática é mais fria e menos favorável, ocorrências têm sido relatadas.

Portanto, preste atenção aos sinais e sintomas que seu cachorro está manifestando. Se suspeitar de leishmaniose, isole-o de outros animais para evitar contaminação e leve-o ao veterinário o mais rápido possível.

Tratamento e Prevenção
Por se tratar de uma questão de saúde pública, o diagnóstico da leishmaniose canina era praticamente uma sentença de morte até pouco tempo atrás. O Ministério da Saúde não permitia que o tratamento fosse realizado, pois a doença não tem cura – até hoje. Como se não bastasse, além de ser uma grave zoonose, abre a possibilidade de contagiar outros animais e humanos.

Embora o parasita necessite do vetor para a sua transmissão (o mosquito), o cachorro é o principal hospedeiro urbano da doença. É também a forma de manter o parasita vivo. Com o cão de hospedeiro, a picada do mosquito permite se espalhar até novos “abrigos”. Diante desse cenário, muitos cachorros foram sacrificados na tentativa de combate à doença.

Medicamento para leishmaniose em cães
Essa realidade começou a mudar em 2016, quando surgiu um novo medicamento regulamentado pelo Ministério da Saúde e com resultados bastante positivos. Mas é preciso lembrar que a leishmaniose canina permanece sem cura total. O que esse tratamento faz é promover uma cura clínica e epidemiológica.

Isso significa que o cachorro não apresentará lesões ou sinais de estar doente. Ele vive como se fosse um animal saudável. O medicamento diminui a carga da Leishmania de forma a conter os prejuízos da doença. Esse animal também deixa de ser fonte de transmissão.

Ainda é uma cura parcial, pois o parasita continua vivendo no cachorro, mas já demonstra um grande avanço. Porém, é um tratamento caro, longo e que requer muito cuidado e intenso acompanhamento veterinário. Possivelmente, o cachorro infectado terá de repetir o tratamento, realizar exames e avaliações clínicas para acompanhamento ao longo da vida.

Como complemento dessa medicação, é possível promover medidas paliativas para amenizar os sintomas. Esse suporte pode ser indicado para tratar um problema causado pela doença. Por exemplo, um fígado afetado pode receber medicação específica.

Como prevenir a leishmaniose canina
A Leishmaniose em cães é uma doença endêmica que, nos casos mais graves, pode ser fatal. Veja a seguir as melhores formas de prevenir e cuidar do seu pet para protegê-lo da doença:

– Limpeza: uma das principais formas de prevenção é evitar a proliferação do mosquito. Como ele gosta de ambientes ricos em matéria orgânica, é importante manter o ambiente onde o seu cachorro vive higienizado.

– Tela de proteção: instalar telas de proteção em casa ajuda a proteger o seu pet, impedindo que o mosquito entre e contamine o cachorro.

– Coleira repelente ou repelente: coleira repelente ou borrifar a solução repelente no cachorro afasta o mosquito do seu cão.

– Vacina: outra forma de prevenção da leishmaniose canina é a vacinação. A vacina pode ser tomada por filhotes acima dos 4 meses de idade. É administrada em três doses, com intervalo de 21 dias entre elas, e deve ser repetida todos os anos. Entretanto, é preciso ressaltar que somente os cachorros avaliados como soro negativo (que comprovadamente não apresentam o parasita) podem tomá-la. E embora seja importantíssima para a prevenção e tenha bons resultados, a vacina infelizmente não protege 100%.

E se o seu cachorro foi infectado com a leishmaniose canina, é importante mantê-lo longe do mosquito. Isso evita que ele seja picado e a doença contagie outro animal ou humano.

20/10/2022

Outubro Rosa: oncologista veterinário fala sobre o câncer de mama em pets e a importância do diagnóstico precoce

O Dia Internacional de Combate ao Câncer de Mama é celebrado nesta quarta-feira, 19 de outubro. A doença é a que mais atinge cadelas e a terceira mais comum em gatas

Outubro é conhecido como o mês de prevenção ao câncer de mama. A campanha Outubro Rosa alerta e relembra as mulheres sobre a importância de se conhecer e se cuidar. O câncer de mama também atinge os animais, sendo mais frequente nas fêmeas de cães e gatos. E, além do mês todo ser dedicado para essa campanha, nesta quarta-feira (19), é celebrado o Dia Internacional de Combate ao Câncer de Mama.

A doença é a mais frequente em cadelas e a terceira mais comum em gatas, por isso, é tão importante usar o Outubro Rosa para conscientizar, também, os tutores. O oncologista veterinário do E+ Especialidades Veterinárias e diretor da Associação Brasileira de Oncologia Veterinária (ABROVET), Rodrigo Ubukata, conta que essa doença é muito silenciosa e, na maioria dos animais, a única manifestação é a presença de um ou múltiplos nódulos na região das mamas. “Sinais como emagrecimento, perda de apetite, êmese, diarreia e febre são inespecíficos e podem ser sinais de outros problemas também que podem, ou não, ser associados aos tumores de mama. Alguns pacientes podem apresentar lesões ulceradas, formações em placa, edema local ou de membros e dor”, explica.

O tutor deve se atentar a qualquer mudança de comportamento do pet, porque pode ser o sinal de alguma doença, mas, no caso do câncer de mama, o toque é muito importante. Então, se o tutor sentir ou observar a presença de qualquer nódulo em região de mamas, é um alerta que deve ser investigado. A presença de secreções ou feridas que não cicatrizam também são importantes sinais de alerta.

De acordo com Ubukata, o diagnóstico precoce é a chave para maiores sucessos no tratamento da doença. Portanto, assim que o tutor evidenciar qualquer suspeita de tumor de mama, é recomendado que busque a avaliação de um especialista para realizar o estadiamento, diagnóstico, condutas de tratamento e prognóstico. “A literatura na Medicina Veterinária já é bastante clara sobre a diferença dos resultados quando um paciente é assistido primariamente por um especialista versus generalista”.

O oncologista veterinário explica, ainda, que o fato de a fêmea já ter reproduzido não aumenta e nem diminui o risco para tutores de mama. “Essa doença é uma característica de animais de meia-idade a idosos, mas não impede que animais jovens também desenvolvam. Existem descrições de pacientes com menos de um ano de idade acometidos pela doença, embora sejam mais raros, assim como também podem ocorrem em machos”, comenta.

Outro fator importante é que as cadelas e gatas castradas precocemente podem ter menor risco de desenvolver tumores de mama. E, segundo Ubukata, estudos mais recentes estão questionando a idade ideal e, também, as consequências da castração, mas, independente disso, para tumores de mama ocorre esse benefício.

A doença é a mais frequente em cadelas e a terceira mais comum em gatas
Como tratar?
A principal modalidade de tratamento para o câncer de mama é a cirurgia. Ela é a modalidade que apresenta as maiores taxas de controle e sucesso da doença. Ubukata reforça que nenhum tratamento, atualmente, substitui a cirurgia quando ela ainda é possível. Dependendo da espécie, estadiamento e tipo de tumor, outros tratamentos podem ser indicados como adjuvantes ou, até mesmo, paliativos (para casos avançados em que a cirurgia é contraindicada), como quimioterapia e radioterapia. E a duração do tratamento varia muito, pois depende da característica de cada paciente e doença. E o tutor precisa se atentar, pois mesmo com o tratamento existe o risco de recidiva e principalmente das metástases.

Como prevenir?
Segundo Ubukata, se o paciente estiver bem clinicamente e o médico-veterinário indicar um tratamento, este deve ser seguido corretamente. E, além disso, controles periódicos clínicos e com exames devem ser realizados para detecção precoce de qualquer suspeita de recidiva ou metástases. O oncologista reforça que o diagnóstico precoce é o fator mais importante para uma boa evolução.

Cuidados com alimentação e manejo
As fêmeas diagnosticadas com câncer exigem alguns cuidados, como avaliações clínicas regulares, e o médico-veterinário deve ensinar os tutores a detectarem nódulos, esclarecer a importância de obedecer aos prazos de reavaliações e manter alimentações de boa qualidade, sejam elas industrializadas ou alimentação natural. Esses pontos são fundamentais para o bem-estar de maneira geral de qualquer pet, não apenas àqueles que foram diagnosticados com câncer.

Ubukata esclarece que a sobrevida é algo que pode variar muito de acordo com a espécie, estadiamento e o tipo de tumor. Tumores de mama em gatas, geralmente, possuem comportamento mais agressivo e maior risco de metástases. “Infelizmente, a maioria das gatas com tumores de mama evolui para metástases, principalmente pulmonares, e, com isso, a maioria pode apresentar sobrevida menor que um ano. Por esse motivo, quanto mais precoce e correto for o diagnóstico e tratamento, maiores as chances de que a paciente não evolua desta forma. Já com relação às cadelas, o comportamento dos tumores de mama costuma ser menos agressivo, e podem apresentar sobrevidas superiores a um ou dois anos. Mas nem todos são assim, existem tumores extremamente agressivos e com alto potencial de metástases”, finaliza.

O câncer de mama é algo sério e que pode prejudicar muito a vida dos pets, então, é importante que o tutor esteja sempre atento e procure ajuda de um profissional em qualquer sinal de alerta. O Outubro Rosa serve para conscientizar, mas devemos prestar atenção nos sinais em todos os meses do ano e nunca esperar para “ver se cresce”.

Fonte: by caesegatos

O fígado é um órgão multifuncional e responsável por uma série de processos que são essenciais para o bom funcionamento ...
16/09/2022

O fígado é um órgão multifuncional e responsável por uma série de processos que são essenciais para o bom funcionamento do organismo. Ele participa do metabolismo de carboidratos, lipídeos, proteínas e hormônios, além de ser um “desintoxicador” do corpo agindo na excreção de catabólitos, atuar na digestão de gorduras e produzir fatores de coagulação. Ufa! Quantas funções!
O diagnóstico precoce evita futuras complicações e aumenta a eficácia do tratamento clínico.
Dr. Carlos E M Fernandes CRMV-SP 31.107

23/08/2022

Seja um defensor de animais e denuncie qualquer tipo de maus-tratos

"Denunciar maus-tratos de animal" é a 14ª meta de sustentabilidade do guia "22 metas para um 2022 mais sustentável". A Secretaria de Meio Ambiente (SMA) da Prefeitura de Americana elaborou o guia para a divulgação de informações, sensibilização e conscientização da população sobre diversos temas para incentivar a prática de ações de sustentabilidade.

Maus-tratos de animais é toda prática que promova sofrimento, tais como: crueldade, desleixo, abandono, falta de assistência veterinária, manter animais enclausurados ou sem alimentos e água, submetê-los a trabalhos abusivos, ambientes insalubres, entre outros, é considerado crime. Portanto ajude a proteger nossos animais, denuncie!

Telefones importantes:
- Disque GAMA: 153
- Secretaria de Meio Ambiente: 3471-7770
- SAC: 3475-9024 - www.americana.sp.gov.br/americanadigital
- Delegacia Eletrônica de Proteção Animal (DEPA): www.ssp.sp.gov.br/depa

Denunciar maus-tratos de animal é prerrogativa dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), mais especificamente do ODS: 15 (vida terrestre). Saiba mais sobre os ODS no link:
https://brasil.un.org/pt-br/sdgs

Aprofunde sobre o tema:
http://www.bibliotecavirtual.sp.gov.br/temas/meio-ambiente/animais-domesticos-denuncia-contra-maus-tratos.php https:// www.americana.sp.gov.br/americanaV6_index.php

Mais informações no link:
www.americana.sp.gov.br/secretaria/meioambiente.

https://vox90.com.br/americana-registrada-caso-de-raiva-em-gato/
16/02/2022

https://vox90.com.br/americana-registrada-caso-de-raiva-em-gato/

O CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) de Americana informou que recebeu um resultado positivo de Raiva Animal em um gato, cuja proprietária reside no bairro Parque das Nações. O laudo foi emitido pelo Instituto Pasteur, de São Paulo, no dia 11 de fevereiro. De acordo com o setor, apesar de domi...

Endereço

Rua Das Rosas, 584. Cidade Jardim II
Americana, SP
13467-110

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