08/05/2026
Todos os dias, cães abandonados são maltratados nas ruas.
Apedrejados. Ignorados. Invisíveis.
O caso do cão Orelha, agredido por garotos, não é um fato isolado é só o que vazou. Quantos outros “Orelhas” estão sofrendo agora, longe das câmeras?
Enquanto muita gente se choca por alguns segundos, existem modelos que já funcionam em Alguns Países .
Organizações que resgatam cães de rua, reabilitam esses animais dentro de presídios, com prisioneiros treinando cães que depois se tornam Service Dogs.
Cães que antes eram descartados… hoje salvam vidas.
Cães que curam pessoas e pessoas que se reconstroem cuidando deles.
Se o Brasil tivesse políticos realmente comprometidos, o caso do cão Orelha seria o gatilho para ação, não para selfie.
Esse é o momento de:
discutir projetos de lei sérios
criar modelos de certificação válidos
estruturar programas nacionais com cães de abrigo
transformar dor em política pública
Não é hora de buscar engajamento.
É hora de pensar, propor e agir.
Vídeos que mostram cães “escolhendo seus tutores” emocionam mas o que transforma é estrutura, lei e responsabilidade.
Muita gente tem boa intenção.
Mas todo começo passa pela política.
Sem lei, sem defesa, sem validação… o projeto morre.
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